<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677</id><updated>2012-01-23T17:17:58.059-03:00</updated><title type='text'>Virgilio Nascimento  *************************  Psicologia &amp; Sexologia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>57</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1134409575770264961</id><published>2011-10-31T13:04:00.001-03:00</published><updated>2011-10-31T13:05:25.339-03:00</updated><title type='text'>AVERSÃO SEXUAL</title><content type='html'>AVERSÃO SEXUAL &lt;br /&gt;Aversão persistente ao sexo; asco e repugnância extrema diante das relações sexuais. Este é um problema que pode afetar tanto homens quanto mulheres. A aversão ao contato sexual pode chegar a se constituir numa fobia, quer dizer, um medo irracional que leva a pessoa a evitar ou a fugir de qualquer situação erótica para não cair em um estado de ansiedade que pode ser acompanhada por tremor, suor intenso, palpitações, falta de ar ou até mesmo em um estado psicológico próprio de uma pessoa aterrorizada, durante o qual é evidentemente impossível o prazer ainda que, em algumas situações, se consiga vencer o estado de pânico inicial, e se comportar com certa naturalidade durante a relação sexual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas podem ser de diversos tipos, entre eles: episódios anteriores de violência sexual e/ou experiências sexuais traumáticas; situações de conflitos conjugais graves; (por exemplo: quando existe uma terceira pessoa) uma educação restritiva e/ou que transmite idéias errôneas ou sobrevalorizadas a respeito da sexualidade (ex: dor, imoralidade, perigo de ficar doente etc.). Em alguns casos se torna difícil identificar de forma clara qualquer dessas causas citadas acima, e a manifestação desta aversão podem até criar uma grande confusão no (a) companheiro (a), que pode não compreender a situação sentindo-se rechaçado, chegando, em ocasiões, a pedir a separação. Da mesma forma que em todas as disfunções sexuais, ambos os membros do casal se vêm afetados, porém o distúrbio sexual que resulta é mais difícil de compreender e compromete seriamente a relação do casal. (Lilian Aldeia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características Diagnósticas&lt;br /&gt;A característica essencial do Transtorno de Aversão Sexual é a aversão e esquiva ativa do contato sexual genital com um parceiro sexual (Critério A). A perturbação deve causar acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal (Critério B). A disfunção não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto outra Disfunção Sexual) (Critério C). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O indivíduo relata ansiedade, medo ou repulsa ao se defrontar com uma oportunidade sexual com um parceiro. A aversão ao contato genital pode concentrar-se em um determinado aspecto da experiência sexual (por ex., secreções genitais, penetração vaginal). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns indivíduos experimentam repulsa generalizada a quaisquer estímulos sexuais, inclusive beijos e toques. A intensidade da reação do indivíduo quando exposto aos estímulos aversivos pode variar desde uma ansiedade moderada e falta de prazer, até um extremo sofrimento psicológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Subtipos&lt;br /&gt;Os subtipos são oferecidos para indicar início (Ao Longo da Vida versus Adquirido), contexto (Generalizado versus Situacional) e fatores etiológicos (Devido a Fatores Psicológicos, Devido a Fatores Combinados), para o Transtorno de Aversão Sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características e Transtornos Associados&lt;br /&gt;Ao se defrontarem com uma situação sexual, alguns indivíduos com Transtorno de Aversão Sexual severo podem experimentar Ataques de Pânico, com extrema ansiedade, sensações de terror, desmaio, náusea, palpitações, tonturas e dificuldades respiratórias. Pode haver um acentuado prejuízo nas relações interpessoais (por ex., insatisfação conjugal). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os indivíduos podem evitar situações sexuais ou parceiros sexuais em potencial mediante estratégias veladas (por ex., dormir cedo, viajar, negligenciar a aparência pessoal, usar substâncias ou envolver-se com atividades de trabalho, sociais ou familiares).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diagnóstico Diferencial&lt;br /&gt;O Transtorno de Aversão Sexual também pode ocorrer junto com outras Disfunções Sexuais (por ex., Dispareunia). Neste caso, devem ser anotadas ambas as condições. Um diagnóstico adicional de Transtorno de Aversão Sexual geralmente não é feito se a aversão sexual é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (por ex., Transtorno Depressivo Maior, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Transtorno de Estresse Pós-Traumático). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico adicional pode ser feito quando a aversão precede o transtorno do Eixo I ou é um foco de atenção clínica independente. Embora a aversão sexual possa satisfazer, tecnicamente, os critérios para Fobia Específica, este diagnóstico adicional não é dado. Uma aversão sexual ocasional que não é persistente ou recorrente ou não se acompanha de acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal não é considerada um Transtorno de Aversão Sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Critérios Diagnósticos para F52.10 - 302.79 Transtorno de Aversão Sexual &lt;br /&gt;A. Extrema aversão ou esquiva persistente ou recorrente de todo (ou quase todo) contato sexual genital com um parceiro sexual. &lt;br /&gt;B. A perturbação causa acentuado sofrimento ou dificuldade interpessoal. &lt;br /&gt;C. A disfunção sexual não é melhor explicada por outro transtorno do Eixo I (exceto outra Disfunção Sexual). &lt;br /&gt;Especificar tipo:&lt;br /&gt;1. Tipo Ao Longo da Vida&lt;br /&gt;2. Tipo Adquirido &lt;br /&gt;Especificar tipo:&lt;br /&gt;3. Tipo Generalizado&lt;br /&gt;4. Tipo Situacional &lt;br /&gt;Especificar:&lt;br /&gt;Devido a Fatores Psicológicos&lt;br /&gt;Devido a Fatores Combinados &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pessoa que sofre este tipo de transtorno além da ajuda médica especializada, necessariamente deverá tratar-se com psicólogo para que as barreiras emocionais e psíquicas sejam resolvidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1134409575770264961?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1134409575770264961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1134409575770264961' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1134409575770264961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1134409575770264961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2011/10/aversao-sexual.html' title='AVERSÃO SEXUAL'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6066376656789416386</id><published>2011-01-23T10:40:00.002-03:00</published><updated>2011-01-23T10:46:29.399-03:00</updated><title type='text'>O prazer psicológico de comprar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TTwxKAijsoI/AAAAAAAAAUM/GILhbRB1eKQ/s1600/comprar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 245px; height: 206px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TTwxKAijsoI/AAAAAAAAAUM/GILhbRB1eKQ/s400/comprar.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565377287536489090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Encontrar uma pechincha ou esbarrar com uma liquidação na hora das compras proporciona um alto grau de excitação emocional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;A felicidade nessas circunstâncias é tão intensa que se ativa a mesma região do cérebro estimulada pelo sexo, aponta uma pesquisa da Universidade de Westminster, no Reino Unido, publicada na revista especializada em consumo "The Grocer".&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Os pesquisadores britânicos chegaram a conclusão da relação entre compras e satisfação após registrar e medir a atividade cerebral de 50 voluntários divididos em diferentes grupos e propôs diferentes atividades, desde fazer compras até assistir a um filme erótico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Para a investigação, os pesquisadores tiveram a ajuda de uma equipe de acompanhamento para medir a dilatação da pupila e o movimento dos olhos, num sistema denominado iMotion que avalia as respostas emocionais do corpo humano em uma escala de 1 a 10, e com o qual o tipo de emoção que se sente ao observar imagens eróticas recebe uma pontuação de entre 5 e 7.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Os voluntários que ganharam um audiobook geraram uma pontuação de 5,8, enquanto aqueles que passaram por uma liquidação ou uma oferta, como um simples desconto no leite ou em outro produto do supermercado, também tiveram sensações gratificantes que pontuaram alto na escala do sistema iMotion.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;Os especialistas de Westminster concluíram que aqueles participantes que encontraram um cupom ou receberam um brinde ou promocão sentiam tanto entusiasmo como ao ver um filme erótico, já que sua pontuação na escala emocional era idêntica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;O estudo, impulsionado pelo Instituto de Marketing Promocional da Universidade de Westminster, também concluiu que há uma elevada correlação entre a resposta emocional de uma pessoa às promoções comerciais e um aumento das vendas dos produtos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;"A maioria das decisões de compra é tomada nos primeiros dois segundos. Se podemos&lt;br /&gt;captar a atenção das pessoas fazendo com que olhe um produto durante esse breve período, provavelmente vão conquistar o cliente durante mais tempo", afirmou Jon Ward, analista em marketing, ao comentar o estudo de Westminster.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:6.8pt;line-height:12.25pt"&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-fareast-language:PT-BR"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:9.5pt;mso-bidi-font-size: 11.0pt;line-height:115%;font-family:&amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:#333333;mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language: PT-BR;mso-bidi-language:AR-SA"&gt;Por Rocio Gaia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6066376656789416386?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6066376656789416386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6066376656789416386' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6066376656789416386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6066376656789416386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2011/01/o-prazer-psicologico-de-comprar.html' title='O prazer psicológico de comprar'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TTwxKAijsoI/AAAAAAAAAUM/GILhbRB1eKQ/s72-c/comprar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1506412162476133635</id><published>2010-06-28T20:35:00.003-03:00</published><updated>2010-06-28T20:53:00.373-03:00</updated><title type='text'>COMO SALVAR SEU CASAMENTO...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TCk1AoHX5iI/AAAAAAAAATs/cR9ZIO0Cvfc/s1600/bolo+de+casamento.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TCk1AoHX5iI/AAAAAAAAATs/cR9ZIO0Cvfc/s400/bolo+de+casamento.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487975905812276770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;A revista Época (17.O4.2010) publicou um excelente artigo de &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: tahoma; font-size: 11px; line-height: 16px; text-transform: uppercase; "&gt;&lt;b&gt;VAN MARTINS E KÁTIA MELLO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; sobre o desafio de manter um casamento. Interessante que mesmo com um numero grande de divórcios e recasamentos, a busca pelo par ideal, em que se possa ficar junto até o fim da vida, persiste como uma grande realidade. E que a maioria deseja uma única relação para sempre. Como fazer isso dar certo...  &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000066;"&gt;Outra constatação interessante que os conceitos tradicionais sobre manutenção de relação ainda persistem em alta: conhecimento mútuo, dedicar tempo para a relação, fazer sexo, manter o amor companheiro&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 102); "&gt;, conversar com o outro e respeitar a individualidade. A seguir transcrevemos alguns trechos da reportagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(51, 51, 51); line-height: 16px; font-family:tahoma;font-size:12px;"&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;O casamento. A boda. O matrimônio. O que essas palavras evocam são imagens tocantes e cenas de festa. Uma noiva sorrindo à beira de um lago, radiante em seu vestido branco de cetim que, embora ela não saiba, foi usado pela primeira vez pela rainha Vitória, da Inglaterra, em seu casamento com o príncipe Albert, em 1840. De lá para cá, as noivas no Ocidente vestem branco. E são rainhas por um dia.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Mas o casamento, a boda, o matrimônio – e mesmo a forma laica e informal de compromisso, a coabitação –, não se resume a uma festa. Depois da noite de núpcias, começa, para todos os casais, aquilo que o psiquiatra Alfredo Simonetti, ligado ao Hospital das Clínicas de São Paulo, descreve como “o sofrimento de viver a dois”: uma luta diária contra a natureza humana, que, ao mesmo tempo que atrai as pessoas para a vida conjugal, faz com que elas, rapidamente, se desapontem com as dificuldades do cotidiano a dois.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;As estatísticas brasileiras são eloquentes a respeito tanto do fascínio quanto das agruras do casamento. Cerca de 1 milhão de pessoas se casam todos os anos no Brasil – e pouco mais de 250 mil se separam no mesmo período. Logo, de cada quatro casamentos, um termina em separação. Embora a estatística seja adversa, o risco não é suficiente para fazer as pessoas deixar de casar. Os números do IBGE mostram que a quantidade de uniões por 100 mil brasileiros aumenta um bocadinho a cada ano. Entre 1998 e 2008, o número de casamentos cresceu 34,8%, superando em 13 pontos porcentuais o crescimento vegetativo da população nessa faixa etária. Os divórcios e as separações, no mesmo período de dez anos, cresceram menos, 33%. A diferença é pouca, mínima na verdade, mas sugere que o sonho de casar está mais em alta que a vontade de se separar.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Há várias maneiras de olhar para essas estatísticas de casamento e separação. Uma delas é com otimismo: as pessoas se separam por que estão infelizes, e é bom que a lei facilite o afastamento. Antes de 2002, a separação judicial no Brasil, quando não era consensual, estava condicionada à comprovação de “culpa objetiva e específica” de uma das partes. Hoje em dia, qualquer motivo, mesmo fútil, é suficiente para que o juiz aceite a “impossibilidade de vida comum”. Os juízes entendem que, se uma das partes não quer, basta. Qualquer que seja a razão.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Outra forma de olhar para a mesma estatística é com alarme. Afinal, a cada casamento fracassado corresponde uma dose imensa de sofrimento humano. O divórcio, diz um estudo americano, só perde em termos de estresse para a morte de um cônjuge. É das piores experiências que as pessoas podem ter na vida. Para os filhos, a separação também é dolorosa. Cria períodos de terrível ansiedade. Quando se olha para além da família, a onda de separações tem como consequência social o empobrecimento das pessoas. Mães pobres que criam sozinhas seus filhos, como mostram pesquisas recentes, estão entre os poucos grupos sociais que não conseguiram se beneficiar da elevação geral da renda brasileira dos últimos anos. Parecem estar abaixo da possibilidade de ascensão.&lt;/p&gt;&lt;div class="bannerMateria"   style="  line-height: 16px; text-align: center; color: rgb(51, 51, 51); padding-top: 10px; padding-right: 20px; padding-bottom: 10px; padding-left: 20px; clear: both; background-color: rgb(246, 246, 246); font-family:tahoma;font-size:1em;"&gt;&lt;span style="  line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(102, 102, 102); font-weight: bold; font-family:georgia;font-size:1.1em;"&gt;As pesquisas sugerem que o &lt;em style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;sonho da maioria&lt;/em&gt; continua  sendo um único casamento, que dure a vida inteira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Tudo isso seria mais ou menos irrelevante se homens e mulheres estivessem perfeitamente confortáveis com a ideia de casamentos seriais. Eles seriam intercalados por períodos miseráveis de separação e pelo êxtase da descoberta de uma nova parceira ou parceiro. Não é isso que a pessoas querem. Mesmo nos Estados Unidos, país que tem uma longa tradição de convívio com o divórcio, onde metade das uniões termina em separação (o dobro da taxa brasileira!), as pesquisas sugerem que o sonho da maioria continua sendo um único casamento longo e feliz, que abarque a existência, produza filhos e dê à vida de cada um dos cônjuges uma riqueza de sentido que ela não teria sozinha. As pessoas não se separam por ter superado essa aspiração romântica. Ao contrário, elas se afastam amarguradas por não conseguir atingir esse ideal. Em geral, quem faz isso é a mulher. Nos Estados Unidos, elas são responsáveis por dois terços dos pedidos de separação. No Brasil, essa proporção é ainda maior, 72%. Ao que tudo indica, para essas mulheres o sonho de felicidade no casamento não mudou. A realidade é que tem se revelado mesquinha.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Além do entretenimento de uma boa leitura, há no livro informações e ideias úteis para quem deseja iniciar ou preservar um casamento. A primeira coisa que ele atira pela janela é o romantismo. Casamento não é uma questão de paixão, afirma Gilbert. Bons casamentos não se ancoram numa erupção hormonal que desliga o senso crítico e faz do cérebro apaixonado algo parecido com o cérebro de um dependente químico (como está demonstrado por estudos de imagens de ressonância magnética!). Estatísticas americanas mostram que, quanto mais jovens as pessoas se casam, maior a chance de separação – e isso parece estar ligado à urgência e à instabilidade das paixões juvenis. Só depois dos 25 anos as estatísticas começam a ficar menos dramáticas. Tendo casado pela primeira vez aos 24 anos, depois de uma sequência de paixões avassaladoras, Gilbert parece saber do que está falando. Ela está separada desde 2002, mas ainda paga pensão mensal ao ex-marido, embora ele tenha se casado novamente, seja pai e vá lançar, em setembro, seu próprio livro de memórias, do qual se esperam grandes doses de veneno contra a ex-mulher e mantenedora. Ninguém com esse fardo biográfico é capaz de olhar para o casamento sem justificada má vontade.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Além da divisão das tarefas da casa, parece haver mais coisas a ser aprendidas com os casamentos sólidos – como a decisão de criar espaços exclusivos para o casal, que não incluam os filhos. Todos os especialistas dizem que isso é essencial para manter a chama do desejo e reforçar a sintonia. O comerciante Alexandre Cavalcante, de 36 anos, e a mulher Andréa Cristina, dona de casa, fazem assim: tiram duas semanas de férias por ano, sem as crianças. Eles têm Vanessa, de 16 anos, e Mateus, de 10. Vivem em Natal, no Rio Grande do Norte. “Em janeiro passado, nós dois fizemos um cruzeiro”, diz ele. O sucesso desse casamento é um desafio às estatísticas. A união começou com a gravidez de Andréa aos 18 anos e tinha tudo para acabar rápido. “Todos apostavam que não duraria seis meses”, diz Alexandre. Já dura 16 anos. Andréa, que agora tem 35, atribui isso ao fato de os dois conversarem muito. Ele acha que o essencial é a consciência de estar casado. “Casar é saber que não é só você”, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Outra ilusão que o livro se empenha em destruir é a completude. Não há um homem ou mulher, diz ela, que seja capaz de preencher a vida de cada um de nós. A pessoa que porá nosso mundo no lugar ou fará com que ele permaneça à deriva somos nós mesmos. O outro é um companheiro de viagem, não um pedaço de nosso corpo ou uma fração de nossa alma. Muito menos um guia. “Eu me recuso a sobrecarregar Felipe com a tremenda responsabilidade de me completar”, ela escreve. “Já lidei o suficiente com minhas falhas para saber que elas pertencem apenas a mim. Mas foi preciso mais de três décadas e meia para chegar a isso.”&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: tahoma; font-size: 1em; line-height: 16px; text-align: left; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Outra obsessão feminina à qual os maridos não costumam dar atenção é a intimidade. Para os homens, essa palavra tem uma conotação quase puramente física, enquanto no universo feminino intimidade significa um milhão de outras coisas. “Um nível profundo e psicológico de comunicação e reciprocidade”, por exemplo. Ou “um jeito de falar sobre si e de ser escutada pelo outro”. Ou, ainda, “um tipo de conversa especial, de entrega singular, de quem fala e de quem escuta”. Essa intimidade de atributos quase metafísicos, diz Mirian, está por trás de inúmeros pedidos de separação no Brasil. “A mulher casada há vários anos diz que não consegue mais ter intimidade com o marido”, afirma ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1506412162476133635?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1506412162476133635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1506412162476133635' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1506412162476133635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1506412162476133635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2010/06/como-salvar-seu-casamento.html' title='COMO SALVAR SEU CASAMENTO...'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/TCk1AoHX5iI/AAAAAAAAATs/cR9ZIO0Cvfc/s72-c/bolo+de+casamento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-5309421489687873343</id><published>2010-04-04T22:40:00.005-03:00</published><updated>2010-04-04T22:46:23.480-03:00</updated><title type='text'>FILHOS DO DIVÓRCIO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7k_2jB6q1I/AAAAAAAAAS8/BSzbDheMlFs/s1600/div%C3%B3rcio+1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 217px; FLOAT: left; HEIGHT: 127px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456462941137733682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lAIqiZCDI/AAAAAAAAATE/72TXRWgjtPo/s400/div%C3%B3rcio+6.jpg" /&gt; &lt;div&gt;Todos os anos, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes são envolvidos em casos de divórcio nos Estados Unidos, segundo o censo americano. No Brasil, as estatísticas falam em 120.000 filhos atingidos pela separação dos pais. Contando os casos não oficializados, estima-se que sejam 400.000 crianças por ano. Para o homem e a mulher, o impacto da separação é grande, mas os dois lados conhecem a fundo as razões que sustentam a decisão. Para as crianças, que são colhidas por uma notícia inesperada, o fim do casamento dos pais representa um dos períodos mais difíceis de suas vidas, mesmo que tenha sido a melhor solução para desavenças incontornáveis. Por um lado, os filhos passam a viver sem a presença constante de um dos pais (normalmente o pai), e a lidar com situações desconhecidas e muitas vezes traumáticas, como ter duas casas para dormir, mudar de bairro, trocar de escola e de amigos. Mas há um segundo motivo. Como agravante, além de perder a companhia de um dos pais, os filhos podem ser submetidos a uma provação: adaptar-se a uma nova família.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelas características, as novas famílias são chamadas pelos psicólogos e psiquiatras de famílias-mosaico, ou famílias reconstituídas. O crescimento do número de separações e o aumento desses mosaicos são um grande avanço, pois apontam para uma relação familiar mais honesta. Casais que já não se suportam deixam de se sentir obrigados a viver juntos pelo resto de seus dias, ainda que tenham filhos. As relações se estabelecem a partir da vontade de permanecer juntos, e não apenas das convenções sociais. O que intriga os especialistas é saber até que ponto as famílias-mosaico interferem na formação das crianças. Alguns profissionais observam que a separação é sempre muito arriscada. "Até os 5 anos de idade, a criança pode sofrer com a separação porque ela fica muito dependente e estabelece troca somente com figuras próximas", diz o psiquiatra infantil Alfredo Castro Neto, do Rio de Janeiro. Outros lembram que as novas uniões podem ser muito úteis para compensar os efeitos da separação. "Nas famílias reconstituídas predomina a solidariedade entre os filhos por causa dos problemas semelhantes vividos e da identidade geracional", afirma o psiquiatra Antônio Mourão Cavalcante, professor da Universidade Federal do Ceará.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;É difícil tirar conclusões definitivas em torno de um tema tão complexo. Um trabalho do psiquiatra Haim Grunspun, da PUC paulista, que acompanhou um grupo de crianças por dois anos após o fim do casamento dos pais, concluiu que a separação, se mal conduzida, pode ter potencial devastador. A pesquisa revela que os bebês até os 2 anos podem desenvolver comportamento mais medroso e apresentar sintomas de regressão. As crianças com 4 e 5 anos tendem a encarar a separação como temporária e acham que podem influir no comportamento dos pais. Em alguns casos, apresentaram desorientação, pouca agressividade e inibição nos jogos. Já os filhos de 5 a 6 anos se sentiam culpados, achando que provocaram a briga entre o casal. Essa interpretação equivocada por parte das crianças provocava abalo da autoconfiança, raiva incontida, sensação de responsabilidade pela reconciliação dos pais e dificuldade em se ligar a novas pessoas que entram para a constelação familiar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra pesquisa, feita pela professora Ana Luísa Vieira de Mattos, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, mostra que a separação pode não ser tão ruim assim. Durante cinco anos, ela manteve grupos de discussão com 85 adolescentes de classe média e alta oriundos de famílias originais e reconstituídas. "Concluí que os problemas com drogas, delinqüência e depressão tinham a mesma incidência nos dois grupos", revela Ana Luísa. "O que determinava se os jovens estavam mais ou menos ajustados era a qualidade do relacionamento que mantiveram com os pais desde pequenos", afirma a professora. Olhadas em separado, as pesquisas podem parecer antagônicas, mas se complementam. A separação pode até produzir estragos emocionais para os filhos, mas não significa necessariamente que tenha o poder de conduzi-los para o mundo das drogas, da delinqüência e da depressão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O stress da separação faz com que os primeiros anos das novas famílias sejam os mais conturbados, época em que as crianças podem ficar menos amáveis ou apresentar problemas de ordem emocional e educacional. A resposta que elas darão à nova situação - superando-a ou não - vai depender da qualidade da relação que manterão com os pais e da habilidade que estes terão para lidar com as dificuldades dos filhos. "Os pais precisam transmitir às crianças que o par amoroso se rompeu, mas os dois continuam a dar amor e apoio aos filhos", diz a psicóloga Terezinha Féres Carneiro, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Na fase aguda de adaptação, os filhos pequenos podem apresentar distúrbios típicos de sua faixa de idade, como sono interrompido, além de vômito, cólica e inapetência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O modo de encarar os filhos do divórcio está mudando, o que facilita a vida dos pequenos. Num passado recente, coisa de vinte anos atrás, crianças nessa situação eram discriminadas e havia quem perdesse amigos porque era filho de mãe desquitada. A separação era compreendida como derrota - normalmente da mulher, diga-se, associada a um certo desvio de caráter. Ter a mãe casando novamente, ver o padrasto ir a uma reunião da sua escola, conviver com um meio-irmão eram coisas impensáveis. Hoje, tudo está muito diferente. Nos melhores colégios brasileiros, a presença de alunos com configurações familiares variadas virou rotina. Há casos de salas de aula onde 50% dos alunos são filhos de pais separados. A separação dos pais pode piorar o desempenho escolar? Se a separação deixar traumas, a criança pode perder o interesse pelo estudo, ficar inibida, sofrer de insônia ou muito sono e até perder o apetite. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por mais consensual que seja a separação, o comprometimento com a saúde psicológica e emocional dos filhos é evidente. Cabe as novos pares repensarem sobre a responsabilidade de constituírem novas famílias e especialmente em suas responsabilidades ao colocarem filhos no mundo. Se é comum hoje ouvirmos os defensores do “filhos não seguram casamento”; deveríamos ao menos considerá-los como parte importante para se investir na qualidade e manutenção da relação.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-5309421489687873343?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/5309421489687873343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=5309421489687873343' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5309421489687873343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5309421489687873343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2010/04/filhos-do-divorcio.html' title='FILHOS DO DIVÓRCIO'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lAIqiZCDI/AAAAAAAAATE/72TXRWgjtPo/s72-c/div%C3%B3rcio+6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-997605017091110319</id><published>2009-10-19T00:10:00.004-03:00</published><updated>2009-10-19T00:15:34.739-03:00</updated><title type='text'>A OBRIGAÇÃO DE AMAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/StvZcoUsAJI/AAAAAAAAASY/JWw9mYRDz_c/s1600-h/casal+24.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 144px; height: 224px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/StvZcoUsAJI/AAAAAAAAASY/JWw9mYRDz_c/s400/casal+24.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394144064590053522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao se casar, a pessoa está a demonstrar publicamente a sua obrigação de se  doar ao cônjuge. É uma entrega afectiva, cognitiva e activa ao parceiro, numa  relação de honestidade, exclusividade, fidelidade e nutrição mútua. Essa relação  tende a crescer sadia, sempre iluminada pelos raios vibrantes do amor, que é um  ingrediente indispensável nas trocas e interacções do casal. Nas relações de  intimidade da alma, o amor torna-se uma regra de viver bem. É ele que mantém de  pé a estrutura do casal que se une para a vida.&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com essa noção, amar deixa de ser uma questão de sentimento e desejo, para ser  uma predisposição ou inclinação de agir dando prioridade às necessidades, aos  desejos, fraquezas e limitações do outro. Praticando a norma do amor, perde-se o  egoísmo e torna-se altruísta. Não exige; dá-se. Porque o amor é uma obrigação  voluntária pessoal direccionada ao outro.&lt;br /&gt;Para amar alguém, é preciso uma pessoa amar-se primeiro. Caso contrário, vai ser  difícil ter sensibilidade e compreensão suficientes para amar a outra. Se a  pessoa não se ama, o máximo que consegue fazer é querer induzir, manipular ou  seduzir a outra para satisfazer as suas necessidades. O pior é que confunde isso  com amor, enganando-se a si mesma. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Amor próprio Versus Egoísmo&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;A psicologia e o cristianismo concordam em que a norma do amor é o  equilíbrio. Quando se ama o próximo deve-se fazê-lo tanto quanto nos amamos a  nós mesmos. Não existe contradição aqui. Quando se leva em conta o que sente, a  sua dor ou tristeza, habilita-se para considerar os sentimentos, as dores e  tristezas dos outros. Ao compreender as suas próprias fraquezas, ter empatia  pelas suas limitações e perdoar os seus próprios fracassos, qualifica-se para  compreender a fraqueza, ter empatia e perdoar os outros.&lt;br /&gt;Sempre que se fala em amor-próprio, é comum as pessoas trazerem à mente a ideia  do egoísmo, narcisismo ou superioridade. Puro engano. Se pensarmos que o amor é  o equilíbrio entre a liberdade e o limite; doação dentro de certos princípios e  crescimento envolvido por normas de justiça, podemos compreender que o  amor-próprio nos orienta para uma vida de sobriedade e moderação. No  amor-próprio não há exageros, extravagâncias ou abusos. Na realidade, é ele que  motiva o indivíduo a dominar-se.&lt;br /&gt;Ao fugir do amor-próprio, a pessoa corre o risco de cair no egoísmo que é a  distorção de um ego frágil, carente, ferido ou traumatizado. O egoísta não  acredita no amor, porque não se ama e duvida que possa ser amado. Acha que, por  não ser amado, não vai receber ajuda de ninguém; por isso, tenta apoderar-se de  tudo. Nessa ânsia, ele não se preocupa com ninguém e passa por cima de qualquer  um.&lt;br /&gt;Dentro da dinâmica do egoísta, podemos observar que ele não usufrui do  companheirismo e intimidade conjugal, porque não pode ser transparente nas suas  intenções. Não se pode mostrar como é. Nunca é directo e aberto, espontâneo ou  autêntico. O egoísta não pode desfrutar de proximidade com o outro, porque não  pode ser visto. Reflecte sempre a imagem e não a pessoa. Não pode gozar de  reciprocidade, porque não tem nada para dar. Não participa da mutualidade,  porque não sabe trocar. Desconhece as vibrações do amor, porque a sua acção é  constantemente governada pelo interesse próprio. Nem do sexo ele pode desfrutar,  porque só pensa em usufruir.&lt;br /&gt;O egoísta não pode interagir intimamente porque não se consegue entregar para  uma relação honesta. Não emite calor, é frio, distante, solitário. Pode até  acumular muito, mas é um eterno carente, com um vazio constante. Está sempre  insatisfeito, porque sofre até com o que come.&lt;br /&gt;O amor-próprio também não é narcisismo. O narcisista gosta demasiado de si  próprio. Tem um ego inflado, pensando que é a coisa mais importante do mundo.  Adora a sua própria imagem. Não cresceu para se tornar um adulto nas trocas com  o mundo. A sua imagem é o objecto de adoração. Não se cuida no que é essencial,  mas gasta a vida no que é artificial, invertendo os valores. Valoriza a  banalidade, vulgariza o que é nobre. Falseia a modéstia; finge humildade com um  objectivo: promover--se. Não sabe que o ser humano é mais que a imagem; que a  pessoa é mais do que a imitação. O seu rosto não muda, porque é uma máscara que  não envelhece. &lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cinco Elementos&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;O amor-próprio flui através de cinco elementos básicos: conhecer,  respeitar, cuidar, responsabilizar e compreender. Primeiro, é preciso entrar em  contacto consigo mesmo através do auto-conhecimento. Nesse caminho vai-se  percebendo como um ser separado dos demais. Vai encontrar-se como um indivíduo  único. Vai deparar-se consigo como um agente livre para tomar decisões. Vai ter  consciência de que as suas acções provocam consequências que podem beneficiar ou  prejudicar outros, tanto como a si mesmo. À medida que cresce no  auto-conhecimento, vão-se descortinando as experiências mais agradáveis e mais  dolorosas. Também percebe que pode ter sofrido traumas que o marcaram. E, quanto  mais se familiariza consigo, mais se capacita a se familiarizar com os outros.&lt;br /&gt;No encontro consigo há o risco de não gostar do que descobre. Por isso, precisa de evoluir para o respeito. Respeitar é  deixar ser. É não se prejudicar, é tolerar, admitir que o que acaba de descobrir  é real. É aceitar-se como é. Se não se respeitar, vai desqualificar-se para  lidar com as tarefas da vida como adulto equilibrado, cônjuge responsável,  profissional eficiente. Pode até não gostar do que conhece, mas isso não muda  nada. É como é. E até para mudar, precisa de se respeitar como é. Quanto mais se  respeita, mais apto estará para se relacionar no contexto familiar.&lt;br /&gt;O terceiro elemento do amor é o cuidado, a parte activa e realizadora do amor.  “Quem ama, cuida”, costuma dizer-se. Precisa de aprender a cuidar de si. Às  vezes é uma aprendizagem demorada, mas é só assim que o indivíduo pode usufruir  da felicidade e tornar outra pessoa feliz. Só quando a pessoa aprende a cuidar  de si, é que capta o significado de cuidar da outra.&lt;br /&gt;Pelo facto de o cuidado ser uma acção que pode ou não ser praticada, surge a  responsabilidade. Isso significa que, para amar, é preciso ter iniciativa,  empenho e desempenho em favor do objecto que merece cuidado. Na responsabilidade  pelo cuidado da própria pessoa, aprende-se a responsabilidade pelo cuidado da  outra.&lt;br /&gt;Finalmente, chegamos à compreensão como o quinto elemento do amor. Aqui  entendemos que precisa de exercer compaixão, misericórdia, sintonia com os  próprios problemas e fracassos. Descobre que precisa de ter paciência com as  suas limitações, tolerância com os seus obstáculos. Se compreende as suas  próprias irracionalidades, negligências e imperfeições, qualifica-se para  compreender os outros.&lt;br /&gt;O amor para com os outros não pode ser praticado se ainda não o exercitou  consigo mesmo. Por isso, a regra do amor para com os outros começa por si.&lt;/p&gt; &lt;p align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 128);"&gt;Belisário Marques, Psicólogo &lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-997605017091110319?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/997605017091110319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=997605017091110319' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/997605017091110319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/997605017091110319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2009/10/obrigacao-de-amar.html' title='A OBRIGAÇÃO DE AMAR'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/StvZcoUsAJI/AAAAAAAAASY/JWw9mYRDz_c/s72-c/casal+24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-7567137402594143312</id><published>2009-07-27T15:49:00.003-03:00</published><updated>2009-07-27T15:57:43.466-03:00</updated><title type='text'>COMPULSÃO SEXUAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Sm34P9g0gTI/AAAAAAAAASA/WUAL26TxWEI/s1600-h/mulher1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 168px; height: 159px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Sm34P9g0gTI/AAAAAAAAASA/WUAL26TxWEI/s400/mulher1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5363215684362076466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal" align="center" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A compulsão sexual é caracterizada por uma grande número de fantasias sexuais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;que ocupam a mente do indivíduo, deixando-o inquieto, e que o impede de fazer outras coisas de maneira dedicada, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;concentrada e coerente. Ele só “pensa naquilo” e têm fantasias sexuais durante todo o tempo e não consegue concentrar-se em outra coisa que não sejam estas fantasias. Normalmente, tais indivíduos não ficam só na fantasia, e a doença os leva aos comportamentos sexuais &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;exagerados e, às vezes, perigosos. Considera-se que para determinar um diagnóstico de compulsão sexual, esse comportamento acima descrito deve durar pelo menos seis meses.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;A diferença entre compulsão e obsessão está na necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária da pessoa e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo (em muitos casos, não necessariamente com o coito) e vira dependente. A obsessão tem menor intensidade de ansiedade e traz menos conseqüências sociais. Em sexo, não há regras definidas de certo ou errado nem de muito ou pouco. Há pessoas que necessitam de sexo mais do que outras e não podem ser rotuladas de viciadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Não é pensar em sexo, mas sim, pensar de uma forma compulsiva, repetitiva, e que não consegue evitar. As mulheres são em menor número na compulsão sexual, mas não na compulsão por comida, álcool, drogas onde a porcentagem é maior. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;O processo até a compulsão sexual geralmente não ocorre rápido. O impulso sexual quando demasiadamente reprimido, ressurge em subprodutos como a doença mental, compulsão sexual neurótica, e os desvios de conduta. O impulso sexual é o componente psicossomático do comportamento sexual, é o fluxo vital das energias sexuais. A sua manifestação pode sofrer influência externa, através da cultura, da educação, dos mitos do que é certo ou errado. O homem necessita equilibrar as forças do impulso sexual, conduzindo-o para formas de comportamento sexualmente aceita na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Os prejuízos para o compulsivo sexual são muitos, tanto na esfera pessoal e social. Quando é descoberto o preconceito é grande, pois gera medo e ansiedade nas pessoas que convivem com o compulsivo. Desta forma ele é colocado de lado e repudiado pela sociedade. Na esfera pessoal o seu sofrimento por fazer o que não aceita leva desde a dificuldades de relacionamento até o suicídio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; text-indent: 35.4pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Existem alguns tratamentos que dependem inicialmente da própria pessoa perceber a necessidade de ajuda e procurar o acompanhamento de um terapeuta que vai tratar a sua grande ansiedade. A terapia é fundamental e busca as raízes do problema. Também é importante ingressar em um grupo de auto-ajuda no moldes dos Alcoólicos Anônimos, onde a troca de experiências faz com que o paciente aprenda mais sobre a dependência e como lidar com ela. Medicamentos também podem ser usados de uma forma sintomática, diminuindo a ansiedade, dando tempo para se ter os resultados da terapia. Sempre a participação do companheiro(a) é essencial para qualquer terapia, pois é com ela que ele mais convive, mais confia e que nos momentos de maior ansiedade pode, por meios aprendidos pelo tempo de convívio, aliviar e relaxar o parceiro. Ela deve estimular o tratamento pela terapia e deixar claro que pode contar com a sua ajuda e que espera com os bons resultados do tratamento poder curtir &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;muitos bons e intensos momentos sexuais com muito carinho e afetividade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: left;margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:'trebuchet ms';"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;por CELSO MARZANO (extraido)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-7567137402594143312?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/7567137402594143312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=7567137402594143312' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7567137402594143312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7567137402594143312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2009/07/compulsao-sexual.html' title='COMPULSÃO SEXUAL'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Sm34P9g0gTI/AAAAAAAAASA/WUAL26TxWEI/s72-c/mulher1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8313917304429097579</id><published>2009-04-24T00:22:00.005-03:00</published><updated>2009-04-24T00:32:24.160-03:00</updated><title type='text'>Vicio em Internet</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SfExbaRR9LI/AAAAAAAAAR4/ykNnHiu4IH0/s1600-h/vicio+internet9.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328094181134038194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 383px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SfExbaRR9LI/AAAAAAAAAR4/ykNnHiu4IH0/s400/vicio+internet9.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Conceito: A Dependência da Internet manifesta-se como uma inabilidade do indivíduo em controlar o uso e o envolvimento crescente com a Internet e com os assuntos afins, que por sua vez conduzem a uma perda progressiva de controle e aumento do desconforto emocional. Com efeitos sociais significativamente negativos, os indivíduos que despendem horas excessivas na Internet, tendem a utilizá-la como meios primários de aliviar a tensão e a depressão, apresentam a perda do sono em conseqüência do incitamento causado pela estimulação psicológica e a desenvolver problemas em suas relações interpessoais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, os dependentes usam a rede como uma ferramenta social e de comunicação, pois têm uma experiência maior de prazer e de satisfação quando estão on-line, podendo este ser um fator preditor para a dependência. Nesta vertente, alguns estudos consideram a sensação subjetiva de busca e/ou a auto-estima rebaixada, timidez, baixa confiança em si mesmo e baixa pró-atividade como outros fatores preditores para o uso abusivo da Internet. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Critérios de dependência de Internet Apresentar, pelo menos, 5 dos 8 critérios abaixo descritos: &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(1) Preocupação excessiva com a Internet &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(2) Necessidade de aumentar o tempo conectado (on-line) para ter a mesma satisfação &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(3) Exibe esforços repetidos para diminuir o tempo de uso da Internet &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(4) Irritabilidade e/ou depressão &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(5) Quando o uso da Internet é restringido, apresenta labilidade emocional (Internet como forma de regulação emocional) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(6) Permanece mais conectado (on-line) do que o programado &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(7) Trabalho e as relações sociais ficam em risco pelo uso excessivo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(8) Mente aos outros a respeito da quantidade de horas conectadas &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;– Tipos de Dependência: E-mails, chats (salas de bate-papo), jogos on-line, compras, sites com conteúdo especifico (eróticos, de relacionamento, bolsa da valores, busca de informações e etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada no Reino Unido indica que trabalhadores britânicos desperdiçam em média dois dias de trabalho por mês com buscas inúteis na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa da instituição YouGov diz também que 70% dos 34 milhões de internautas do país perde quase um terço do seu tempo online em buscas que não têm objetivo definido. Os homens seriam o grupo mais afetado pelo problema, que analistas de hábitos na internet batizaram com a sigla WILF, juntando as primeiras letras da frase "o que eu estava buscando?" em inglês ("what was I looking for"). &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sexo e compras - Um terço dos internautas chegou a admitir que essas pesquisas inúteis chegaram a prejudicar o relacionamento com suas parceiras. Os maiores culpados pelos problemas identificados na pesquisa seriam os sites de compras e os de conteúdo sexual. "No entanto, o estudo mostrou que, embora as pessoas se conectem com algum objetivo, elas têm tantas ofertas e distrações online, que muitos se esquecem porque estão lá e para quê, e acabam surfando sem destino durante horas", disse Lloyd. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Veja as características de usuários graves de internet, que passam muito tempo e que podem ter dependência de internet&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pessoas inteligentes e mentalmente muito ágeis &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Referem passar o “dia todo” conectados &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Pertencentes a todas as faixas etárias &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Apresentam depressão e/ou ansiedade &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Preferem as interações virtuais as reais &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Utilizam a internet como uma forma de expressão daquilo que realmente são e pensam (refúgio) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Ciclo de amizades e de relacionamentos muito empobrecido &lt;/div&gt;&lt;div&gt;- Desenvolvem idiossincrasias na rede &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena fazermos uma reavaliação do uso deste importante instrumento tecnológico, mas que tem feito muitas vitimas pelo seus excessos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8313917304429097579?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8313917304429097579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8313917304429097579' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8313917304429097579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8313917304429097579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2009/04/vicio-em-internet.html' title='Vicio em Internet'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SfExbaRR9LI/AAAAAAAAAR4/ykNnHiu4IH0/s72-c/vicio+internet9.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4794333913907335900</id><published>2009-03-02T09:47:00.003-03:00</published><updated>2009-03-02T10:19:54.018-03:00</updated><title type='text'>FATORES NA SATISFAÇÃO SEXUAL DE MULHERES OBESAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SavckpljoWI/AAAAAAAAARw/sS4zT5PnWYs/s1600-h/obesidade8.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308579107983040866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 298px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SavckpljoWI/AAAAAAAAARw/sS4zT5PnWYs/s400/obesidade8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É muito atual o tema Obesidade. A OMS considera a obesidade uma doença, que tem se alastrado em todas as partes do mundo. A seguir você verá uma sinopse histórica apresentando o tema Obesidade e Sexualidade feminina, desde o início do Século XX. Você concorda que a Obesidade é uma barreira a Sexualidade? São as mulheres "gordinhas" menos sexualizadas que as "em forma"? Leia e deixe seu depoimento sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em 1912, a indústria de seguros estabelecia diretrizes próprias, estabelecendo parâmetros de magreza, normalidade, sobrepeso e obesidade. Qualquer pessoa que se enquadrasse nas categorias; acima do peso ou obesa, tinha agora um rótulo de risco sanitário, sujeito a ataques de coração, diabetes, artrite, asma. Agora, esse risco poderia ser calculado e determinou o quê era "sobrepeso" e o que não era.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto com esta ocorrência, Sigmund Freud estava desenvolvendo algumas teorias e determinando motivações subconscientes que poderiam causar perturbações orgânicas.&lt;br /&gt;De acordo com os investigadores e psiquiatras, Glucksman, Rand, e Stunkard (1978), os psicanalistas Freudianos "enfatizaram que os indivíduos obesos se depararam com sérias perturbações, durante a fase oral, de privações de âmbito emocional e psicosexual ou excessos nesta fase de desenvolvimento, que foram associadas com nutrição , levando o indivíduo a se tornar obeso, presumivelmente, porque a mãe da criança, também propensa à obesidade, alimenta seu filho de forma imprópria, tanto na questão nutricional e emocional. Muitas crianças obesas e adultos como resultado, não distinguem entre fome, saciedade, e outras sensações ou emoções." (pp. 103,104)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rotulando também esse distúrbio como patológico, contribuíram para que a obesidade fosse vista como sinônimo de neurose. Isso deu permissão a muitos setores da sociedade, para denegrir, rejeitar e ridicularizar pessoas gordas, especialmente as mulheres. Em consequência, as mulheres gordas denigrem-se freqüentemente, rejeitam e envergonham-se de seus corpos, sentindo-se pouco a vontade em sua intimidade, pela falta de auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo depois da morte de Freud, muitos analistas influentes continuaram desenvolvendo suas teorias, identificando gordura com sexualidade da fase oral, e afirmando que pessoas gordas não são capazes de se satisfazerem sexualmente, como pessoas “normais”. Especialistas em teorias, sugeriram que pessoas gordas não que não puderam vivenciar uma relação íntima sexualmente positiva, satisfazem-se em seguida, através da comida. O psicanalista Freudiano, Sandor Rado (1926), criou o termo, dentro desses parâmetros de observação, de "orgasmo alimentar" (pág. 577). Embora o próprio Rado , mais tarde, estivesse desiludido com a teoria psicanalítica tradicional (Rado e Daniels, 1956, pp. 17-18), e o conceito do orgasmo alimentar parecia ter desaparecido de escritas psicanalíticas, a idéia que as pessoas gordas não puderam experimentar satisfação sexual genital,não desapareceu (Stunkard, 1976).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de 1950, Harold Kaplan, psiquiatra, e Helen Cantor Kaplan, um psicólogo clínico, compilaram teorias analíticas, da primeira metade do século XX, o conceito psicossomático de obesidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas das 90 teorias analíticas sobre comer demais são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comer demais pode ser:&lt;br /&gt;1. um meio de diminuir ansiedade, insegurança, tensão, preocupação, indecisão,.&lt;br /&gt;2. um meio de alcançar prazer, satisfação, sucesso….&lt;br /&gt;3. um meio de aliviar frustração, privação e desânimo.&lt;br /&gt;4. um meio de expressar hostilidade, seja ela consciente ou inconsciente, negação, ou repressão…&lt;br /&gt;5. um meio de diminuir sentimentos de insegurança e inferioridade&lt;br /&gt;6. um meio de recompensar a si mesmo para alguma tarefa realizada…&lt;br /&gt;7. um meio de diminuir culpa , mesmo que seja a culpa por comer demais.&lt;br /&gt;8. um tipo de desafio, rebelião contra uma autoridade controladora, uma tentativa de independência.&lt;br /&gt;9. um meio de provar inferioridade e justificar a auto-depreciação.&lt;br /&gt;10. um meio de evitar o amadurecimento emocional.&lt;br /&gt;11. um meio de controlar ansiedade de frustração na fase oral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comer demais pode servir:&lt;br /&gt;1. como substituto para amor e afeto&lt;br /&gt;2. para mostrar amor e afeto na gravidez&lt;br /&gt;3. para proteção contra os homens e matrimônio.&lt;br /&gt;Comendo demais ou comida pode ser simbolicamente:&lt;br /&gt;1. representante de conflito de mãe e filho.&lt;br /&gt;2. um tipo de orgasmo alimentar.&lt;br /&gt;3. expressão de apetência sexual insatisfeita.&lt;br /&gt;4. expressão de impulsos sádicos destrutivos.&lt;br /&gt;5. expressão de inveja de pênis e um desejo para privar o macho do pênis dele.&lt;br /&gt;6. expressão de uma fantasia onde comendo demais obtem-se resultados de impregnação.&lt;br /&gt;7. patologicamente uma forte libido oral que está sendo satisfeita de um modo descontrolado.&lt;br /&gt;8. um meio de possuir uma "parte-objeto" como um pênis ou peito.&lt;br /&gt;9. uma defesa contra o feminino inconsciente e ameaçador ou desejos masculinos.&lt;br /&gt;10. uma indicação de uma relação de transtornos entre mãe-criança desde a infância. (pp. 195, 196)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kaplan concluiu isso: "É difícil de descrever todos os fatores psicológicos específicos que foram propostos como sendo associados à obesidade , a única generalização psicopatológica que pode ser feita com confiança sobre pacientes obesos, é que eles são que indivíduos cujo padrão de vida é conflitual e as pessoas afetadas pela ansiedade também o são, tipicamente pela obesidade e têm algum grau de perturbação de personalidade e conflito emocional que pode ser de qualquer tipo ou severidade." (pp. 196 - 199)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Obesidade resulta em sentimentos de inferioridade, insuficiência e vergonha. Esses sentimentos e a obesidade associadas, justificariam todos os fracassos em relações interpessoais que o paciente obeso tem. Eles podem ser usados, como uma racionalização, para evitar qualquer contato adicional com as pessoas e situações ameaçadoras." (pág. 196)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que Kaplans publicou a compilação, vários estudos emergiram desse se se opuseram à idéia de que a obesidade era um sintoma patológico. Rand e Stunkard (1977) combinaram os resultados de quatro pesquisas diferentes, completadas por 104 analistas em 147 pacientes. Os resultados indicaram que ou havia um muito pequena diferença ou nenhuma em casos de psicopatologias entre obesos e pacientes não obesos.&lt;br /&gt;Então, em 1976, Goldblatt e Stunkard usaram uma investigação volumosa feita alguns anos antes para coletar informações sobre as vidas de 1,660 pessoas de Midtown Manhattan. A investigação tinha coletado mas não tinha correlatado o peso e a condição psicológica dessas pessoas. Depois de re-analisar os dados, os investigadores acharam em algumas pessoas obesas, testes de índices ligeiramente mais altos, quanto à ansiedade na infância, fuga, neurastenia, depressão, ansiedade, rigidez, e imaturidade em comparação com o resto dos entrevistados Midtowners mas as diferenças não eram estatisticamente relevantes (pág. 145).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as revelações dessa pesquisa começou uma verdadeira revolução, fato esse, comprovado por Wadden e Stunkard (1996) declaração posterior, "Quando uma psicopatologia é observada em indivíduos obesos, é vista agora como uma conseqüência e não uma causa--uma conseqüência do preconceito e discriminação sofridas" (pág. 163).&lt;br /&gt;São expressadas frustrações, agressões, e inabilidade para ajustar-se a realidade, sempre almejando a comida. Comendo, ela consegue aliviar qualquer tensão, despertada por qualquer motivo."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, dos anos sessenta, comer demais foi classificado freqüentemente como um comportamento viciante. Para muitos, a solução sugerida por comer demais, era seguir as propostas de Alcoólatras Anônimos (uma organização cujo plano por deixar de beber compulsivo tinha segundo notícias êxito por pessoas que seguiram isto rigorosamente). A recomendação de AA era eliminar a substância viciante e dar apoio através das reuniões, depoimentos de outras pessoas, e a ajuda de um "poder mais alto." &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O problema com comer demais, era trata-lo como um hábito impróprio e ao mesmo tempo necessário para a manutenção da saúde e até mesmo da própria vida. Os comedores compulsivos teriam que provar de sua substância viciante todos os dias, ao contrário da proposta anterior dos alcoólatras que eliminavam completamente a substância viciante.Comer foi considerado uma criação imprópria do ego, o que estava em jogo agora, não era o controle dos mecanismos que resultavam na não satisfação da fome pela ingestão de quantias razoáveis de comida, mas controlar todos os sentimentos e humores que causavam o desejo de comer (Overeaters Anonymous, 1939; Doze Passos e Doze Tradições, 1993). &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4794333913907335900?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4794333913907335900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4794333913907335900' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4794333913907335900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4794333913907335900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2009/03/fatores-na-satisfacao-sexual-de.html' title='FATORES NA SATISFAÇÃO SEXUAL DE MULHERES OBESAS'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SavckpljoWI/AAAAAAAAARw/sS4zT5PnWYs/s72-c/obesidade8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-3275626008546860940</id><published>2009-02-11T08:00:00.008-03:00</published><updated>2010-07-05T23:51:23.809-03:00</updated><title type='text'>Medo ou Frescura? - entendendo a Fobia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLBTGEed8I/AAAAAAAAARY/yEdTb7oPun8/s1600-h/aranha+preta.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301512245159557058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLBTGEed8I/AAAAAAAAARY/yEdTb7oPun8/s400/aranha+preta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;O que é?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a name="o_que_e"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Anteriormente denominada fobia simples a fobia específica é o medo persistente e recorrente a um determinado objeto ou circunstância que desencadeia uma forte reação de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/ansiedade.htm"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;ansiedade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;, sempre que apresentado ao paciente fóbico.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/fobias.htm#topo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="diagnostico"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Os critérios para realização do diagnóstico exigem as seguintes condições:um objeto claramente identificável (nos demais transtornos fóbicos e ansiosos nem sempre o objeto é claramente identificável). Este objeto sempre que apresentado desencadeia uma forte reação de medo, ansiedade ou mal estar no paciente, podendo chegar a uma crise semelhante a crise de &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/panico.htm"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;pânico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Os adultos e adolescentes reconhecem que esse medo é exagerado, mas as crianças não necessariamente. Pelo critério norte americano o diagnóstico só pode ser dado quando o objeto fóbico interfere na rotina do indivíduo. Essa posição é passível de crítica não representando a opinião desde site.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/fobias.htm#topo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Características&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="caracteristicas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLASpMm1FI/AAAAAAAAARI/i5lMKRYDIMU/s1600-h/caracol.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301511137897403474" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 184px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLASpMm1FI/AAAAAAAAARI/i5lMKRYDIMU/s400/caracol.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;As fobias, em geral, caracterizam-se pela ausência de motivo para despertar o medo constatado, ou por ser o medo exagerado diante do objeto fóbico. As pessoas com fobia específica não apresentam uma história de traumas, injúrias ou ameaças decorrentes da exposição aos objetos mais comuns da fobia específica. Se isso acontecesse seria necessário diferenciar a fobia específica do estresse pós traumático (perturbação psíquica decorrente e relacionada a um evento fortemente ameaçador ao próprio paciente ou sendo este apenas testemunha da tragédia). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Na maioria das vezes as pessoas com uma fobia específica não são afetadas em sua rotina porque o objeto fóbico não faz parte dela. Quando faz parte torna-se indicado o tratamento.Há situações nas quais o objeto fóbico é o mesmo da agorafobia (comportamento de evitação provocados por lugares ou situações onde o escape seria difícil ou embaraçoso). A diferença entre essas duas formas de fobia baseia-se no que o paciente pensa. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Na fobia há uma forte reação contrária ao objeto, sendo o objeto afastado, a ansiedade some. Na agorafobia o medo é da dificuldade de sair de onde esteja caso passe mal, o que não acontece na fobia específica. Essa diferenciação é importante porque a fobia específica é um problema isolado, já a agorafobia dificilmente vem sozinha, geralmente antecede, vem junto ou depois de um quadro depressivo ou de pânico. Esse transtorno geralmente é identificado na infância ou mesmo na idade adulta. É um problema um pouco mais freqüente nas mulheres e apesar de eventualmente levar a desmaios isso não significa nada especialmente grave. A fobia específica é um transtorno pouco estudado pelo baixo comprometimento que geralmente representa.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/fobias.htm#topo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Objetos mais comuns&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="objetos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Os objetos fóbicos mais comumente encontrados são fobia a animais como cães, aranhas, lesmas. Medo de animais altamente perigosos como &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLAosFtljI/AAAAAAAAARQ/EquYmExsRC0/s1600-h/barata.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301511516630914610" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 184px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLAosFtljI/AAAAAAAAARQ/EquYmExsRC0/s400/barata.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;cobras venenosas, jacarés, tigres não podem ser considerados patológicos. Outras fobias comuns são de sangue, de águas rasas ou profundas, trovões e tempestades, alturas, elevadores, aviões. A lista de objetos fóbicos, contudo, não é restrita: qualquer objeto desde que suscite uma resposta fóbica típica pode enquadrar os critérios de fobia específica.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/tra/ans/fobias.htm#topo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a name="tratamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Pela pequena quantidade de pesquisas nessa área e por causa da pequena demanda de tratamento há poucas pesquisas sobre o da fobia específica. As medicações se mostram ineficazes e a terapia cognitivo-comportamental apresentam resultados bastante satisfatórios. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Ref. Bibliograf:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv01"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt; Liv 01&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv02"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Liv 02&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.psicosite.com.br/div/referencias.htm#liv14"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;Liv 14&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt; Arch Gen Psychiatry 2001; 58(3): 257-265The Genetic Epidemiology of Irrational Fears and Phobias in MenKendler, Kenneth S&lt;br /&gt;www.psicosite.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-3275626008546860940?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/3275626008546860940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=3275626008546860940' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3275626008546860940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3275626008546860940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2009/02/medo-ou-frescura-entendendo-fobia.html' title='Medo ou Frescura? - entendendo a Fobia'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SZLBTGEed8I/AAAAAAAAARY/yEdTb7oPun8/s72-c/aranha+preta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4432213976978251071</id><published>2008-12-29T16:27:00.004-03:00</published><updated>2008-12-29T16:51:45.008-03:00</updated><title type='text'>Agenda de Programa e Eventos para 2009</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVkp-dTYVQI/AAAAAAAAAQ0/qjX8hTvLau8/s1600-h/Feliz+Ano+novo+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5285301790690530562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 323px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVkp-dTYVQI/AAAAAAAAAQ0/qjX8hTvLau8/s400/Feliz+Ano+novo+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A partir de Março de 2009, estaremos abrindo a agenda para novos Programas e Eventos. Caso esteja interessado em nossa participação em alguma programação, por favor reserve sua data no link agenda 2009. Obrigado por acessar nosso blog. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Agradeço a participação de todos no blog, esperamos contar com você no proximo ano também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Desejo a todos um Feliz 2009!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4432213976978251071?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4432213976978251071/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4432213976978251071' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4432213976978251071'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4432213976978251071'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/12/agenda-de-programa-e-eventos-para-2009.html' title='Agenda de Programa e Eventos para 2009'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVkp-dTYVQI/AAAAAAAAAQ0/qjX8hTvLau8/s72-c/Feliz+Ano+novo+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-2896309731146721627</id><published>2008-12-24T13:24:00.003-03:00</published><updated>2008-12-24T13:32:30.057-03:00</updated><title type='text'>A Ditadura do Espelho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVJjZ-QX9SI/AAAAAAAAAQM/v4Y70wbubSY/s1600-h/anorexia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5283394610718569762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 301px; CURSOR: hand; HEIGHT: 309px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVJjZ-QX9SI/AAAAAAAAAQM/v4Y70wbubSY/s400/anorexia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Dentre os muitos males que caracterizam a sociedade moderna está a busca pelo corpo perfeito. Diariamente as bancas de jornal vendem as imagens atualizadas de sucesso. Com isso muitos indivíduos, buscando aproximar-se ao máximo aos modelos de beleza, se sacrificam, investem tempo e dinheiro, pela imagem perfeita. O problema é que todo exagero gera resultados negativos. E com eles surgem, ou são reforçadas, novas patologias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente os consultórios de psiquiatria e psicologia têm recebido muitos clientes que apresentam transtornos ligados a auto-imagem, sendo crescente o número do chamado Transtorno Dismórfico Corporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe a cada um de nós uma reflexão coerente sobre o tema, para que não caiamos nas armadilhas da modernidade, transformando o útil conselho de cuidarmos de nosso corpo numa verdadeira corpolatria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parágrafos a seguir nos ajudam a entender o tema: Transtorno Dismórfico Corporal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Muitos são os pais que se esforçam, em vão, para convencer seus filhos adolescentes de que eles não são tão magros e raquíticos como acreditam, ou que não têm o nariz tão enorme como se vêem, que as espinhas não são tão deformantes como eles reclamam... Os adolescentes, entretanto, não acreditam em nenhum desses argumentos, mesmo se forem ditos por centenas de pessoas... eles continuam diante do espelho reclamando suas “deformidades”. Podem ser portadores de Transtorno Dismórfico Corporal. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A pessoa se vê muito mais gorda do que é de fato, não acredita nas pessoas que dizem-lhe o contrário. Portadores deste mal costumam ver gordurinhas e dobrinhas que, ou não existem, ou são fisiológicas e normais em todas as pessoas. Onde a crença de estar gordo tem características delirante, ou seja, são irremovíveis pela argumentação lógica (foto, balança, opiniões). &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Choi, Pope e Olivardia analisaram a chamada Vigorexia, ou seja, uma síndrome onde as pessoas, geralmente homens, independentemente de sua musculatura (embora normalmente sejam bem desenvolvidos), têm uma opinião patológica a respeito do próprio corpo, acreditando terem uma musculatura muito pequena, fraca e frágil. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os pensamentos persistentes sobre “defeitos” na aparência corporal são praticamente delirantes, além de intrusivos à consciência, difíceis de resistir e em geral acompanhados por compulsões rituais de olhar-se no espelho constantemente, eles não são acompanhados de nenhuma crítica por parte do paciente. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No Transtorno Dismórfico Corporal são mais comuns as queixas que envolvem defeitos faciais, como por exemplo, em relação à forma ou tamanho do nariz, do queixo, calvície, etc. As queixas geralmente envolvem falhas imaginadas ou, se existem são bem mais leves que o paciente imagina, na face ou na cabeça, tais como perda de cabelos, acne, rugas, cicatrizes, marcas vasculares, palidez ou rubor, inchação, assimetria ou desproporção facial, ou pêlos faciais excessivos. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Outras preocupações comuns incluem o tamanho, a forma ou algum outro aspecto do nariz, dos olhos, pálpebras, sobrancelhas, orelhas, boca, lábios, dentes, mandíbula, queixo, bochechas ou cabeça. Não obstante, qualquer outra parte do corpo pode ser o foco de preocupação do paciente, inclusive podem envolver outros órgãos ou funções, como por exemplo, preocupação com o cheiro corporal que exalam, mau hálito, odor dos pés, etc. Embora a queixa seja freqüentemente específica, algumas vezes pode ser vaga e alguns pacientes podem apenas se queixar de uma “feiúra” geral. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Geralmente essas pessoas também apresentam casos de Ansiedade e Depressão, como resultado dos pensamentos distorcidos. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pacientes com Transtorno Dismórfico Corporal em geral são perfeccionistas e podem ter traços de personalidade obsessivos ou esquizóides. Sendo as idéias sobre as deformidades corporais de natureza obsessiva, pode haver também um comportamento compulsivo. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No caso da Vigorexia os exercícios excessivos são compulsivos, mas também a compulsão pode se manifestar através de freqüentes verificações diante do espelho, cansativos exames do suposto “defeito” que podem consumir várias horas do dia. Os pacientes freqüentemente pensam que os outros podem estar observando com especial depreciação sua suposta deformidade, talvez comentando a respeito dela ou ridicularizando-a. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;IncidênciaOs transtornos derivados da excessiva preocupação com o corpo estão se convertendo em uma verdadeira epidemia. Desejar com muito ardor uma imagem perfeita não significa sofrer de uma doença mental, mas aumenta as possibilidades de que este transtorno emocional apareça. Ainda que haja hipóteses biológicas para o Transtorno Dismórfico Corporal, como por exemplo, eventuais alterações nos desequilíbrios nos níveis de serotonina e outros neurotransmissores cerebrais, não cabem dúvidas de que os fatores sócio-culturais e educativos têm uma grande influência em sua incidência. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Transtorno Dismórfico Corporal parece ser diagnosticado com freqüência aproximadamente igual em homens e mulheres, iniciando-se em geral na adolescência de forma gradual ou súbita e seu curso é flutuante e crônico. Porém, os portadores do tipo Vigorexia (Transtorno Dismórfico Muscular) são, em sua maioria, homens entre 18 e 35 anos, os quais começam a dedicar demasiado tempo (entre 3 e 4 horas diárias) as atividades de modelação físicas, resultando em algum tipo de prejuízo sócio-ocupacional. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A idade de início mais comum do Transtorno Dismórfico Corporal também é no final da adolescência ou início da idade adulta. A média de idade está em torno dos 20 anos, não sendo raro que o diagnóstico seja feito mais tardiamente. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segundo dados de Pope, entre 9 milhões de norte-americanos que freqüentam academias de ginástica, existe perto de um milhão de pessoas afetadas por um transtorno de ordem emocional que os impede ver-se como são na realidade, e normalmente esse transtorno é o Transtorno Dismórfico Corporal (ou Muscular). &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Uma das conseqüências do Transtorno Dismórfico Corporal é a esquiva das atividades costumeiras, a qual pode levar a um extremo isolamento social e resultar, em casos graves, no abandono do trabalho ou da escola. Também há dificuldades em fazer amizades e iniciar ou manter relacionamentos amorosos. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ideação suicida ou suicídio consumado também podem ocorrer, assim como repetidas hospitalizações. Além disso, esses pacientes freqüentemente buscam e recebem tratamentos médicos gerais, dentários e cirúrgicos para a correção de imaginados defeitos. Esses tratamentos mal indicados costumam piorar o transtorno, levando a uma intensificação ou novas preocupações, as quais podem resultar em procedimentos mal sucedidos adicionais.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Causas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ainda que não se tenham dúvidas sobre a importância do elemento sociocultural no desenvolvimento e na incidência da Transtorno Dismórfico Muscular, também parece que a patologia está relacionada com desequilíbrios de diversos neurotransmissores do sistema nervoso central, mais precisamente da serotonina. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O tratamento se dá através da conjugação de cuidados médicos e psicoterápicos. A psicoterapia é fundamental, o objetivo é modificar a conduta da pessoa, recuperando sua autoestima e superando o medo do fracasso social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- in. PsiqWeb Internet, disponível em &lt;/em&gt;&lt;a href="http://virtualpsy.locaweb.com.br/"&gt;&lt;em&gt;http://virtualpsy.locaweb.com.br/&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, revisto em 2008&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-2896309731146721627?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/2896309731146721627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=2896309731146721627' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2896309731146721627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2896309731146721627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/12/ditadura-do-espelho.html' title='A Ditadura do Espelho'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SVJjZ-QX9SI/AAAAAAAAAQM/v4Y70wbubSY/s72-c/anorexia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-950390264256424091</id><published>2008-11-19T09:18:00.002-03:00</published><updated>2008-11-19T09:21:22.752-03:00</updated><title type='text'>A Ditadura do Orgasmo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SSQEgA8xqRI/AAAAAAAAAQE/_f4RvmPlF9A/s1600-h/anorgasmia4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270342411987560722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 221px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SSQEgA8xqRI/AAAAAAAAAQE/_f4RvmPlF9A/s400/anorgasmia4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na década de 60, as mulheres lutaram por liberdade sexual, por ter direito ao prazer e por se emanciparem da repressão da família e da sociedade. Parece que deu certo, e deu certo até demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, tanto as mulheres quanto os homens, são quase intimados a apresentar um bom desempenho na cama e a ter uma vida sexual obrigatoriamente ativa. É a revolução sexual às avessas.Não ter vida sexual ativa, e bem ativa, passou a ser sinônimo de fracasso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de dizer adeus aos preconceitos, às proibições, à repressão sexual, a sociedade parece viver numa espécie de ditadura do sexo.Um exemplo disso é a obrigatoriedade do orgasmo, principalmente no caso das mulheres. Muitas fingem que chegaram ao ápice do prazer só para não correrem o risco de perder o parceiro, de serem consideradas mutiladas sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas vivem querendo ser uma espécie de atletas na cama como, se estivessem participando de uma disputa onde o mais feliz será aquele mais permissivo, libidinoso, descontraído e sexualizado.Quando a pessoa não consegue ter o desempenho esperado, tanto homens quanto mulheres, acabam se sentindo obrigatoriamente deprimidos, infelizes e frustrados. Essa baixa auto-estima se mostra mais contundente quanto mais a pessoa se queixa publicamente desses seus "defeitos".O problema talvez seja o modelo e parâmetro culturalmente estipulado para que a pessoa se sinta feliz, independentemente dos próprios princípios, gostos, crenças e valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não obedece o modelo divulgado por certas "novelas" deve se sentir frustrado, retrógrado e infeliz.Depois de muito tempo de repreensão da sexualidade, as pessoas, principalmente as mulheres, decidiram virar a mesa e viver o sexo com mais liberdade. O problema é que partiram do proibido diretamente para o obrigatório e o que era para ter sido uma revolução sexual, virou ditadura.Na tentativa de se adaptar a tanta modernidade, surgem os conflitos pessoais. Muitas vezes, as pessoas adotam comportamentos que vão contra o que desejam e acreditam, ou seja, acabam fazendo o que devem (culturalmente) de forma emancipada daquilo que desejam de fato. Ou acabam desejando aquilo que não devem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo disso é que antigamente as mulheres eram coagidas a permanecerem virgens até o casamento mas hoje, a adolescente que ainda não perdeu a virgindade é questionada pelas amigas e até ridicularizada.Mas nem todas as pessoas cedem a essa pressão cultural externa. Para aqueles que aderem à obrigatoriedade da vida sexual ativa e cheia de orgasmos, porque de fato é isso que querem, não há problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que não são, em suas intimidades, sexualmente ávidos mas têm determinadas características de personalidade que as levam a ter um comportamento excessivamente preocupado com o que se espera delas, ou excessivamente preocupado com o que vão pensar delas, a possibilidade de terem conflitos é maior, inclusive disfunções sexuais.As pessoas muito preocupadas em terem desempenho sexual de acordo com os padrões vigentes, na verdade, se acostumam a atender uma cobrança não apenas externa, da cultura, mas também interna, de sua própria ansiedade em satisfazer as expectativas dos demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Veja ed. 1692- 21/03/2001&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-950390264256424091?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/950390264256424091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=950390264256424091' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/950390264256424091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/950390264256424091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/11/na-dcada-de-60-as-mulheres-lutaram-por_19.html' title='A Ditadura do Orgasmo'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SSQEgA8xqRI/AAAAAAAAAQE/_f4RvmPlF9A/s72-c/anorgasmia4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8767584757642693180</id><published>2008-10-26T14:29:00.003-03:00</published><updated>2008-10-26T14:55:37.194-03:00</updated><title type='text'>Piercing Lingual prejudica a saúde.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SQSu4DnI5UI/AAAAAAAAALM/6ncM0xGHTt0/s1600-h/piercing1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261522542740956482" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 91px; CURSOR: hand; HEIGHT: 144px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SQSu4DnI5UI/AAAAAAAAALM/6ncM0xGHTt0/s400/piercing1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SQSsMyGpPZI/AAAAAAAAALE/Zw-8gkr8Npc/s1600-h/piercing+lingual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261519600283630994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 197px; CURSOR: hand; HEIGHT: 145px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SQSsMyGpPZI/AAAAAAAAALE/Zw-8gkr8Npc/s400/piercing+lingual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Historicamente, a prática do piercing (do inglês: perfuração) tem sido realizada por várias civilizações. Há relatos de uso entre os egípcios, romanos, maias, tendo &lt;strong&gt;conotações espirituais, sexuais, estéticas e de rituais de passagem&lt;/strong&gt;. Na sociedade atual ele apresenta uma ligação com a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;adolescência e a vontade de ser diferente&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. A moda do piercing ganhou força com o movimento &lt;strong&gt;Hippie dos anos 60 e 70&lt;/strong&gt; e posteriormente com os &lt;strong&gt;Punks nos anos 80 e 90&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Vários locais do corpo, face e boca têm sido escolhidos em função da estética. Os piercings de língua e regiões periorais tornaram – se mais populares com o passar do tempo (CANTO et al. 2002). Atualmente, eles são motivo de preocupação e discussão pelos odontólogos, devido suas interferências prejudiciais na cavidade oral e complicações que podem ter origem infecciosa ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acessório pode provocar infecção, hipersalivação, inchaço, traumas em dentes e até câncer bucal&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;BRASÍLIA - Povos ancestrais como os maias utilizavam o piercing oral em ritos de passagem. Os jovens da era moderna não necessitam mais provar que são bons caçadores, mas ainda utilizam a jóia na bochecha, lábios e principalmente na língua como acessório da moda ou para reafirmar a identificação com sua “tribo”. Porém, o que muitos usuários não sabem é que o adereço pode trazer sérios riscos à saúde, como o câncer bucal.&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, nem sempre os estabelecimentos que colocam as peças seguem as normas de vigilância sanitária e de esterilização. A falta de cuidados com a biossegurança favorece a transmissão cruzada de hepatite e de Aids. O alerta é da Associação Brasileira de Odontologia (ABO).&lt;br /&gt;A dor e o edema na língua são as primeiras complicações que surgem com a punção. Quando a perfuração atinge regiões vascularizadas ou nervosas, o órgão pode apresentar sangramento prolongado ou parestesia (sensações subjetivas vivenciadas mesmo sem estimulação, como frio, calor, formigamento). E se a língua inchar demais pode até fechar a passagem do ar e dificultar a respiração.&lt;br /&gt;“E como somente profissionais de saúde estão habilitados a prescrever antibióticos na fase pós-operatória, o usuário pode desenvolver uma infecção por falta de precauções”, alerta o presidente nacional da ABO, Norberto Francisco Lubiana.&lt;br /&gt;Os riscos não cessam após a colocação da peça. Mesmo que o usuário não apresente quadro infeccioso no início, o hábito de brincar com a jóia ou a simples mastigação pode causar danos aos tecidos vizinhos. A literatura científica reporta casos de fratura dental, trauma na mucosa, gengiva e palato, retração gengival – que deixa o dente mais vulnerável à cárie e à periodontite - e cicatrização exagerada (quelóide) na língua em usuários de piercing. Outros problemas são interferência na mastigação, deglutição e fonação, hipersalivação, dificuldades na fala, além de aspiração da jóia, incorporação da jóia no local da perfuração, obstrução de imagens radiográficas e hipersensibilidade ao metal. Piercings colocados em outras regiões da cavidade oral também podem causar danos irreversíveis aos pacientes.&lt;br /&gt;Lubiana lembra que o trauma contínuo e de baixa intensidade provocado por um objeto estranho ao corpo como o piercing, potencializado pelo consumo de álcool, fumo ou propensão genética, pode levar ao câncer.&lt;br /&gt;O presidente da entidade aconselha aos usuários do acessório a procurar um cirurgião-dentista de sua confiança para acompanhamento e identificação de eventuais danos à saúde bucal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é dificil entender, nem mesmo questionar, que o uso de piercing fere ao princípio de cuidados com corpo requerido pelas orientações bíblicas. Mesmo que alguns queiram minimizar os desdobramentos de seu uso, fica claro para nós que muitas são as evidências, como no artigo acima, que confirmam a Palavra. É simples... a questão é se estou disposto a aceitar...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8767584757642693180?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8767584757642693180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8767584757642693180' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8767584757642693180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8767584757642693180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/10/piercing-lingual-prejudica-sade.html' title='Piercing Lingual prejudica a saúde.'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SQSu4DnI5UI/AAAAAAAAALM/6ncM0xGHTt0/s72-c/piercing1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-693479514436490715</id><published>2008-10-05T11:27:00.002-03:00</published><updated>2008-10-05T11:37:49.165-03:00</updated><title type='text'>As Pistas da Mentira</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SOjRJqRN_9I/AAAAAAAAAK8/RosKvv-w9ck/s1600-h/mentira.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253678929223221202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="307" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SOjRJqRN_9I/AAAAAAAAAK8/RosKvv-w9ck/s400/mentira.bmp" width="240" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não é de hoje que a Mentira tem trazido tantas complicações a vida humana: corrói relacionamentos, cria riscos, etc... Sabemos que o Inimigo é o pai da Mentira, mas será que é possivel ser sempre verdadeiro... Será a mentira sempre um mal em si mesmo... Há aqueles que pensam diferente, inclusive cristãos... Até a ciencia se interessa por este assunto, como no artigo a seguir, parece que não dá pra esconder a mentira... Quem sabe por ser nossa origem de Alguém verdadeiro, não nos é natural tal atitude.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A mentira é uma característica tão central na vida, que um melhor conhecimento desta será relevante para a compreensão de quase todos os comportamentos humanos (Ekman, 1985). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Pode-se imaginar algumas situações em que se faz necessário identificar a mentira, situações onde esta pode ter uma implicação grave, muito diferente da mentira social: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;1) Um psicólogo, ao entrevistar um detento, a fim de elaborar uma avaliação de soltura, deverá ter conhecimentos para detectar a mentira, pois será um dos responsáveis pelo ajustamento deste à sociedade; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Um juiz, ao dar o veredicto final de um processo, deve estar atento aos sinais indicadores de mentira a fim de proceder com justiça; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3) Um empresário poderá evitar problemas futuros se estiver habilitado para reconhecer tais sinais, ao estabelecer uma negociação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Comportamentos não-verbais podem indicar contradições entre aquilo que o paciente diz e o que se manifesta em seu comportamento, sendo que o terapeuta pode utilizar tais dados em seu trabalho terapêutico, assinalando, por exemplo, as contradições entre o que o paciente mostra com seu corpo e aquilo que diz.&lt;br /&gt;Pode-se definir mentira como o ato de enganar alguém, deliberadamente, sem antes notificá-lo de tal intenção. Assim, de acordo com esta definição, quando se joga pôquer, ao omitir informações sobre seu jogo, você não estará mentindo, pois espera-se que um bom jogador blefe durante a partida. Da mesma maneira que o jogador de pôquer, um ator não espera que seu público acredite que os sentimentos que ele expressa sejam reais. Por outro lado, existe o auto-engano, situação na qual aquele que falseia informação acredita naquilo que diz, logo, não está mentindo (Ekman, 1997).&lt;br /&gt;Segundo Ekman (1985) existem várias formas de mentira: omitir informação verdadeira, falsificar ou apresentar informação falsa como sendo verdadeira, admitir uma emoção dando uma origem falsa para sua causa, contar a verdade falseando-a ou admitir a verdade de maneira tão exagerada que pareça mentira, falar apenas parte da verdade, ou dizer a verdade de forma a parecer o oposto do que é dito.&lt;br /&gt;A seguir abordamos as pistas não-verbais que indicam quando alguém está mentindo.&lt;br /&gt;Sinais da Mentira&lt;br /&gt;Mentimos com mais facilidade com as palavras do que com nossas gesticulações ou posturas corporais. É verdade que as pessoas podem exibir um rosto simpático, construir um sorriso falso e fingir que estão com raiva. Elas podem, ainda, ser falsas nas suas ações, bem como com as palavras, mas apenas quando sabem mais ou menos o que fazer.&lt;br /&gt;Embora, o “bom mentiroso” emita um menor número de sinais com o corpo e com a face, conseguindo suprimir a maior parte dos movimentos de contorção do corpo, restam quase sempre alguns pequenos movimentos corporais (Morris, 1996; Morris, 1978) e faciais (Ekman, 1985) difíceis de se eliminar. Esses movimentos podem limitar-se a micro expressões faciais e a ligeiras alterações de peso ou pressão, sendo que esses indícios podem ser detectados caso o ouvinte esteja alerta para eles. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Gestos&lt;br /&gt;As pistas que mais facilmente podem ser suprimidas quando mentimos são os gestos. Existem alguns tipos de gestos que merecem atenção: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;1) Emblemas são sinais gestuais que, dentro de uma cultura, possuem um significado preciso, sendo usados em lugar de uma palavra ou quando não se pode falar. Os emblemas aparecem cortados e/ou incompletos quando a pessoa mente, surgindo, geralmente, fora da região de apresentação (entre pescoço e quadris). Como exemplos de emblemas, na cultura ocidental, temos o levantar os ombros em sinal de interrogação ou incerteza e o balançar a cabeça em sinal de “sim” ou “não”. Pessoas mentindo levantam sutilmente um dos ombros antes de responder a algumas perguntas, promovendo, desta forma, um sinal de mentira (Ekman,1985). Em resumo, pode-se dizer que os sinais emblemáticos aparecem, deixando escapar informações ocultas, fora da região de apresentação, quando mentimos.&lt;br /&gt;2) Ilustradores são gestos diretamente ligados à fala. Os ilustradores servem apenas para enfatizar ou ilustrar o discurso.Os estudos sobre mentira indicam que há uma tendência das pessoas usarem menos ilustradores quando falseiam uma informação. Na mentira, os ilustradores aparecem fora de sincronia com o discurso. Por exemplo, ao enumerarmos tópicos ilustrando com os dedos (um, dois, três, quatro, etc) estes aparecem atrasados em relação à contagem verbal.&lt;br /&gt;3) Manipuladores ou Adaptadores: Os manipuladores ou adaptadores são gestos que não estão diretamente relacionados à fala. Caracterizam-se como movimentos de auto-manipulação, como coçar o nariz, passar a mão no cabelo, esfregar o queixo, etc. A freqüência de manipuladores aumenta quando a pessoa está tensa e ansiosa (não necessariamente quando está mentindo). Entretanto, como muitas pessoas sentem-se tensas e ansiosas quando estão mentindo, estes gestos podem aparecer nestas ocasiões, em função de um maior “desconforto psicológico”.&lt;br /&gt;Paralinguagem&lt;br /&gt;De acordo com Rector e Trinta (1990), a paralinguagem remete a uma série de ocorrências na linguagem, mas que não fazem parte da Língua. Assim temos: a) Variações de altura e intensidade da voz, não previstas no sistema de entonação; b) as pausas; c) sons que não fazem parte da Língua, como os risos e suspiros; d) outras qualidades da linguagem articulada, como a ressonância. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Embora tenhamos um grande controle sobre o conteúdo de nossa fala, a paralinguagem pode muitas vezes nos trair, fornecendo pistas de que estamos mentindo. Destacamos a seguir alguns sinais paralinguísticos da mentira: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;1) Fala: torna-se mais alta e menos fluente na simulação. Hesitar no início da fala, particularmente se a hesitação ocorrer quando alguém estiver respondendo a uma pergunta, pode ser um sinal de mentira (Ekman, 1985). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Pausas: podem ser mais longas e/ou mais freqüentes quando as pessoas mentem. É como se fosse necessário parar para pensar antes de responder uma pergunta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3) Tom de Voz: de acordo com a literatura, quanto mais nervosa está uma pessoa mais aguda fica sua voz. Como as pessoas, em geral, ficam nervosas quando mentem, uma voz mais aguda pode ser indicador de mentira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado uma pessoa pode estar nervosa por razões outras que não seja o medo de ser pego mentindo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Face &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As pessoas possuem maior dificuldade de mentir com a face do que com as palavras. Quando falamos, podemos nos monitorar com a audição. O mesmo não acontece com as expressões faciais autênticas, que, além de não possuírem um sistema de feedback sensorial, são involuntárias e possuem um tempo de duração relativamente curto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Inibir uma expressão facial espontânea pode ser muito difícil, e nem sempre estamos atentos o suficiente para antecipar sua ocorrência e controlá-la a tempo de escondê-la com outra expressão. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por outro lado, pode-se dizer que demonstrar na face uma emoção que não é sentida nem sempre é possível, porque as vias neurais subjacentes às expressões espontâneas e às expressões posadas são diferentes, e os músculos faciais respondem de maneira diferente a estímulos provenientes de cada uma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estas são algumas pistas faciais indicadoras de que a pessoa está mentindo sobre suas verdadeiras emoções:&lt;br /&gt;1) Expressões quebradas aparecem quando o sujeito percebe que uma expressão vai aparecer e tenta controlá-la, conseguindo-o apenas em parte. O resultado é que apenas alguns sinais da expressão total aparecem. Comumente, o sorriso ou uma expressão falsa é criada para encobrir a expressão original. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Timing. Expressões verdadeiras são demonstradas rapidamente na face. Se a expressão não é verdadeira, esta tende a permanecer na face por mais tempo que o usual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;3) Expressões Assimétricas: existem evidências de que as expressões voluntárias (não espontâneas) são assimétricas, enquanto que as involuntárias (espontâneas) não o são. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;4) Localização: Se a expressão de uma emoção aparece depois das palavras relativas a esta, provavelmente ela é falsa. Normalmente, a expressão de uma emoção genuína aparece junto com as palavras e até alguns segundos antes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Conclusão&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nesta breve exposição enumeramos apenas algumas pistas não-verbais da mentira. Esse conhecimento representa um instrumento importante para o reconhecimento desta. Com isso não queremos sugerir que a mentira possa ser desvendada por uma “receita de bolo”. O estudo sério e científico requer sua contextualização no âmbito total do comportamento. Os indícios aqui resumidos são apenas uma amostra do que a psicologia experimental vem pesquisando no campo da percepção da mentira. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;por MonicaPortella &amp;amp; Maurício Canton Bastos (extraido)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-693479514436490715?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/693479514436490715/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=693479514436490715' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/693479514436490715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/693479514436490715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/10/as-pistas-da-mentira.html' title='As Pistas da Mentira'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SOjRJqRN_9I/AAAAAAAAAK8/RosKvv-w9ck/s72-c/mentira.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-7370935490359831020</id><published>2008-09-07T11:15:00.003-03:00</published><updated>2008-09-07T11:21:53.344-03:00</updated><title type='text'>SERÁ QUE A FAMÍLIA RESISTIRÁ A TANTA INOVAÇÃO?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SMPjNoiy-aI/AAAAAAAAAK0/zgKDFe1NJDc/s1600-h/Mulher4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243284214550559138" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SMPjNoiy-aI/AAAAAAAAAK0/zgKDFe1NJDc/s400/Mulher4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Nas últimas semanas o Programa Fantástico, da Rede Globo, levou ao ar um quadro falando de novos modelos da família moderna. Segundo a reportagem constata-se cada dia que os casais estão se afastando do modelo tradicional e bíblico de união conjugal. De certa forma o que ocorre em nossa sociedade acaba refletindo também na igreja de Deus. O que será que podemos aprender, questionar e confirmar com essa reportagem, que reproduzimos a seguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do divórcio, a união estável. E, com a união estável, quem se importa como casamento de papel passado? Falando sobre as mudanças que a família brasileira sofreu nos últimos anos, o Fantástico mostrou que, hoje, o casal moderno conta com a ajuda da tecnologia para manter a relação. Apesar de ainda ser forte a vontade de fazer um casamento durar a vida inteira, hoje, de cada quatro casamentos, um acaba em separação no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A família convencional ainda é a maioria. Mas, cada vez mais, surgem novos modelos de família. Uma entrevistada, Nancy Mattos disse: Não, não é que era ruim. Mas a gente sempre chegava à conclusão que quando cada um está na sua casa, o nosso relacionamento fica muito mais leve e mais gostoso. Há quinze anos eles vivem assim: aliança na mão esquerda, rotina de casados, mas em casas separadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A repórter Renata Ceribelli perguntou: Por que os filhos separaram as casas de vocês? O marido Francisco Barroso: Porque se você começa muito a entrar no atrito dos ‘meus filhos, dos seus filhos’, ‘Ah, são meus filhos, são seus filhos!’, você acaba prejudicando a relação com ela. E para nunca prejudicar a relação com ela, o que era melhor? O melhor era separar as casas. E namorar. Um dos filhos deixou claro que não queria este tipo de relação para ele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Hoje, no Brasil, o casamento e a união estável têm os mesmos direitos. O mesmo patamar, as mesmas garantias. Namorico, de sair uma vez por semana, uma vez ou outra, ficar um dia ou outro, isso não é casamento”, explica o advogado Paulo Lins e Silva. Agora, se a escova de dente já estiver na casa do parceiro... A Constituição de 1988 traz, no artigo 226, a regulamentação do casamento e da união estável. Eles têm os mesmos direitos e garantias. Por isso, morou junto, casou. Apesar de o casamento no civil e união estável terem o mesmo valor perante a lei, na hora de fazer a escolha, o assunto ainda gera muita polêmica dentro das famílias. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um outro pensamento predominante e de não casar se não morar junto antes, para conhecer como é, como vai ser o hábito. Mesmo que algumas pessoas da família não vêem isso de uma forma positiva. Os mais antigos foram enfáticos: Eu acho errado, deve casar. Porque um dia tem filho e o filho vai falar: ‘Mas minha mãe não é casada!’. Hoje em dia tem casamento para todo gosto: casamento no papel, sem papel, morando junto, em casas separadas. Tem até marido e mulher morando em cidades diferentes, mas se vendo todos os dias: graças à tecnologia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Homens e mulheres estão cada vez mais independentes. Será que um não precisa mais do outro para formar uma família?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL727130-15605,00.html&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-7370935490359831020?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/7370935490359831020/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=7370935490359831020' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7370935490359831020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7370935490359831020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/09/ser-que-famlia-resistir-tanta-inovao.html' title='SERÁ QUE A FAMÍLIA RESISTIRÁ A TANTA INOVAÇÃO?'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SMPjNoiy-aI/AAAAAAAAAK0/zgKDFe1NJDc/s72-c/Mulher4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6417570916740308302</id><published>2008-08-10T18:41:00.003-03:00</published><updated>2008-08-10T18:47:34.665-03:00</updated><title type='text'>PEDOFILIA - a violência como doença.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SJ9hMEeozFI/AAAAAAAAAKk/3mLrlWq3Ubc/s1600-h/crian%C3%A7as.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5233008152016374866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SJ9hMEeozFI/AAAAAAAAAKk/3mLrlWq3Ubc/s400/crian%C3%A7as.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Agosto é o mês que ocorre uma campanha maior de conscientização sobre os abusos contra crianças, por isso resolvemos neste artigo endossar esta campanha.&lt;br /&gt;Existem algumas categorias distintas de abuso sexual. Neste artigo nos deteremos a comentar alguns aspectos da Pedofilia&lt;br /&gt;Em todas elas, existe necessidade de tratamento tanto dos abusadores, quanto das vítimas. Não é raro ocorrer que a vítima torne-se um abusador no futuro.&lt;br /&gt;Sinônimo = abuso de menores, incesto, molestação de menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pedofilia é um transtorno parafílico, onde a pessoa apresenta fantasia e excitação sexual intensa com crianças pré-púberes, efetivando na prática tais urgências, com sentimentos de angústia e sofrimento. O abusador tem no mínimo 16 anos de idade e é pelo menos 5 anos mais velho que a vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abuso ocorre em todas as classes sociais, raças e níveis educacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria de abusadores é de homens, mas suspeita-se que os casos de mães abusadoras sejam sub-diagnosticados. Existem 4 faixas etárias de abusadores:&lt;br /&gt;jovens até 18 anos de idade, que aprendem sexo com suas vítimas&lt;br /&gt;adultos de 35 a 45 anos de idade que molestam seus filhos ou os de seus amigos ou vizinhos&lt;br /&gt;pessoas com mais de 55 anos de idade que sofreram algum estresse ou alguma perda por morte ou separação, ou mesmo com alguma doença que afete o Sistema Nervoso Central&lt;br /&gt;e aqueles que não importa a idade, ou seja, aqueles que sempre foram abusadores por toda uma vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sexo praticado com crianças geralmente é oro-genital, sendo menos freqüente o contato gênito-genital ou gênito-anal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As causas do abuso são variáveis. O molestador geralmente justifica seus atos, racionalizando que está ofertando oportunidades à criança de desenvolver-se no sexo, ser especial e saudável, inclusive praticando sexo com a permissão desta. Pode envolver-se afetivamente e não ter qualquer noção de limites entre papéis ou de diferenças de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ocorre dentro do seio familiar (o abusador é o pai ou padrasto, por exemplo), o processo é bastante complicado. Normalmente interna-se a criança para sua proteção, e toda uma equipe trabalha com o clareamento da situação. Por vezes, a criança é também espancada e deve ser tratada fisicamente. A família se divide entre os que acusam o abusador e os que acusam a vítima, culpando esta última pela participação e provocação do abuso. O tratamento, então, é inicialmente direcionado para a intervenção em crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, tanto a criança, quanto o abusador e a família devem ser tratados a longo prazo.&lt;br /&gt;Devido ao fato de abuso de menores ser um crime, o tratamento do abusador torna-se mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conseqüências emocionais para a criança são bastante graves, tornando-as inseguras, culpadas, deprimidas, com problemas sexuais e problemas nos relacionamentos íntimos na vida adulta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüências do Abuso Sexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças e adolescentes vítimas do abuso sexual podem ter uma visão muito diferente do mundo, ao contrário daquelas que cresceram em um ambiente familiar, amoroso e protetor.&lt;br /&gt;Meninos e meninas vítimas, sentem-se traídos e têm dificuldade em confiar nas pessoas ao seu redor. Com isso podem ter graves problemas de relacionamento social e sexual quando adulto&lt;br /&gt;Muitas mulheres que sofreram abuso na infância e/ou adolescência têm vida normal, se casam, tem filhos, são ótimas mães, esposas, profissionais competentes e esforçadas.&lt;br /&gt;Mas um grande número apresenta seqüelas por muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sintomas mais freqüentes (ninguém apresenta todos eles):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Tendência a abuso de tranqüilizantes.&lt;br /&gt;· Tendência a abuso de álcool.&lt;br /&gt;· Dificuldade de manter o peso na faixa desejada.&lt;br /&gt;· Dificuldade de estabelecer relações afetivas duradouras.&lt;br /&gt;· Certa atração pela dor e sofrimento, inclusive sexuais.&lt;br /&gt;· Fases Depressivas muito fortes e de início agudo. Essas fases depressivas tem características diferentes de outras &lt;a href="http://www.mentalhelp.com/depressao.htm"&gt;depressões&lt;/a&gt;: são muito difíceis de tratar, as pacientes toleram doses muito altas de &lt;a href="http://www.mentalhelp.com/antidepressivo.htm"&gt;Antidepressivos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.mentalhelp.com/tranquilizante.htm"&gt;Tranqüilizantes&lt;/a&gt;, sem sentir efeitos colaterais e na muitas vezes também sem sentir efeitos terapêuticos. Essas Depressões aparecem de modo fulminante, de um dia para o outro. Podem durar muito tempo e também podem desaparecer rapidamente. Quase sempre o Médico tem a impressão que os medicamentos não contribuíram muito para o final da fase depressiva.&lt;br /&gt;· Tentativas de suicídio impulsivas, sem planejamento.&lt;br /&gt;· Auto agressão: as pacientes se cortam, se queimam, se batem. Muitas vezes referem que se machucaram para satisfazer uma necessidade irresistível de sentir dor. Ou porque a dor no corpo "é melhor que a dor na alma".&lt;br /&gt;· &lt;a href="http://www.mentalhelp.com/panico.htm"&gt;Ataques de Pânico&lt;/a&gt; e pesadelos muito vívidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento é longo, difícil e sujeito a altos e baixos. Recaídas são sempre esperadas.&lt;br /&gt;A medicação é sintomática, de acordo com os sintomas que se apresentam no momento.&lt;br /&gt;Psicoterapia pode ajudar e deve ser feita com um ou uma Terapeuta que transmita à paciente uma imagem segura, receptiva e confiável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importante: nem sempre as lembranças traumáticas das pacientes são reais. Muitas vezes podem ser imaginárias, imaginadas e sugestionadas por charlatães, filmes e livros. Portanto, muito cuidado antes de endossar acusações feitas pelas pacientes contra pai, irmãos, parentes e ou outras pessoas. A fim de organizar as situações conflituosas as vítimas podem se valer de alterações de conteúdo e contexto, necessitando o profissional estar atendo a como prestar a ajuda devida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6417570916740308302?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6417570916740308302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6417570916740308302' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6417570916740308302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6417570916740308302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/08/pedofilia-violncia-como-doena.html' title='PEDOFILIA - a violência como doença.'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SJ9hMEeozFI/AAAAAAAAAKk/3mLrlWq3Ubc/s72-c/crian%C3%A7as.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-2099407049069968692</id><published>2008-07-02T11:38:00.004-03:00</published><updated>2008-07-02T11:49:13.682-03:00</updated><title type='text'>COMPORTAMENTO RELIGIOSO E OS MECANISMOS DE DEFESA DO EGO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SGuVT8ENg5I/AAAAAAAAAKc/RVHhvBdS8Dw/s1600-h/evangelicos.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218428763012694930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="242" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SGuVT8ENg5I/AAAAAAAAAKc/RVHhvBdS8Dw/s400/evangelicos.jpg" width="353" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SGuUmG4fo6I/AAAAAAAAAKU/t8T7Xsurq0Q/s1600-h/evangelicos.jpg"&gt;&lt;/a&gt; Os&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/mecanismos/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;mecanismos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/defesa/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;defesa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; do Ego&lt;/span&gt; são processos subconscientes desenvolvidos pela personalidade, os quais possibilitam a mente desenvolver uma solução para conflitos, ansiedades, hostilidades&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/impulsos/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;impulsos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; agressivos,&lt;/span&gt; ressentimentos e frustrações não solucionados ao nível da consciência. Técnica psicológica para desenvolver a personalidade, sua finalidade é tentar defender-se, estabelecer compromissos entre impulsos conflitantes e aliviar tensões internas selecionadas inconscientemente e operando automaticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Simplificando, quando nos envolvemos em situações reconhecidas como “risco” a nossa integridade pessoal (a nível psicológico) reagimos com estratégias pessoais criadas a partir de recursos de nossa mente. É interessante nota que as pessoas não têm idéia que utilizam esses recursos. As experiências infantis de certa forma explicam este tipo de reações, que na fase adulta podem prejudicar a vida sócio-afetiva dessas pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No que diz respeito ao ambiente de igreja, muitas vezes a capa de religiosidade pode encobrir fortes conflitos internos na vida de um crente dedicado. Ela abre portas para confirmar e validar alguns comportamento defensivos. O ambiente eclesiástico (como outros) pode propiciar os contextos devidos para o encobrimento dos conflitos internos: poder, liderança, discipulado, exibição, contenção, resignação, fervor, auto-sacrifício, zelo religioso, etc... O fato de transferirmos unicamente para Deus a solução de nossos problemas e encontrar tb nEle a maneira de remediar todos os erros pode manter a pessoa em dilemas, que se fossem atendidos em circunstancias profissionais adequadas seriam mais eficazmente resolvidos. Inclusive proporcionando ao indivíduo princípios e vivências de adoração mais saudáveis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;REPRESSÃO - É um dos mais comuns mecanismos de defesa do ego consiste em afastar uma determinada coisa do consciente, mantendo-a à distância (no inconsciente). manipular o conflito, impulsos em competição, tendências a atos que constitui uma ameaça à imagem que fazemos de nós mesmos afastar ou recalcar da consciência um afeto, uma idéia ou apelo do instinto. Ex: um acontecimento que por algum motivo envergonha uma pessoa pode ser completamente esquecido e se tornar não evocável. Comum em pessoas que foram educadas de maneira repressora, onde principalmente o pecado era sempre apontado como causa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;PROJEÇÃO&lt;span style="color:#000000;"&gt; - É uma &lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/forma/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;forma&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; de deslocamento que dirige&lt;/span&gt;-se para fora, e atribui a outras pessoas seus traços de caráter, atitudes, motivos e desejos contra os quais existem objeções e que se quer negar.Ex: A, incapaz de tolerar a angústia despertada pelo seu ódio de B, inconscientemente muda a sua atitude “eu odeio B” para “B me odeia”. As perseguições religiosas a pessoas ou grupos específicos pode estar vinculadas a este mecanismo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;INTROJEÇÃO - Intimamente relacionada com a identificação, visa resolver alguma dificuldade &lt;a href="http://pt.shvoong.com/tags/emocional/"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;emocional&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt; do indivíduo, ao tomar&lt;/span&gt; para a própria personalidade certas características de outras pessoas. Ex: a criança desenvolve boas e más auto-representações baseado em como seus pais percebem e respondem a elas. Lideres carismáticos podem se tornar figuras-gurus de seus membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGRESSÃO - É o retorno a atitudes passadas que provaram ser seguras e gratificantes, e às quais a pessoa busca voltar para fugir de um presente angustiante. Devaneios e memórias que se tornam recorrentes, repetitivas. Ex:Uma abordagem infantil e imatura do mundo que pode ter permanecido latente por muitos anos, pode ser despertada por uma experiência ou situação frustrante numa fase posterior da vida. Pessoas que nunca crescem, “preferem leite que o alimento sólido.” &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FIXAÇÃO - Detenção de um forma incompleta na evolução da personalidade pela persistência resultante de certos elementos incompletamente amadurecido. Assim a personalidade apresenta uma carência de integração harmoniosa. Sua organização emocional encontra-se em permanente estágio imaturo e há um intervalo entre o estado biológico e a independência emocional. Cessação do processo de desenvolvimento da personalidade em um estágio anterior à completa e uniforme independência amadurecida. Ex: A criança pode continuar a falar como um bebê e a conservar sua dependência com a mãe do período em que estas características deveriam ter sido superadas. No caso de mais velhos a completa dependência de outro adulto, ou ainda comportamento adolescentes irresponsáveis, já na fase adulta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FORMAÇÃO REATIVA (SUPERCOMPENSAÇÃO) -Traço de caráter que representa o exato oposto do que seria naturalmente esperado pela expressão de tendências libertadas, um traço desenvolvido para manter a repressão destes impulsos e para negar e mascara tendências da personalidade que existiram de uma forma oculta. Ex:Traço de caráter perfeccionista e descompromissados constituem frequentemente formações reativas contra tendências, desejos e impulsos proibidos. Pessoas “carolas” demais, muito dedicadas aos serviços religiosos, zelosos... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;COMPENSAÇÃO - A personalidade em suas inadequações e imperfeições apresenta um mecanismos de compensações a fim de tentar assegurar o reconhecimento de que necessita. Ex:Em pessoas cujas reações em relação a realidade em geral e aos estímulos sociais em particular são bem integradas, a existência de uma inferioridade física pode provocar atividades construtivas que resultam em qualidades de notável utilidade social. Buscar ser admirado por dotes especiais, quando a vida pessoal é um verdadeiro fracasso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RACIONALIZAÇÃO - Um dos mais comuns mecanismos planejados para manter o respeito próprio e evitar o sentimento de culpa. Constitui um mecanismo que visa a um propósito útil até o ponto que conduz à auto proteção e ao conforto psíquico. Ex: Quando preferimos acreditar que nosso comportamento é o resultado de deliberação raciocinada, julgamento desprovido de prevenções; consciência de todos os motivos que o determinam. A negação da raiva muitas vezes se dá pelo “perdão” gratuito e pelo sentimento de “pena”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;NEGAÇÃO - Provavelmente é o mecanismo de defesa mais simples e direto, pois alguém simplesmente recusa a aceitar a existência de uma situação penosa demais para ser tolerada. Ex: Não reconhecer os erros de um namorado, quando todos aconselham e mostram, com provas, o contrário. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;SUBLIMAÇÃO - É o mecanismo pelo qual a energia inerente a impulsos primitivos ou inaceitáveis, é transformada e dirigida a objetivos socialmente úteis.&lt;br /&gt;Ex. É comum entre os artistas e pessoas criativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que cada um de nós reage com base em alguns mecanismos de defesa, o problema maior é quando eles nos conduzem a um estilo de vida socialmente desequilibrado, impondo a quem esteja ao redor sofrimentos indevidos. Pior ainda quando isso ocorre num ambiente religioso. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-2099407049069968692?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/2099407049069968692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=2099407049069968692' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2099407049069968692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2099407049069968692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/07/comportamento-religioso-e-os-mecanismos.html' title='COMPORTAMENTO RELIGIOSO E OS MECANISMOS DE DEFESA DO EGO'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SGuVT8ENg5I/AAAAAAAAAKc/RVHhvBdS8Dw/s72-c/evangelicos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-9092399573288082464</id><published>2008-06-08T17:50:00.001-03:00</published><updated>2008-06-08T17:58:33.389-03:00</updated><title type='text'>A Metrossexualidade ameaça o Homem cristão...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SExHw521mLI/AAAAAAAAAKM/ffHrRBviVKk/s1600-h/metrossexual.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5209617774450940082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SExHw521mLI/AAAAAAAAAKM/ffHrRBviVKk/s400/metrossexual.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Muito propalado na atualidade, a figura do homem da pós-modernidade assume contornos bem diferentes de três décadas atrás e põe também em cheque a figura do “varão” de nossas igrejas.&lt;br /&gt;Alguns assumem estilos mais “avançados” outros insistem na “tradição machista”. A questão é até onde este novo modelo pode interferir no padrão ideal de comportamento sócio-sexual do homem cristão...&lt;br /&gt;Abaixo você lê um artigo melhor descreve a figura deste “novo homem”, e nos dá oportunidade de analisar se este padrão representa avança ou ameaça aos padrões masculinos cristãos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;__________________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Atualmente muitos homens vêem se libertando de tabus que foram impostos e se mantiveram intocáveis até meados dos anos 60, passou a conquistar espaços e a adquirir maturidade para interpretar a masculinidade, adquiriu também a tranqüilidade para utilização de produtos de beleza e procedimentos clínicos que o possibilitam a melhorar sua aparência e postergar o envelhecimento.&lt;br /&gt;A imprensa Norte Americana define os traços desse novo homem como sendo: um Homem , heterossexual, moderno e urbano, tão vaidoso quanto as mulheres. e segundo ela.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Segundo os especialistas, é aquele homem que gosta de se cuidar. Faz limpeza de pele, faz as sobrancelhas, faz as unhas, depila o peito e tem outros cuidados com o corpo outrora só permitidos para mulheres. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;O termo "metrossexual", e uma designação fashion-mercadológica para o homem das grandes cidades.&lt;br /&gt;Com o aumento na utilização de cosméticos e procedimentos cirúrgicos, o setor de beleza masculina movimenta hoje cerca de R$ 800 milhões de reais por ano. A afirmação de que homens não fazem compras não passa de um mito. Em época de crise econômica, nada como criar um rótulo, um clichê que possa impulsionar produtos considerados supérfluos. Editoras de jornais e revistas, agências de publicidades, agências de viagens, indústrias da moda e cosmética, estão investindo muitos dolares em marketing especificamente para o mundo masculino.&lt;br /&gt;Há vários anos essas empresas vem se utilizando da publicidade para convencer e converter clientes a serem homens modernos, induzindo-os ao cuidado com sua aparência, com seus hábitos e comportamentos, e o faz, em nome de um “novo homem” , um homem que ganha dinheiro e gasta muito dinheiro consigo mesmo, um homem que acredita que não deve passar desapercebido e que não deve sentir-se ameaçado quanto a sua identidade sexual. É a representação do “novo homem”.&lt;br /&gt;Dados estatísticos mostram a trajetória desse novo homem:&lt;br /&gt;82% acham importante ter a pele bem cuidada&lt;br /&gt;80% gastam mais de cinco minutos diários com a aparência&lt;br /&gt;78% acham importante ter o corpo esbelto&lt;br /&gt;72% se pesam regularmente&lt;br /&gt;68% acham certo fazer cirurgia plástica somente por estética&lt;br /&gt;25% já fizeram dieta&lt;br /&gt;5% já fizeram cirurgia plástica&lt;br /&gt;Uma pesquisa norte americana, que ouviu 519 britânicos e o mesmo número de norte-americanos, concluiu que: 49% dos homens acham perfeitamente normal um homem fazer limpeza de pele e manicure e 39% dos entrevistados aprovam a cirurgia estética masculina.&lt;br /&gt;No Brasil, o número de cirurgias plásticas realizadas em homens subiu de 10% do total para 30% em cinco anos.&lt;br /&gt;Gratch (2003) afirma que: “O que se define agora como metrossexualismo é o resultado da exploração corajosa que alguns homens fazem de seu lado feminino sem serem gays e sem medo de serem confundidos com Gays.”&lt;br /&gt;Como é de se esperar, qualquer ressignificação de conceitos e comportamentos quase sempre acaba tendo um ar de “rótulo”. Porém no caso da metrossexualidade pode esconder algo mais complexo e onipresente, como o desenvolvimento de uma sensibilidade, que até então estava adormecida.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Por: Marcos Antonio Lopez Renna&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-9092399573288082464?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/9092399573288082464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=9092399573288082464' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9092399573288082464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9092399573288082464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/06/muito-propalado-na-atualidade-figura-do.html' title='A Metrossexualidade ameaça o Homem cristão...'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SExHw521mLI/AAAAAAAAAKM/ffHrRBviVKk/s72-c/metrossexual.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-7645522884427371293</id><published>2008-05-15T23:34:00.007-03:00</published><updated>2008-05-20T13:45:55.678-03:00</updated><title type='text'>O USO DE MATERIAL EROTICO ENTRE EVANGELICOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SDMAOK_1KNI/AAAAAAAAAJ8/_793goqAPpE/s1600-h/fantasia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202502238013302994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SDMAOK_1KNI/AAAAAAAAAJ8/_793goqAPpE/s400/fantasia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SCz1Fa_1KMI/AAAAAAAAAJ0/WzRzof3bc2M/s1600-h/lingerie.jpg"&gt;&lt;/a&gt;O uso de material erótico tem aumentado cada dia no meio evangélico. Homens e mulheres se valem das “novidades” do mercado do sexo para incrementar seus relacionamentos. Existem aqueles que defendem as inovações, como forma de aquecer a relação; e outros que condenam tal atitude, justificando que no amor conjugal ambos já são suficientes, e que nas regras de condutas cristãs tais atos seriam repugnáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No geral, o que temos visto é o aumento no consumo destes materiais. Principalmente os mais jovens são influenciados pelas inovações e apelos sexuais. As mulheres têm sido alvo preferido dos comerciantes e publicitários. Algumas manchetes e artigos na mídia dão destaque à presença feminina nestes ambientes, como no artigo a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres representam 70% dos consumidores de sex shops espalhados pelo Brasil, setor que movimenta mais de R$700 milhões por ano. Os dados são da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual. "Aqui, o número é até maior. Noventa por cento dos nossos clientes são mulheres", garante Jucimara Bartel, proprietária da loja The Dreams, uma das mais antigas do ramo na cidade. Indiscutivelmente, são elas quem mais correm atrás dos sonhos eróticos. "No íntimo o que elas querem é agradar a pessoa que amam", define Jucimara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vontade de alcançar o prazer na cama é tanta que as noivas já se preocupam em montar o enxoval erótico. Até as mais pudicas das senhoras se rendem aos produtos que prometem apimentar a relação, ainda que somente em momentos especiais, como aniversários de casamento. "O tabu vem sendo quebrado. Em 1996, quando decidi abrir a loja, foi difícil até anunciar em lista telefônica. Hoje, os produtos eróticos ganham espaço até em salões de beleza, mesmo em cantinhos escondidos", compara Jucimara, que vem se dedicando a ampliação do negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das clientes mais assíduas da loja, Daiana Mascarenhas não tem vergonha de dizer que procura o sex shop pelo menos duas vezes por mês. "Desde criança tinha curiosidade. Quando comecei a ter relação, com 15 anos, minha mãe é quem comprava os produtos para mim. Sonhava em completar 18 anos para eu mesma poder comprar", confessa a universitária de 22 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O item preferido de Daiana é a bolinha tailandesa, que a ajuda a exercitar a musculatura vaginal. "Faço 20 repetições de exercício todos os dias para me liberar mais nas relações. Gosto também do lubrificante oriental que esquenta. É muito bom!", elogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em busca de mais prazer na relação sexual, as mulheres lançam mão dos mais diversos produtos e artigos: desde simples óleos de massagem, lubrificantes, géis térmicos, lingeries sensuais e fantasias, até os mais modernos vibradores.&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn1" name="_ednref1"&gt;[i]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em posição oposta, Feuerstein (1995)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn2" name="_ednref2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; declara que a revolução sexual da década de 60 nos fez perceber a miséria sexual em que nos encontrávamos, mas não conseguiu oferecer nenhum remédio convincente para ela. Alias, até agravou a nossa situação, encorajando- nos a procurar satisfação pessoal na direção errada. Hoje, mais de 40 anos depois, sabemos que os casamentos abertos, o orgasmo múltiplo e os vibradores não contribuem para a felicidade. Conseguimos perceber mais claramente a chamada exploração do sexo praticada pelos meios de comunicação em massa. Também conseguimos julgar melhor o abismo existente entre o sexo livre para todos prometido pela revolução sexual e a realidade opaca do nosso quarto de dormir. Em outras palavras: estamos mais aptos a olhar com mais profundidade e enxergar mais longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa realizada no ano de 2004, que fez parte de nossa dissertação&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn3" name="_ednref3"&gt;[iii]&lt;/a&gt;, ficou constatado que ainda é grande a resistência do uso de material erótico entre as mulheres evangélicas. Das cerca de 400 mulheres entrevistadas de 5 denominações religiosas, quanto ao uso de material erótico e pornográfico para incrementar a relação do casal a posição foi de rejeição, destacando-se as adventistas como as que apresentam maior índice de rejeição total 55,4% das entrevistadas e somente 5,4% a favor. Também se pode perceber que entre as assembleianas 18,7% e presbiterianas 22,1% ocorreu a maior aceitação total para o uso deste material.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um jeito ou de outro, a verdade a ser comprovada que é dificilmente as práticas sexuais entre os evangélicos não se deixam influenciar pelos novos parâmetros impostos pelo secularismo pós-moderno. Estabelecer um meio termo, uma posição equilibrada, torna-se cada vez mais difícil. É fundamental a introdução destes temas em círculos de discussões mais rotineiras em nossas igrejas, na busca de comportamentos coerentes pautados em princípios salutares e não em extremismos repressores ou liberdades irrefletidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref1" name="_edn1"&gt;[i]&lt;/a&gt; Fonte: http://www.terra.com.br/mulher/sexo/2004/07/13/000.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref2" name="_edn2"&gt;[ii]&lt;/a&gt; FEUERSTEIN, G. A Sexualidade Sagrada. São Paulo, Siciliano, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref3" name="_edn3"&gt;[iii]&lt;/a&gt; NASCIMENTO, Virgilio Gomes. Norma e transgressão da sexualidade: uma pesquisa acerca dos transtornos sexuais femininos e conflitos entre atitudes e comportamento sexual num grupo de mulheres evangélicas do Grande Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Mestrado em Sexologia da Universidade Gama filho, 2005. Dissertação de Mestrado (183 p.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-7645522884427371293?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/7645522884427371293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=7645522884427371293' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7645522884427371293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7645522884427371293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/05/o-uso-de-material-erotico-entre.html' title='O USO DE MATERIAL EROTICO ENTRE EVANGELICOS'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SDMAOK_1KNI/AAAAAAAAAJ8/_793goqAPpE/s72-c/fantasia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-3811832913316331120</id><published>2008-05-05T16:27:00.002-03:00</published><updated>2008-05-05T16:32:13.803-03:00</updated><title type='text'>SEIS MITOS QUE ENVOLVEM O CASAMENTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SB9ggRyL-MI/AAAAAAAAAJs/QYK0vQY_LVs/s1600-h/Casal.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196978602654824642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SB9ggRyL-MI/AAAAAAAAAJs/QYK0vQY_LVs/s400/Casal.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Calvin Thomsen&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A felicidade no matrimônio pode ser duradoura ou fugaz. Alguns estão casados por 40 anos ou mais, e o amor e romance estão vívidos, alegres como se fossem casados há um mês. Outros mal terminam de abrir os presentes de casamento e já percebem amargura no relacionamento, passando a pensar em divórcio ao invés de um lar permanente. O que faz a diferença entre a felicidade duradoura e um breve romance no casamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas modernas nos dão algumas indicações. John Gottman, professor de psicologia da Universidade de Washington, realizou algumas pesquisas pioneiras no atual contexto norte-americano. Gottman tem estudado milhares de casais, levando em consideração as muitas variáveis que afetam a estabilidade matrimonial. Sua pesquisa tem ajudado a esclarecer fatores que conduzem à felicidade conjugal, e outros indicativos que apontam para uma batalha penosa rumo a um provável divórcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa também sugere alguns dos grandes mitos que cercam o amor e o casamento. Esses mitos não se originaram dos antigos rituais e lendas tribais, mas da suposição comum que muitas pessoas acatam como verdade. Vale a pena explorar alguns desses mitos e analisar as implicações de construir uma sólida relação matrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 1: Grandes expectativas podem arruinar o casamento.&lt;br /&gt;O casamento geralmente é visto como uma boa proposta de negócios — criar filhos, gerenciar bens e construir alianças entre famílias. Além do mais, esperamos que o casamento seja eternamente romântico, cheio de paixão sexual, amizade íntima, abrangendo todas as bases tradicionais de paternidade, conexões familiares e administração financeira cotidiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As altas expectativas são consideradas como irreais e prejudiciais a um casamento feliz, mas pesquisas recentes indicam que, conquanto seja necessário ser realista em nossas esperanças, as altas expectativas podem levar a maiores investimentos e a melhores resultados na relação. Pessoas com baixas expectativas aparentemente não investem muito num bom relacionamento e estão dispostas a se contentar com uma união mediana ao invés de excelente. Gottman diz: “Pessoas que têm altos padrões e expectativas para o seu casamento desfrutam melhores e não piores uniões”.1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 2: Homens são de Marte e mulheres de Vênus.&lt;br /&gt;Essa expressão, derivada de um livro muito conhecido por seu título, sugere que homens e mulheres possuem diferenças profundas e desejam fundamentalmente coisas diferentes em seus casamentos. Um dilúvio de livros populares tenta ajudar os casais a lidarem com suas diferenças, sob a premissa de que existe uma enorme lacuna entre o que homens e mulheres desejam. E, ainda mais importante, eles negligenciam o fato de que a evidente diferença entre os sexos tem estado ligada, na pesquisa, a casamentos infelizes, porquanto “existem muito poucas diferenças de sexo em casamentos felizes”.2&lt;br /&gt;O “machismo tradicionalista”(refletido na dominante e controladora abordagem do casamento) está estatisticamente correlacionado a baixos níveis de qualidade no matrimônio.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, existem algumas diferenças comuns que surgem em varias pesquisas.&lt;br /&gt;O fato é que muitas delas também mostram que homens e mulheres querem consideravelmente as mesmas coisas no casamento, e ambos relatam que a profunda amizade é o mais satisfatório num bom relacionamento. Listas de outros fatores que predizem um bom casamento mostram que há somente leves diferenças em como os sexos se posicionam, quanto ao que realmente os satisfaz numa relação íntima.4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casais que constroem sólidas relações estão sintonizados com as personalidades específicas de seus parceiros, e buscam uma firme amizade como base do bom relacionamento. Eles respeitam as diferenças entre os sexos quando elas existem, e buscam opções para satisfazer as necessidades um do outro. Conquanto a Bíblia, de certa forma, use uma linguagem diferente para descrever o papel do homem e da mulher no casamento, o elemento comum é, mutuamente, uma atitude altruísta em que ambos estão receptivos e atentos às necessidades do outro (ver Efésios 5:21-33).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 3: Ouvir efetivamente e evitar a ira são as chaves para administrar conflitos numa boa relação.&lt;br /&gt;Durante várias décadas tem surgido uma variedade de livros e artigos, sugerindo que os casais empreguem o processo conhecido como “ouvir efetivamente” durante os conflitos matrimoniais. Ouvir efetivamente envolve clara identificação dos sentimentos do outro, usando palavras ternas e tentando repetir as preocupações citadas pelo parceiro em forma de paráfrase. Isso é bem similar ao que os terapeutas fazem quando escutam seus clientes. Os pesquisadores que analisaram cuidadosamente as brigas matrimoniais esperavam encontrar, nos casais bem-sucedidos, o uso regular desse conhecimento para resolver seus desentendimentos e esclarecer conflitos no casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não foi isso o que eles descobriram. De início, eles notaram que praticamente ninguém, na verdade, fala dessa forma no calor de uma discussão. As pessoas simplesmente não usam as palavras prescritas quando as tensões estão em alta. Ainda em raras situações, quando o fazem, não há direta influência na resolução do conflito. Nas palavras de Gottman, “isso nada prediz”.5&lt;br /&gt;O estudo, porém, indicou que ouvir efetiva e atenciosamente é valioso de muitas maneiras. Por exemplo, pode ajudar um parceiro a escutar enquanto o outro está se queixando de alguém mais (como o chefe no trabalho). Também é de muita valia numa “conversação de recuperação”, que os casais trabalhem pela restauração do relacionamento depois de uma briga. E isso pode definitivamente ajudar os casais a fortalecerem a intimidade e passarem a conhecer melhor um ao outro, quando não estão em meio a um conflito. Mas a pesquisa matrimonial mostra que, no calor de uma briga, poucas pessoas têm a capacidade de seguir as “regras” da boa comunicação.&lt;br /&gt;Também é interessante o estudo da ira no contexto matrimonial. A ira, por si só, não foi correlacionada estatisticamente ao divórcio, mas o descaso e a atitude defensiva, sim.6 Casais que brigam muito não são necessariamente menos felizes do que pares que não brigam. Muitos casais que tendem a brigar também sabem como beijar e fazer as pazes. Em verdade, um certo volume de conflito e disputa foi relacionado à duradoura paixão no casamento.7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a ira em si que mina o casamento, mas o fracasso em resolvê-la.&lt;br /&gt;A Bíblia afirma que a ira não é pecado (Efésios 4:26), mas também diz “não se ponha o sol sobre a vossa ira”. Escutar efetivamente pode ser parte do reparo de uma relação após um conflito, mas necessitaremos perdoar a nós mesmos e a nosso companheiro pelas imperfeições na maneira com que lidamos com as diferenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 4: Os casamentos inevitavelmente decaem com o tempo.&lt;br /&gt;Embora muitos casais citem um declínio na satisfação matrimonial com o passar do tempo, há muitas descobertas interessantes em recente pesquisa que mostra não ser isso inevitável. Na verdade, o casamento é como muitas outras coisas; é totalmente possível ficar melhor com a prática. O terapeuta matrimonial David Schnarch diz que é apenas mais tarde na vida em conjunto com um parceiro monogâmico, que as pessoas podem começar a descobrir sua paixão e potencial sexual.8 Da mesma forma, a pesquisa de Gottman mostrou que muitos casais descobrem maior tolerância, maior apreço e muito maior desejo de estar com o outro com o passar do tempo. A maior felicidade no casamento não parece ser encontrada na euforia inicial, mas na satisfação em longo prazo havida num matrimônio de muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paixão não é algo dependente da idade. Agora sabemos muito sobre a bioquímica e neurologia do amor e da paixão. A “química” de um relacionamento muda com o tempo. Há uma euforia inicial num novo amor que geralmente dura cerca de dois anos, e o tipo específico de química que caracteriza um relacionamento de longo prazo não é o mesmo da química embriagante que fomenta um novo amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 5: Uma pessoa que sente pouca paixão sexual espontânea está sexualmente morta e é uma pobre parceira conjugal.&lt;br /&gt;Quando imagens superaquecidas de sexo constantemente bombardeiam através da mídia, muitas pessoas casadas sentem que deveriam estar continuamente abrasadas com paixão por seu cônjuge.&lt;br /&gt;Até bem recentemente, os sexólogos supunham que todas as pessoas experimentam o desejo sexual da mesma forma. Algo que você sente desperta um sentimento subjetivo de estimulação. A estimulação gera o desejo sexual, mas, como Michelle Weiner Davis cita, “para algumas pessoas, o desejo sexual — o motivo de tornar-se sexual — não precede o sentimento de excitação; ele na verdade o segue”.9 Em outras palavras, há pessoas que raramente experimentam fantasias apaixonantes, mas, se elas se sentem excitadas com seu parceiro, podem descobrir que apreciam profundamente a experiência e se tornam muito mais unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mito 6: Os opostos se atraem.&lt;br /&gt;A proposição dessa crença é de que somos atraídos por alguém com muitas diferenças, porque nos sentimos mais completos diante das desigualdades dele ou dela. Mais uma vez há alguma verdade nisso, mas não em sua totalidade. As pessoas procuram encontrar algumas diferenças como fator positivo e ponto de atração. As pesquisas mostram que as melhores uniões incluem mais similaridades do que diferenças, e que sendo parecidos em muitos aspectos (tais como idade, educação, preferência religiosa e valores básicos de vida, etc.) haverá maiores níveis de satisfação marital.10 Uma pesquisa sobre tipos de temperamento (tais como a escala de Meyer’s Briggs) mostra que os casais podem apreciar algumas diferenças mas, aqueles que são opostos em todas as quatro escalas são menos felizes que os mais parecidos.11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor meio de abordar o assunto sobre as diferenças é entender que a maioria de nós aprecia poucas diferenças-chave nos estilos que dão equilíbrio à vida. É bom aceitar essas diferenças e não começar um projeto de reforma massiva, uma vez que já nos “enforcamos” mas, se você está procurando um parceiro, não suponha simplesmente que muitas diferenças serão fáceis de superar. As diferenças a que você “faz vistas grossas” na relação podem tornar-se mais desafiadoras com o passar do tempo. É muito melhor buscar alguém que realmente compartilhe seus valores básicos e estilo de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calvin Thomsen é pastor do ministério familiar na Universidade de Loma Linda da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Califórnia. Thomsen está concluindo seu Ph.D. em terapia matrimonial e familiar, e leciona terapia familiar, terapia matrimonial e terapia sexual na Universidade de Loma Linda, sendo ainda conselheiro pastoral na Universidade de La Sierra Email: cthomsen@lluc.org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS&lt;br /&gt;1. John Gottman, The Marriage Clinic: A Scientifically Based Marital Therapy (New York, Norton, 1999), p. 18.&lt;br /&gt;2. Idem, p. 83.&lt;br /&gt;3. Robert Sternberg, Cupid’s Arrow: The Course of Love Through Time (Cambridge: Cambridge University Press, 1998), p. 123.&lt;br /&gt;4. Idem, 150-152.&lt;br /&gt;5. Gottman, p. 11.&lt;br /&gt;6. Idem, p. 12.&lt;br /&gt;7. Idem, p. 14.&lt;br /&gt;8. Ver David Schnarch, Passionate Marriage (New York: Holt, 1997).&lt;br /&gt;9. Michelle Weiner Davis, The Sex-Starved Marriage (New York: Simon and Schuster, 2003), p. 12.&lt;br /&gt;10. Ayala Pines, Falling in Love: Why We Choose the Lovers We Choose (New York: Routlidge, 1999), p. 53.&lt;br /&gt;11. David Keirsey, Please Understand Me II (Del Mar, California: Prometheus Nemesis Book Company, 1998), p. 212. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-3811832913316331120?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/3811832913316331120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=3811832913316331120' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3811832913316331120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3811832913316331120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/05/seis-mitos-que-envolvem-o-casamento.html' title='SEIS MITOS QUE ENVOLVEM O CASAMENTO'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/SB9ggRyL-MI/AAAAAAAAAJs/QYK0vQY_LVs/s72-c/Casal.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-303700781597500755</id><published>2008-03-30T20:00:00.002-03:00</published><updated>2008-03-30T20:10:17.323-03:00</updated><title type='text'>RELAÇÕES AFETIVAS INFLUENCIAM INÍCIO DA PUBERDADE</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R_AdqDk7WxI/AAAAAAAAAJk/AKMuK_zs8Ps/s1600-h/meninas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5183675779455343378" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R_AdqDk7WxI/AAAAAAAAAJk/AKMuK_zs8Ps/s400/meninas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Em famílias bem estruturadas, maturação sexual de meninas começa mais tarde, diz estudo. MENARCA PRECOCE é fator de risco para transtornos de humor, gravidez na adolescência e câncer no aparelho reprodutivo. Meninas criadas em famílias instáveis e mal estruturadas entram na puberdade mais cedo, segundo estudo publicado na revista Child Development por pesquisadores das universidades do Arizona e do Wisconsin.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A puberdade precoce é fator de risco para vários problemas de saúde, como transtornos de humor, abuso de drogas, gravidez na adolescência e câncer no aparelho reprodutivo. A queda na idade da primeira menstruação é um fenômeno global atribuído à melhoria das condições de vida, e uma série de influências ambientais, alimentares e psicológicas ainda pouco compreendidas desempenham papel importante na maturação sexual da mulher.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os psicólogos Bruce Ellis e Marilyn Essex usaram como referência para sua pesquisa o modelo proposto pelo psicólogo britânico Jay Belsky, da Universidade de Londres, segundo o qual a ecologia familiar pode acelerar ou retardar a puberdade em garotas. Fatores estressantes como pobreza, conflito do casal, violência doméstica e falta de atenção e proteção dos pais costumam adiantar a menarca. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Segundo a teoria de Belsky, o organismo ajusta seu desenvolvimento sexual em resposta às condições nas quais vive, o que faz sentido do ponto de vista adaptativo, pois quanto piores são essas condições, mais vantajoso é se tornar independente mais cedo e cuidar do próprio nariz (pena que, nos dias de hoje, nem sempre os preceitos evolutivos façam sentido).Para testar a teoria os pesquisadores acompanharam o desenvolvimento sexual de 227 meninas desde os 6 anos. Condições socioeconômicas, grau de conflito entre os cônjuges, depressão do pai ou da mãe e a relação dos pais com as crianças foram algumas das variáveis observadas. Dosagens hormonais e avaliações de características sexuais secundárias foram realizadas duas vezes até que as meninas terminassem o ensino médio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os resultados mostraram que, nas famílias com pai e mãe presentes e participativos na educação das crianças, sem relatos de depressão e com poucos conflitos conjugais, as alterações hormonais típicas da puberdade ocorreram mais tarde. Além disso, as filhas de mulheres que tiveram a menarca mais tardiamente mostram a mesma tendência, o que aponta para influências genéticas. Maior índice de massa corpórea na infância se relacionou com início mais precoce da puberdade, o que destaca o papel da alimentação na maturação sexual. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-303700781597500755?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/303700781597500755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=303700781597500755' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/303700781597500755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/303700781597500755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/03/relaes-afetivas-influenciam-incio-da.html' title='RELAÇÕES AFETIVAS INFLUENCIAM INÍCIO DA PUBERDADE'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R_AdqDk7WxI/AAAAAAAAAJk/AKMuK_zs8Ps/s72-c/meninas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8748090862625419488</id><published>2008-03-03T10:53:00.005-03:00</published><updated>2008-03-03T11:04:36.941-03:00</updated><title type='text'>Adolescentes Que Tem Iniciação Sexual Precoce se Arrependem Posteriormente</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R8wDxjWvD5I/AAAAAAAAAJc/jDzOiH3zL2c/s1600-h/adolescentes.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173514221780930450" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R8wDxjWvD5I/AAAAAAAAAJc/jDzOiH3zL2c/s400/adolescentes.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;A proporção de adolescentes que tem iniciado sua vida sexual antes dos 16 anos de idade está aumentando. Estudos anteriores demonstraram que a iniciação sexual antes dos 16 anos de idade muitas vezes é acompanhada de sentimento de culpa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Estes estudos, entretanto, foram realizados anos depois da adolescência, e poderiam refletir um amadurecimento da personalidade individual. Entretanto, estudos que avaliassem este comportamento durante a adolescência até então não existiam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um novo estudo publicado na revista British Medical Journal, conduzido por Daniel Wight e colaboradores, sugere que uma boa parte dos adolescentes que tiveram suas primeiras experiências sexuais precocemente mais tarde se arrependem, e desejariam que tivessem esperado por mais tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pesquisadores do MRC Social and Public Health Sciences Unit, em Glasgow, Escócia, avaliaram estudantes com a idade média de 14 anos, acerca de suas experiências sexuais, e suas atitudes acerca destas experiências. Foram avaliados questionários submetidos a 7395 adolescentes (3665 meninos e 3730 meninas).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cerca de 18 % dos meninos e 15 % das meninas relataram ter tido experiências heterosexuais, sendo que 60% destes utilzaram métodos de anticoncepcção oral.Cerca de 30% das meninas e 27% dos meninos disseram que a sua experiência sexual ocorreu muito cedo, ou até mesmo não deveria ter acontecido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os meninos apresentavam ainda uma característica de arrependimento por terem pressionado suas parceiras, enquanto que as meninas se arrependiam mais de terem cedido à pressão, ou de não terem planejado a relação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os cientistas concluíram que a educação dos adolescentes e o desenvolvimento de comunicação podem ajudá-los a evitar um ato de que mais tarde eles possam vir a se arrepender, tendo mais controle sobre a vida sexual, e diminuindo a pressão e o sentimento de culpa resultantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vale a pena lembrar das palavras do sábio Salomão de que há um tempo certo para tudo. Prática sexual de acordo com a Palavra tem seu momento certo (casamento). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: BMJ 2000;320:1243-1244 (6 May) Copyright © 2002 Bibliomed, Inc. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8748090862625419488?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8748090862625419488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8748090862625419488' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8748090862625419488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8748090862625419488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/03/adolescentes-que-tem-iniciao-sexual.html' title='Adolescentes Que Tem Iniciação Sexual Precoce se Arrependem Posteriormente'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R8wDxjWvD5I/AAAAAAAAAJc/jDzOiH3zL2c/s72-c/adolescentes.gif' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8539436779825798503</id><published>2008-02-19T21:59:00.003-03:00</published><updated>2008-02-21T22:47:39.300-03:00</updated><title type='text'>A NATUREZA DOS CONFLITOS SEXUAIS FEMININOS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R7t7xPjgPAI/AAAAAAAAAJU/MFufRRaZAwo/s1600-h/ANORGASMIA-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168861083257027586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R7t7xPjgPAI/AAAAAAAAAJU/MFufRRaZAwo/s400/ANORGASMIA-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Determinantes Físicos das Disfunções Sexuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, não pode existir relação sexual (coito) bem sucedida sem a presença de um pênis e uma vagina funcionantes e respondentes. A integridade destes órgãos a nível vascular, nervoso e endócrino torna-se fundamental para a satisfação sexual. Muitas disfunções advêm de problemas somáticos e, no caso de tratamento, sempre se analisa inicialmente a condição física do indivíduo. A presença de doenças vasculares associadas com diabetes pode resultar na diminuição da excitação sexual; doenças do coração e pulmões também podem dificultar a atividade sexual; incontinência urinária pode levar a desconforto e vergonha, diminuindo a atividade sexual e etc. Estes e outros fatores devem ser amplamente analisados pelo médico. Tratamentos adequados podem levar a uma melhora clínica, facilitando a atividade sexual (Kaplan, 1977).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos casos de doenças, outros fatores podem interferir como uso de narcóticos, abuso de bebidas alcoólicas, patologias locais dos órgãos genitais, estados hormonais flutuantes, uso de medicamentos, fadiga, enfermidade neurológica, depressão e outras causas físicas (Kaplan, op.cit.). Estes fatores podem comprometer a relação atuando em qualquer fase da resposta sexual humana, impedindo o bom desempenho sexual e o prazer mútuo. Ainda devemos considerar como fator físico interveniente na função sexual feminina a idade, com todas as transformações físicas e psicológicas que ocorrem com o envelhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Canella (2000) o climatério feminino corresponde a um período de dois a cinco anos, caracterizado pelos fenômenos que acompanham a parada da função ovariana e, portanto, a capacidade reprodutiva da mulher. Acompanhado da menopausa viriam significantes alterações morfo-fisiológicas do aparelho genital feminino. Estas alterações, por exemplo, seriam responsáveis pela menor vascularização e lubrificação da vagina nos estados excitatórios do coito, possibilitando desconforto no ato sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O climatério feminino, além das mudanças físicas, inclui importantes mudanças emocionais, psicológicas e sociais, associadas ao final do período reprodutivo da mulher, porém abrangendo muito mais do que apenas o fim das menstruações. O surgimento de alguma disfunção sexual pode ocorrer nestes quadros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Lopes e Marinho (2000) a menopausa vem sendo considerada um evento demarcador do climatério feminino, no entanto, apesar de se constituir como um evento universal inerente à espécie humana, não é adequada para explicar toda multiplicidade de fatores envolvidos nesse processo. O conjunto de fenômenos denominados como climatério, não é observado nem percebido de forma igualitária, o que permite inferir que outras variáveis pessoais, conjugais, sociais e culturais representem aspectos importantes a serem considerados, quando são desenvolvidos estudos sobre o assunto em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Determinantes Psicológicos das Disfunções Sexuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que reconheçamos que fatores etiológicos subjacentes às dificuldades sexuais, geralmente apresentam-se sob forma de conflitos de ordem psicológica advindos de experiências traumáticas ou de estruturas de formação repressoras à sexualidade. Tais componentes interferem diretamente no momento da experiência sexual, ora funcionando como inibidor da experiência erótica, ora na dificuldade de eliminação temporária de certo grau de controle e contato com o ambiente, comum no ato sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causas intrapsíquicas das disfunções sexuais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Kaplan (1977), o conflito psicológico foi que, no passado, recebeu maior atenção e, de fato, é extremamente importante a sua dissolução para o tratamento das disfunções sexuais. O conflito interno entre o desejo de satisfazer-se com o sexo e o medo inconsciente de fazê-lo, tem muitas fontes e operam em níveis superficiais e/ou mais profundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas causas psicológicas podem ser entendidas como imediatas, ocorrem no contexto da experiência sexual, ou como impedimento da experiência erótica ou como falha no desempenho sexual. Os indivíduos geralmente apresentam altos níveis de ansiedade e defesas psíquicas contra os sentimentos sexuais. Algumas respostas insatisfatórias são fruto de ignorância sexual, geralmente oriundas de uma educação repressora. Alguns medos (de rejeição, de desempenho, insatisfação do parceiro) podem surgir por ocasião do afloramento de todo processo de excitação sexual. Sentimentos: como culpa e ansiedade, podem refletir lutas e esquivas inconscientes. Algumas pessoas são tomadas de conflitos e sentimento de culpa sobre os desejos e necessidades eróticas que desencorajam os parceiros no processo de estimulação erótica. Por outro lado a tensão sexual pode ser a grande fonte geradora de ansiedade provocada pelo desejo erótico. Tais desejos podem chocar-se com pensamentos proibidos advindos da formação do indivíduo. A ortodoxia religiosa age muitas vezes na construção deste “programa” de censura e defesas cognitivas. No ato sexual as funções autônomas precisam permanecer livres do controle consciente para que se desenvolvam naturalmente (Kaplan, op.cit).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência de falha na comunicação do casal em comunicar francamente os sentimentos e experiências sexuais, geralmente ligados ao nível de confiança desenvolvidos entre os dois, potencializa as dificuldades, sendo importante fator na etiologia das disfunções sexuais. Villa (2002) destaca que a religião acaba exercendo uma forte influência sobre o relacionamento conjugal, inclusive limitando o repertório de habilidades interpessoais, produzindo regras inibitórias no contexto da relação sexual, algumas destas ligadas a esquemas de punições e reforço. Kaplan (1977) comenta que infelizmente nossa sociedade compara sexo e pecado. Por esse motivo, toda a manifestação do desejo de prazer sexual de uma pessoa está sujeita a ser negada, ignorada e tratada como coisa vergonhosa e em geral incessantemente atormentada por conseqüências e associações aflitivas, sobre tudo no período da formação moral - a infância. Daí ao mesmo tempo em que o intenso prazer da sexualidade demonstra ser a força poderosa e onipresente na existência humana, é também facilmente associada ao medo e sentimento de culpa, imobilizadores da boa resposta sexual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8539436779825798503?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8539436779825798503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8539436779825798503' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8539436779825798503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8539436779825798503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/02/natureza-dos-conflitos-sexuais.html' title='A NATUREZA DOS CONFLITOS SEXUAIS FEMININOS'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R7t7xPjgPAI/AAAAAAAAAJU/MFufRRaZAwo/s72-c/ANORGASMIA-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-91617331831617589</id><published>2008-01-28T22:51:00.000-03:00</published><updated>2008-01-31T09:22:33.986-03:00</updated><title type='text'>Lei da Homofobia: ameaça aos cristãos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R6G8XOoIfoI/AAAAAAAAAJM/gcQyYB8QQ_E/s1600-h/homofobia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161613755192737410" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R6G8XOoIfoI/AAAAAAAAAJM/gcQyYB8QQ_E/s200/homofobia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A seguir transcrevemos o Projeto de Lei que esta tramitando no Senado que visa "preservar" os direitos dos gays e homossexuais no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;PROJETO DE LEI DA CÂMARA&lt;br /&gt;Nº 122, DE 2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Nº 5.003/2001, Na Câmara dos Deputados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3º do art. 140 do Decreto–Lei nº 2.849, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, e ao art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto–Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Nacional decreta:&lt;br /&gt;Art. 1º Esta Lei altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, e a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto–Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, definindo os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º A ementa da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar com a seguinte redação: “Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.” (NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 3º o caput do art. 1º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar com a seguinte&lt;br /&gt;redação:&lt;br /&gt;“Art. 1º Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.” (NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 4º–A:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 5º Os arts. 5º, 6º e 7º da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 5º Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.”{NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 6º Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema&lt;br /&gt;de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. Parágrafo único. (Revogado) .”(NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 7º Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões&lt;br /&gt;ou similares: Pena – reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.” (NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 6º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7º-A:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 7º-A Sobretaxar, recusar, preterir ou impedir a locação, a compra, a aquisição, o arrendamento ou o empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 7º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes art. 8º-A e 8º-B:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 8º-A Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 8º–B Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual,&lt;br /&gt;bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 8º Os arts. 16 e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1999, passam a vigorar com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 16. Constituem efeito da condenação:&lt;br /&gt;I – a perda do cargo ou função pública, para o servidor público;&lt;br /&gt;II – inabilitação para contratos com órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional;&lt;br /&gt;III – proibição de acesso a créditos concedidos pelo Poder Público e suas instituições financeiras ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou mantidos;&lt;br /&gt;IV – vedação de isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de natureza tributária;&lt;br /&gt;V – multa de até 10.000 (dez mil) UFIR, podendo ser multiplicada em até 10 (dez) vezes em caso de reincidência, levando–se em conta a capacidade financeira do infrator;&lt;br /&gt;VI – suspensão do funcionamento dos estabelecimentos por prazo não superior a 3 (três) meses.&lt;br /&gt;§ 1º Os recursos provenientes das multas estabelecidas por esta Lei serão destinados para campanhas educativas contra a discriminação.&lt;br /&gt;§ 2º Quando o ato ilícito for praticado por contratado, concessionário, permissionário da administração pública, além das responsabilidades individuais, será acrescida a pena de rescisão do instrumento contratual, do convênio ou da permissão.&lt;br /&gt;§ 3º Em qualquer caso, o prazo de inabilitação será de 12 (doze) meses contados da data da aplicação da sanção.&lt;br /&gt;§ 4º As informações cadastrais e as referências invocadas como justificadoras da discriminação serão sempre acessíveis a todos aqueles que se sujeitarem a processo seletivo, no que se refere à sua participação.”&lt;br /&gt;(NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero:&lt;br /&gt;..............................................................&lt;br /&gt;§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.” (NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 9º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 20–A e 20–B:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 20-A. A prática dos atos discriminatórios a que se refere esta Lei será apurada&lt;br /&gt;em processo administrativo e penal, que terá início mediante:&lt;br /&gt;I – reclamação do ofendido ou ofendida;&lt;br /&gt;II – ato ou ofício de autoridade competente;&lt;br /&gt;III – comunicado de organizações não governamentais de defesa da cidadania e direitos&lt;br /&gt;humanos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 20–B. A interpretação dos dispositivos desta Lei e de todos os instrumentos normativos de proteção dos direitos de igualdade, de oportunidade e de tratamento atenderá ao princípio da mais ampla proteção dos direitos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 1º Nesse intuito, serão observadas, além dos princípios e direitos previstos nesta Lei, todas as disposições decorrentes de tratados ou convenções internacionais das quais o Brasil seja signatário, da legislação interna e das disposições administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º Para fins de interpretação e aplicação desta Lei, serão observadas, sempre que mais benéficas em favor da luta antidiscriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais&lt;br /&gt;de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 10. O § 3º do art. 140 do Decreto–Lei nº 2.649, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 140. .............................................. .............................................................. § 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:&lt;br /&gt;Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos e multa.”(NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 11. O art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto–Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar acrescido do seguinte parágrafo único:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Art. 5º .................................................. Parágrafo uníco. Fica proibida a adoção de qualquer prática discriminatória e limitativa para efeito de acesso a relação de emprego, ou sua manutenção, por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, origem, raça, cor, estado civil, situação&lt;br /&gt;familiar ou idade, ressalvadas, neste caso, as hipóteses de proteção ao menor previstas no inciso XXXIII do caput do art. 7º da Constituição Federal.” (NR)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROJETO DE LEI ORIGINAL Nº 5.003-A, DE 2001&lt;br /&gt;Determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Congresso Nacional decreta: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Art. 1º qualquer pessoa jurídica que por seus agentes, empregados, dirigentes, propaganda ou qualquer outro meio, promoverem, permitirem ou concorrerem para a discriminação de pessoas em virtude de sua orientação sexual serão aplicadas as sanções previstas nesta Lei, sem prejuízo de outras de natureza civil ou penal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Art. 2º Para os efeitos desta Lei são atos de discriminação impor às pessoas, de qualquer orientação sexual, e em face desta, as seguintes situações:&lt;br /&gt;I – constrangimento ou exposição ao ridículo;&lt;br /&gt;II – proibição de ingresso ou permanência;&lt;br /&gt;III – atendimento diferenciado ou selecionado;&lt;br /&gt;IV – preterimento quando da ocupação de instalações em hotéis ou similares, ou a imposição de&lt;br /&gt;pagamento de mais de uma unidade;&lt;br /&gt;V – preterimento em aluguel ou locação de qualquer natureza ou aquisição de imóveis para fins residenciais, comerciais ou de lazer;&lt;br /&gt;VI – preterimento em exame, seleção ou entrevista para ingresso em emprego;&lt;br /&gt;VII – preterimento em relação a outros consumidores que se encontrem em idêntica situação;&lt;br /&gt;VIII – adoção de atos de coação, ameaça ou violência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Art. 3º A infração aos preceitos desta Lei sujeitará o infrator às seguintes sanções:&lt;br /&gt;I – inabilitação para contratos com órgãos da administração pública direta, indireta ou fundacional;&lt;br /&gt;II – acesso a créditos concedidos pelo Poder Público e suas instituições financeiras, ou a programas de incentivo ao desenvolvimento por estes instituídos ou mantidos;&lt;br /&gt;III – isenções, remissões, anistias ou quaisquer benefícios de natureza tributária.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Parágrafo único. Em qualquer caso, o prazo de inabilitação será de doze meses contados da data de aplicação da sanção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Art. 4º O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 90 (noventa) dias.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Art. 6º Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Justiticação&lt;br /&gt;A sociedade brasileira tem avançado bastante.&lt;br /&gt;O direito e a legislação não podem ficar estagnados.&lt;br /&gt;E como legisladores, temos o dever de encontrar mecanismos que assegurem os direitos humanos, a dignidade e a cidadania das pessoas, independente da raça, cor, religião, opinião política, sexo ou da orientação sexual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A orientação sexual é direito personalíssimo, atributo inerente e inegável a pessoa humana. E como direito fundamental, surge o prolongamento dos direitos da personalidade, como direitos imprescindíveis para a construção de uma sociedade que se quer livre, justa e igualitária. Não trata-se aqui de defender o que é certo ou errado. Trata-se de respeitar as diferenças e&lt;br /&gt;assegurar a todos o direito de cidadania. Temos como responsabilidade a elaboração leis&lt;br /&gt;que levem em conta a diversidade população brasileira.&lt;br /&gt;Nossa principal função como parlamentares é assegurar direitos, independente de nossas escolhas ou valores pessoais. Temos que discutir e assegurar direitos humanos sem hierarquizá-los. Homens. mulheres, portadores de deficiência, homossexuais, negros/ negras, crianças e adolescente são sujeitos sociais, portanto sujeitos de direitos.&lt;br /&gt;O que estamos propondo é fim da discriminação de pessoas que pagam impostos como todos nós. É a da garantia de que não serão molestados em seus direitos de cidadania. E para que prevaleça o art. 5º da nossa Constituição: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiras e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e a propriedade.”&lt;br /&gt;A presente proposição caminha no sentido de colocar o Brasil num patamar contemporâneo de respeito aos direitos humanos e da cidadania. E é por esta razão que esperamos contar com o apoio das nobres e dos nobres colegas para a aprovação deste projeto de lei. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sala das sessões, 28 de agosto de 2001. – Deputada Iara Bernardi, PT/SP. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-91617331831617589?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/91617331831617589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=91617331831617589' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/91617331831617589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/91617331831617589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/01/lei-da-homofobia-ameaa-aos-cristos.html' title='Lei da Homofobia: ameaça aos cristãos?'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R6G8XOoIfoI/AAAAAAAAAJM/gcQyYB8QQ_E/s72-c/homofobia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6337925695272575049</id><published>2008-01-11T15:55:00.002-03:00</published><updated>2009-02-11T09:49:22.141-03:00</updated><title type='text'>Família: do Normal ao Homossexual!?!</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R4e9kfsEGLI/AAAAAAAAAHk/L8ZXFOeSamA/s1600-h/FAMILIA+10.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154296733228079282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="231" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R4e9kfsEGLI/AAAAAAAAAHk/L8ZXFOeSamA/s200/FAMILIA+10.jpg" width="162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A cada dia surgem em nosso país novos grupos defensores dos direitos homossexuais. Estamos certos que como cidadãos estes também devem ter seus direitos assegurados e respeitados. A atual e mais forte frente defendida pelo diversos grupos, envolvida por inúmeras polêmicas e confrontação, diz respeito a defesa de um novo modelo de Família, onde prevalecem novos conceitos sobre as relações parentais.&lt;br /&gt;Os conceitos tradicionais e bíblicos são preteridos, relativizados ou questionados como norma padrão, de maneira direta ou indireta, a partir de justificativas de satisfação pessoal com base nos sentimentos dos indivíduos, ou levando-se em conta os problemas sociais. O ponto de vista cristão entende que a Familia tem seu fundamento e expressão num nível muito mais profundo - onde o próprio Deus a formou segundo um modelo Seu, indissolúvel e eterno. Dificilmente ver-se-á a conjugação de idéias tão divergentes, sem que ambas as partes não abandonem as suas trincheiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo transcrevo artigo publicado a partir do entendimento de uma Juiza de Direito sobre o caso de adoção de criança por mulher transexual. Vale a pena refletirsobre as argumentações e evidente tentativa de inclusão de novos conceitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Será que hoje em dia alguém consegue dizer o que é uma família normal? Depois que a Constituição trouxe o conceito de entidade familiar, reconhecendo não só a família constituída pelo casamento, mas também a união estável e a chamada família monoparental - formada por um dos pais com seus filhos -, não dá mais para falar em família, mas em famílias. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Casamento, sexo e procriação deixaram de s er os elementos identificadores da família. Na união estável não há casamento, mas há família. O exercício da sexualidade não está restrito a o casamento - nem mesmo para as mulheres -, pois caiu o tabu da virgindade. Diante da evolução da engenharia genética e dos modernos métodos de reprodução assistida, é dispensável a prática sexual para qualquer pessoa realizar o sonho de ter um filho. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Assim, onde buscar o conceito de família? Esta preocupação é que ensejou o surgimento do IBDFAM - Instituto Brasileiro do Direito de Família, que há 10 anos vem demonstrando a necessidade de o direito aproximar-se da realidade da vida. Com certeza se está diante um novo momento em que a valorização da dignidade humana impõe a reconstrução de um sistema jurídico muito mais atento aos aspectos pessoais do que a antigas estruturas sociais que buscavam engessar o agir a padrões pré-estabelecidos de comportamento. A lei precisa abandonar o viés punitivo e adquirir feição mais voltada a assegurar o exercício da cidadania preservando o direito à liberdade. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todas estas mudanças impõem uma nova visão dos vínculos familiares, emprestando mais significado ao comprometimento de seus partícipes do que à forma de constituição, à identidade sexual ou à capacidade procriativa de seus integrantes. O atual conceito de família prioriza o laço de afetividade que une seus membros, o que ensejou também a reformulação do conceito de filiação que se desprendeu da verdade biológica e passou a valorar muito mais a realidade afetiva. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Apesar da omissão do legislador o Judiciário vem se mostrando sensível a essas mudanças. O compromisso de fazer justiça tem levado a uma percepção mais atenta das relações de família. As uniões de pessoas do mesmo sexo vêm sendo reconhecidas como uniões estáveis. Passou-se a prestigiar a paternidade afetiva como elemento identificador da filiação e a adoção por famílias homoafetivas se multiplicam. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Frente a esses avanços soa mal ver o preconceito falar mais alto do que o comando constitucional que assegura prioridade ab soluta e proteção integral a crianças e adolescentes. O Ministério Público, entidade que tem o dever institucional de zelar por eles, carece de legitimidade para propor demanda com o fim de retirar uma criança de 11 meses de idade da família que foi considerada apta à adoção. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não se encontrando o menor em situação de risco falece interesse de agir ao agente ministerial para representá-lo em juízo. Sem trazer provas de que a convivência familiar estava lhe acarretando prejuízo, não serve de fundamento para a busca de tutela jurídica a mera alegação de os adotantes serem um "casal anormal, sem condições morais, sociai s e psicológicas para adotar uma criança". A guarda provisória foi deferida após a devida habilitação e sem qualquer subsídio probatório, sem a realização de um estudo social ou avaliação psicológica, o recurso interposto sequer poderia ter sido admitido. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Se fa mília é um vínculo de afeto, se a paternidade se identifica com a posse de estado, encontrando-se há 8 meses o filho no âmbito de sua família, arrancá-lo dos braços de sua mãe, com quem residia desde quando tinha 3 meses, pelo fato de ser ela transexual e colocá-lo em um abrigo, não é só ato de desumanidade. Escancara flagrante discriminação de natureza homofóbica. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Justiça não pode olvidar que seu compromisso maior é fazer cumprir a Constituição que impõe respeito à dignidade da pessoa humana, concede especia proteção à fam ília como base da sociedade e garante a crianças e adolescentes o direito à convivência familiar.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Maria Berenice Dias&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Grande do SulVice-Presidente Nacional do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias-IBDFAM&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" href="http://www.mariaberenice.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;www.mariaberenice.com.br&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6337925695272575049?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6337925695272575049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6337925695272575049' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6337925695272575049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6337925695272575049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2008/01/famlia-do-normal-ao-homossexual.html' title='Família: do Normal ao Homossexual!?!'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R4e9kfsEGLI/AAAAAAAAAHk/L8ZXFOeSamA/s72-c/FAMILIA+10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-3825249156167857026</id><published>2007-12-30T19:49:00.000-03:00</published><updated>2007-12-30T21:14:42.500-03:00</updated><title type='text'>PERVERSOES SEXUAIS – Quando o belo se transforma em bestial</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R3gz4fsEGII/AAAAAAAAAHA/mDaSlITcstE/s1600-h/sadismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5149923219570169986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="158" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R3gz4fsEGII/AAAAAAAAAHA/mDaSlITcstE/s200/sadismo.jpg" width="198" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Como bem observou o filósofo inglês John Salisbury, no século XIII, "a licenciosidade crescente e avassaladora sempre caracterizou os períodos de decadência das grandes civilizações." De fato, sempre foi assim. A queda moral invariavelmente antecedeu a destruição completa de povos inteiros. Pode-se dizer que ela prenunciava a extinção iminente de reinos e impérios. Era o sinal de que aquelas civilizações haviam chegado ao fim… Alguém supõe que agora, em nossa época, o processo seja diferente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os animais fazem uso do sexo de uma forma natural, o ser humano tornou-se escravo de seu instinto sexual artificialmente aumentado, principalmente pelos instrumentos da mídia, cuja ênfase e a subversão de valores tradicionais da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originalmente a palavra "perversão" significava todo comportamento humano contrário às normas sociais existentes. Assim, a corrupção, o mau caráter e a marginalização também seriam perversões. Contudo, como a humanidade se especializou em inventar os mais escabrosos artifícios em torno da liberação seu instinto sexual, Perversão passou a ser atualmente sinônimo de Desvio Sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, uma lista das principais perversões catalogadas em artigos psiquiátricos e algumas explicações pertinentes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedofilia: Atração sexual de adultos por crianças de qualquer sexo. Estima-se que nos Estados Unidos, entre 10% e 20% das crianças sejam molestadas sexualmente até a idade adulta. Apesar de proibido, o comércio de fotos e filmes pornográficos com crianças têm aumentado substancialmente no país, o que pode ser ao mesmo tempo efeito e causa do crescimento desse tipo de perversão. De acordo com uma pesquisa, cerca de 45% das pessoas que procuram ajuda psiquiátrica para tratar de perversões sexuais, são pedófilas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sadomasoquismo: Tecnicamente chamada de algolagnia, refere-se à pessoa que só sente satisfação sexual através de uma dor experimentada por ela mesma ou infligida a outrem. Um indivíduo pode ser sádico, masoquista, ou ambos. Podemos nos poupar aqui detalhes dos rituais sadomasoquistas; mencionaremos apenas que para suportar os atos de violência física e moral muitos masoquistas fazem uso de drogas, e não é raro a ocorrência de morte em conseqüência das agressões sofridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fetichismo: Tipo de perversão que consiste em exteriorizar a paixão não em relação a uma pessoa, mas a uma parte dela ou a um objeto de seu uso. Os travestis também são designados de fetichistas, por fazerem uso de vestimentas femininas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Froteurismo: Palavra derivada do francês "frotter", que significa "esfregar" ou "roçar". O froteurista sente um impulso irrefreável de se encostar em mulheres ou de afagá-las eroticamente em lugares públicos. Esse tipo de perversão ocupa o 4º lugar na lista de incidência de pacientes em tratamento, ficando atrás da pedofilia, exibicionismo e voyeurismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exibicionismo: Perversão que consiste em exibir os órgãos genitais a outrem. Ocupa o 2º lugar na freqüência de desvios sexuais, com 25% de incidência entre os pacientes em tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voyeurismo: Também chamado mixoscopia, refere-se àquele que se compraz sexualmente em observar, às escondidas, um ato sexual. Ocupa o 3º lugar em incidência nos pacientes catalogados, com um índice de 12%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hipoxifilia: Esta palavra significa literalmente "atração por teor reduzido de oxigênio". Esse tipo de perversão consiste em tentar intensificar o estímulo sexual pela privação de oxigênio, seja através da utilização de um saco plástico amarrado sobre a cabeça ou de alguma técnica de estrangulamento. Estima-se que só nos Estados Unidos entre 500 a mil pessoas morram acidentalmente por ano vítimas desta prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necrofilia: É a atração sexual por cadáveres. O necrófilo procura manter relações sexuais com corpos humanos mortos. Um artigo científico de psiquiatria confirma que alguns assassinatos são cometidos unicamente com esse propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coprofilia: Também chamada coprolagnia, identifica a excitação erótica motivada pelo cheiro ou contato com excrementos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Urofilia: Também chamada urolagnia, é a variante da coprofilia em relação à urina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zoofilia: Também conhecida como bestialismo, é o sexo feito com animais, que em alguns casos são até treinados para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clismafilia: Refere-se à excitação erótica provocada pela injeção de alguma substância no reto.&lt;br /&gt;Os estudos psiquiátricos sobre o comportamento dos pervertidos sexuais são unânimes em afirmar que os pacientes, sem exceção, insistem que não vêem nenhum motivo para escândalo em relação à sua maneira de ser. Na visão deles, suas preferências eróticas são superiores à sexualidade trivial das pessoas comuns…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Modelo Social propagado hoje baseado no hedonismo (prioridade do prazer pessoal) favorece a busca das novidades em torno de novas sensações. Aumenta dia a dia o número de pessoas que perdem completamente o controle sobre os seus impulsos sexuais. Já há mesmo clínicas especializadas em tratar os chamados "viciados em sexo", e grupos de "sexahólicos anônimos", nos mesmos moldes dos alcoólicos anônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente a Organização Mundial de Saúde reconheceu a compulsão sexual como uma doença que causa dependência. Nos Estados Unidos estima-se que 15 milhões de pessoas sejam compulsivos sexuais (dados de 1994), abrangendo tanto heterossexuais como homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos estar atentos como defensores de princípios bíblicos-cristãos, que o maior problema, que não e recente, e a tentativa mais uma vez de colocar o homem como centro - onipotente. E a retirada de Deus do controle e autoridade sobre nossas atitudes e ações. Infelizmente nossas maiores vitimas são os mais jovens, vitimas de verdadeira enxurrada de apelos aos impulsos, desejos e sensações.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-3825249156167857026?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/3825249156167857026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=3825249156167857026' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3825249156167857026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3825249156167857026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/12/perversoes-sexuais-quando-o-belo-se.html' title='PERVERSOES SEXUAIS – Quando o belo se transforma em bestial'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R3gz4fsEGII/AAAAAAAAAHA/mDaSlITcstE/s72-c/sadismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8146236572157447714</id><published>2007-12-17T08:39:00.000-03:00</published><updated>2007-12-17T08:56:42.504-03:00</updated><title type='text'>Declaração dos Direitos Sexuais</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R2ZiSfsEGHI/AAAAAAAAAG4/ozHuk_Ir13s/s1600-h/liberdade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144907694200854642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R2ZiSfsEGHI/AAAAAAAAAG4/ozHuk_Ir13s/s200/liberdade.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em época de exaltação das Liberdades Individuais e respeito aos Princípios Democráticos, vale a pena estar atento as diversas propostas de regulamentações e orientações nas mais variadas áreas de ação dos seres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Declaração abaixo é mais uma iniciativa de um grupo seleto de profissionais, cientistas e estudiosos de proporem normas, que se por um lado avançam em respeitar as liberdades, por outro favorecem um discurso em que o Individual é colocado como parâmetro de relevância de todas as iniciativas e decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós, que validamos princípios permanentes de conduta vale a pena estarmos atentos, pois este tipo de discurso egocentrado se populariza facilmente. Note as partes por nós italizadas e identifique os possíveis choques na interpretação e incrementação de tais direitos. Acho que vale a pena refletir um pouco...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o XV Congresso Mundial de Sexologia, ocorrido em Hong Kong (China),entre 23 e 27 de agosto p.p., a Assembléia Geral da WAS – World Association for Sexology, aprovou as emendas para a Declaração de Direitos Sexuais, decidida em Valência,no XIII Congresso Mundial de Sexologia, em 1997&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SEXUAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenvolvimento total depende da satisfação de necessidades humanas básicas taisquais desejo de contato, intimidade, expressão emocional, prazer, carinho e amor.Sexualidade é construída através da interação entre o indivíduo e as estruturas sociais. O total desenvolvimento da Sexualidade é essencial para o bem estar individual, interpessoal e social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade inerente, dignidade e igualdade para todos os seres humanos. Saúde sexual é um direito fundamental, então saúde sexual deve ser um direito humano básico.Para assegurarmos que os seres humanos e a sociedade desenvolva uma sexualidadesaudável, os seguintes direitos sexuais devem ser reconhecidos, promovidos,respeitados e defendidos por todas sociedades de todas as maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúde sexual éo resultado de um ambiente que reconhece, respeita e exercita estes direitos sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;O DIREITO À LIBERDADE SEXUAL&lt;/strong&gt; – A liberdade sexual diz respeito à possibilidade dos indivíduos em expressar seu potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;strong&gt;O DIREITO À AUTONOMIA SEXUAL, INTEGRIDADE SEXUAL E A SEGURANÇA DO CORPO SEXUAL&lt;/strong&gt; – Este direito envolve a habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida sexual num contexto de ética pessoa e social. Também inclui o controle e prazer de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;strong&gt;O DIREITO À PRIVACIDADE SEXUAL&lt;/strong&gt; – O direito às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não interfiram nos direitos sexuais dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;O DIREITO A LIBERDADE SEXUAL&lt;/strong&gt; – Liberdade de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;todas as formas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; de discriminação, &lt;em&gt;&lt;strong&gt;independentemente do sexo, gênero, orientação sexual&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais ou físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;strong&gt;O DIREITO AO PRAZER SEXUAL&lt;/strong&gt; – prazer sexual, incluindo &lt;em&gt;&lt;strong&gt;auto-erotismo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, é uma fonte de bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;strong&gt;O DIREITO À EXPRESSÃO SEXUAL&lt;/strong&gt; – A expressão é mais que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de expressar a sexualidade através da comunicação, toques, expressão emocional e amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;strong&gt;O DIREITO À LIVRE ASSOCIAÇÃO SEXUAL&lt;/strong&gt; – significa a possibilidade de casamento ou não, ao divórcio, e ao estabelecimento de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;outros tipos de associações sexuais responsáveis&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. &lt;strong&gt;O DIREITO ÀS ESCOLHAS REPRODUTIVAS LIVRE E RESPONSÁVEIS&lt;/strong&gt; – É o &lt;em&gt;&lt;strong&gt;direito em decidir ter ou não ter filhos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, o número e tempo entre cada um, e o direito total aos métodos de regulação da fertilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. &lt;strong&gt;O DIREITO À INFORMAÇÃO BASEADA NO CONHECIMENTO CIENTÍFICO&lt;/strong&gt; – A informação sexual deve ser gerada através de um processo científico e ético e disseminado em formas apropriadas e a todos os níveis sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. &lt;strong&gt;O DIREITO À EDUCAÇÃO SEXUAL COMPREENSIVA&lt;/strong&gt; – Este é um processo que dura a vida toda, desde o nascimento, pela vida afora e deveria envolver todas as instituições sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. &lt;strong&gt;O DIREITO A SAÚDE SEXUAL&lt;/strong&gt; – O cuidado com a saúde sexual deveria estar disponível para a prevenção e tratamento de todos os problemas sexuais, precauções e desordens.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8146236572157447714?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8146236572157447714/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8146236572157447714' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8146236572157447714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8146236572157447714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/12/declarao-dos-direitos-sexuais.html' title='Declaração dos Direitos Sexuais'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R2ZiSfsEGHI/AAAAAAAAAG4/ozHuk_Ir13s/s72-c/liberdade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1325271524323612284</id><published>2007-12-05T11:42:00.000-03:00</published><updated>2007-12-05T11:48:13.408-03:00</updated><title type='text'>PIERCING – modismo, sexualidade e saúde pública</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R1a5ICS7DMI/AAAAAAAAAGw/7HhoPBGg5S4/s1600-h/piercing2.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140499572396330178" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="219" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R1a5ICS7DMI/AAAAAAAAAGw/7HhoPBGg5S4/s200/piercing2.gif" width="176" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pesquisadores da Universidade Pace concluíram que usar piercing pode ser a maior furada — informa a rede de rádio e TV britânica BBC. Perfurar o corpo com objetos metálicos foi motivo de dor de cabeça para 20% dos jovens consultados. Publicado na revista Mayo Clinic Proceedings, o estudo aponta infecções, sangramentos e quelóides como as complicações mais freqüentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos que pensam que podem aplicar piercings sem sofrer um arranhão, os dados mostram que a falta de esterilização pode trazer sérias conseqüências, como o contágio com aids e hepatite B. Apesar de o questionário ter sido aplicado apenas a voluntários, o doutor Lestes Mayers considera que o uso indevido de piercings pode representar um alto custo ao sistema público de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O levantamento feito com 454 universitários de Pleasantville, estado de Nova Iorque, mostra que a maior parte dos rapazes (27%) prefere pôr um piercing na orelha. Entre as garotas (29%), o local favorito é o umbigo. A pesquisa revela um dado curioso: 23% dos estudantes eram tatuados, mas nenhum deles sofreu problemas decorrentes de tatuagens feitas com material inadequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piercings na língua são os mais perigosos. Podem provocar infecções na gengiva, problemas respiratórios e até prejudicar a fala. No nariz e na parte superior da orelha, as contaminações ocorrem porque o tecido das cartilagens tem pouca irrigação. Isso dificulta a ação defensiva do organismo no combate aos micróbios. No caso das mucosas (lábios, língua e genitais), a umidade pode abrir caminho para a proliferação de fungos e bactérias. "No umbigo, as dobrinhas dificultam a higienização", explica a médica. Em tese, os estabelecimentos que fazem a colocação de piercing no Brasil deveriam atender aos parâmetros de higiene estabelecidos pela Vigilância Sanitária. Não é o que acontece. À falta de fiscalização, adeptos da moda tentam salvar a própria pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A munição de argumentos para quem se opõe ao uso de piercings por jovens não vem só da pacata Pleasantville. A prestigiosa Associação Médica Britânica também já se debruçou sobre o tema, indicando que cerca de um terço dos usuários de piercing apresenta seqüelas. A divulgação desses malefícios já repercutiu no Brasil e está virando moda entre os parlamentares.&lt;br /&gt;Pioneiríssima, a lei 9.828/97 proíbe, em todo o estado de São Paulo, que adolescentes com menos de 18 anos façam tatuagens e coloquem piercings. E, se depender do deputado paulista Neuton Lima (PFL), essa lei vai vigorar em todo o país. Para tanto, ele apresentou um projeto a ser analisado após o fim do recesso do Congresso Nacional. Segundo seus autores, as leis têm por objetivo preservar a integridade de crianças e jovens, protegida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O vereador Jair Cezar vai além. Para ele, piercings e tatuagens expõem os jovens não só a sofrimentos físicos e ameaças à saúde, mas também a "restrições sociais e do mercado de trabalho".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o advogado Walter Ceneviva acredita que as leis ferem os artigos 5, 226 e 227 da Constituição e o conceito de pátrio poder definido pelo ECA. Para ele, a lei é clara: cabe aos pais tanto a decisão sobre o que é melhor quanto a responsabilidade sobre os atos dos filhos, salvo em casos de exploração da criança ou de atos punidos por lei. E sugere aos pais que queiram permitir o uso de piercings que entrem com um mandado de segurança na Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piercings e tatuagens podem trazer desvantagens na hora da conquista por uma vaga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a consultora de RH do Grupo Catho, Gláucia Santos, isto acontece porque ainda existe uma idéia antiga de que o uso de piercings ou tatuagens está relacionado à marginalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forma implícita - Ainda de acordo com a consultora, existe uma discriminação no momento da entrevista, mas ela não é feita de maneira explícita. Isto significa que o selecionador não irá perguntar se a pessoa usa piercing ou tem tatuagem, mas se perceber, este candidato perde pontos."Ter um piercing ou uma tatuagem quebra um pouco da formalidade de algumas situações em que é preciso ser formal. Num primeiro contato, ainda pode parecer que a pessoa é pouco madura", explicou Gláucia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Áreas de atuação- A consultora ainda disse que este tipo de discriminação acontece em áreas em que o profissional terá contato direto com o público. Neste caso, incluem-se a administrativa, comercial e de bancos."Imagine alguém com algo muito chamativo, como um cabelo colorido. Se tem contato com o cliente, perde a seriedade, imagem que tem que passar não somente para os colegas de trabalho", disse Gláucia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ainda explicou que existem profissões em que a aceitação do uso de piercings e tatuagens é mais flexível, como em comunicação e publicidade e propaganda, o que não acontece com os profissionais de direito e medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem do piercing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma longa história sobre o body piercing e seus diversos significados por todo mundo. Historiadores afirmam que há mais de 2000 anos, algumas clãs e tribos já usavam apetrechos para furar a pele em cerimoniais carregados de simbolismos, com conotações espirituais, sexuais, estéticas e de rituais de passagem e costume.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moda do piercing ganhou força com o movimento Hippie dos anos 60 e 70, conquistando jovens adeptos à prática do sadomasoquismo, que viram no adorno uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Morris (1974), chama algumas áreas do corpo de “ecos genitais”, entre elas destacam-se: o umbigo, a boca e as orelhas, locais preferidos para o piercings. Neste caso serviriam para evidenciar a genitalidade do indivíduo, servindo como vitrine aos observadores e interessados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este movimento chegou à Inglaterra com o movimento Punk e nos Estado Unidos com o movimento gay nos anos 80 e 90, chamando a atenção de todo o planeta com o casamento entre o primitivo e o moderno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos sempre estar atentos as propostas de desconstrução socio-cultural, sendo criteriosos e judiciosos na análise e adesão às novidades. E orientar os mais jovens quanto as intenções e efeitos dos novos comportamentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1325271524323612284?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1325271524323612284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1325271524323612284' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1325271524323612284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1325271524323612284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/12/piercing-modismo-sexualidade-e-sade.html' title='PIERCING – modismo, sexualidade e saúde pública'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R1a5ICS7DMI/AAAAAAAAAGw/7HhoPBGg5S4/s72-c/piercing2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8953917457631898199</id><published>2007-11-18T16:00:00.000-03:00</published><updated>2007-11-18T16:02:42.275-03:00</updated><title type='text'>A FINALIDADE NOBRE DO CASAMENTO</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R0CMO1Z1NjI/AAAAAAAAAGU/LsMsgfr30Hk/s1600-h/casal+20.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134257761683846706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="154" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R0CMO1Z1NjI/AAAAAAAAAGU/LsMsgfr30Hk/s200/casal+20.jpg" width="214" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Muitos autores e estudiosos não-cristãos têm percebido que o Casamento enquanto instituição social, pelas mudanças que vem sofrendo, encontra-se sob ameaça e com ele toda a sociedade. A seguir transcrevemos artigo da Prof. Psicóloga Danielle Marques, confirmando esse dilema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casamento vem sofrendo inúmeras mudanças ao longo do tempo. Desde uniões por contrato (Araújo, 2002) até os modos fluidos e indefinidos de relacionar-se na pós-modernidade (Bauman, 1998), o casamento assume aspectos novos, abandona antigos, ficando sempre devendo para a sociedade os motivos de seu sucesso ou fracasso. Com mudanças de âmbito ideológico, onde a contratualidade cede lugar ao amor romântico da ideologia burguesa, os casamentos deixam de ter valor socioeconômico e passam a buscar principalmente a completude amorosa (Araújo, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união matrimonial pode ser entendida como um instrumento de construção nômica, cuja função social reside em dar sentido a vida do indivíduo (Féres-Carneiro, 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano nasce, cresce, reproduz e morre e embora a reprodução não esteja biologicamente vinculada ao casamento, este rito simbólico constitui-se como uma passagem da vida – da infância para a fase adulta – funcionando como uma seta indicativa do caminho a ser seguido pelas pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção de uma família através do casamento permite que esta legitime normas e papéis sociais que serão internalizados pelo indivíduo desde sua infância e os quais serão propagados por ele ao longo de sua vida. A família torna-se, talvez, a primeira instituição social com a qual o indivíduo tem contato e o casamento é entendido como parte integrante dela. De fato, o destaque dado à conjugalidade é tão grande nos estudos sobre família que se chegou a utilizar o casal feliz como parâmetro de avaliação para o grau de felicidade dentro dela (Lasch, 1991).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, na sociedade atual o casamento só é mantido enquanto representar fonte geradora de prazer e satisfação para aqueles que dele fazem parte (Bauman, 1998; Féres-Carneiro, 1998; Vaitsman, 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O casamento ao lado da família na pós-modernidade sofre diversas modificações em sua estrutura e mesmo em sua funcionalidade. A inexistência de um padrão estrutural dominante tal qual pai, mãe e filhos, e a abominação do discurso normatizador institucional pelos indivíduos são as principais características das famílias e das uniões pós-modernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto histórico-social não há a dominância de um padrão de família ou de relação conjugal (como pai, mãe e filhos), o que há são várias formas de relacionar-se afetiva e conjugalmente (Vaitsman, 1994). Isso significa que muitas famílias são regidas pelas mães em vez dos pais; que muitos pais ficam com a guarda dos filhos em caso de separação em vez das mães; que os constantes casamentos e separações possibilitam a existência dentro de um mesmo lar de filhos de uniões com cônjuges diferentes; casais sem filhos, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novos valores são encontrados nas várias formas de conjugalidade tais quais igualdade entre os parceiros, companheirismo, amizade e não obrigatoriedade da procriação. Os mesmos lembram os preceitos pregados pelo casamento onde a reprodução deixa de ser a finalidade última do matrimônio, passando este a ser pautado em propósitos econômicos e psicológicos que sejam prioridade para o casal (Araújo, 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, três características fundamentais na sociedade são postas em cheque: a segurança, a respeitabilidade e a fecundidade. O casamento não significa mais estabilidade uma vez que a lei do divórcio possibilita a separação de casais de forma legal, ele tem a duração que os parceiros decidem de acordo com seus anseios e satisfações e com a mulher no mercado de trabalho, o casamento nem mais representa segurança econômica pela submissão de uma das partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não é mais requisito para se alcançar status social, pois a sociedade pós-moderna tenta livrar-se de laços normativos e filiativos, isto é, deseja abandonar quaisquer amarras que lhe podem a liberdade almejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o casamento não é mais indispensável para a reprodução uma vez que o simbolismo que o envolvia bem como as normas a ele atreladas são deixados de lado (Magalhães, 1993).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, as barreiras sociais que poderiam ajudar um indivíduo a se manter na relação parecem não existir mais. Talvez esse seja um dos motivos pelo qual o número de divórcios tenha aumentado ao longo dos anos. Segundo Féres-Carneiro (2003), para cada quatro casamentos no Brasil há um rompimento conjugal. Esse dado evidencia um índice de divórcio muito alto dentro de nossa sociedade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8953917457631898199?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8953917457631898199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8953917457631898199' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8953917457631898199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8953917457631898199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/11/finalidade-nobre-do-casamento.html' title='A FINALIDADE NOBRE DO CASAMENTO'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/R0CMO1Z1NjI/AAAAAAAAAGU/LsMsgfr30Hk/s72-c/casal+20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6592237123620026473</id><published>2007-10-27T21:59:00.000-03:00</published><updated>2007-10-27T22:22:10.386-03:00</updated><title type='text'>Porque nos apaixonamos?</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RyPiKY0b8lI/AAAAAAAAAF0/0CCIGlPo94A/s1600-h/casal+30.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126189468966711890" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 211px; CURSOR: hand; HEIGHT: 155px" height="127" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RyPiKY0b8lI/AAAAAAAAAF0/0CCIGlPo94A/s200/casal+30.jpg" width="175" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; "Temos a tendência de nos apaixonar por pessoas que são parecidas conosco",&lt;/strong&gt; diz a antropóloga Helen Fisher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Por que Amamos", a obra mais recente da antropóloga americana Helen Fisher, tem texto leve e traz citações literárias que mostram o pensamento do homem frente ao amor. De maneira científica, o livro procura desvendar os mistérios que envolvem esse sentimento no cérebro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outros assuntos, Helen tenta comprovar que o amor faz parte da natureza humana tanto quanto o medo ou a fome. Ele seria, na verdade, o instinto responsável por fazer nossa espécie se perpetuar no planeta. Além de desvendar as reações químicas que acontecem no organismo dos apaixonados, Helen Fisher também toca em tópicos no mínimo curiosos para quem quiser entender um pouco mais do amor. Entre eles, a evolução do 'amor romântico', o amor entre os animais e quem escolhemos quando nos apaixonamos. Sobre último tema, Helen dá apenas uma 'degustação' do que ela e seu grupo de pesquisas estão aprontando. O estudo completo virá em forma de livro e será a próxima obra da autora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro, você diz que o "amor romântico" foi se instalando em nosso cérebro ao longo da evolução do ser humano (a autora é evolucionista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Como você define o 'amor romântico' e como ele se tornou parte do homem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helen Fisher - Eu e meus colegas colocamos 32 pessoas loucamente apaixonadas sob análise para nossos estudos. Encontramos algumas características desse "amor romântico". A parte do cérebro que se torna ativa quando você olha uma foto da pessoa que ama fica bem no interior do órgão. Trata-se de um sistema primitivo e antigo. Acredito que temos três sistemas cerebrais diferentes: o primeiro se trata do impulso sexual; o segundo é o "amor romântico", um estágio intenso de sentimentos obsessivos associados ao parceiro; o terceiro seria a sensação de segurança que você sente quando vive com alguém por muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de colocar essas pessoas sob monitoramento cerebral, minha questão mais importante era saber quanto tempo do dia e da noite elas pensavam no ser amado. E eles disseram que é todo o tempo. Há uma constelação de características que me fizeram perceber que o 'amor romântico' não é uma emoção, são várias. Quando olhei as partes do cérebro que estão envolvidas, me ocorreu que o "amor romântico" é um motor para encontrar um amor específico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "amor romântico" acontece para que você concentre sua energia em uma única pessoa por vez. E o compromisso envolve você tolerar essa pessoa pelo menos até o tempo de criar um filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; Por que o ser humano se apaixona por uma única pessoa de cada vez?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Helen - O "amor romântico" inicia um laço muito intenso entre um homem e uma mulher. O propósito do amor romântico é a concentração em uma única pessoa. Há milhões de anos, as mulheres precisavam de um parceiro para ajuda-las, pois viviam em regiões perigosas. Tinham que carregar os filhos nos braços, não nas costas como os outros primatas. Então, como iriam se proteger? Precisavam de alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Você diz que os aspectos básicos do "amor romântico" não mudaram de anos para cá. Que aspectos seriam esses?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Helen - Eu não vejo nenhuma mudança. Podemos ver, por exemplo, os elementos desse amor expressos em poesias antigas, no mundo todo. E esses mesmos elementos continuaram na modernidade. Estamos falando de um sistema que é similar ao do medo. O objeto do seu medo pode mudar, mas o sistema cerebral que desperta essa sensação não. Da mesma maneira, nós nos apaixonamos por diferentes pessoas, mas o sentimento que temos é o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seus estudos, Helen concluiu que o 'amor romântico' inicia um laço muito intenso entre um homem e uma mulher e que seu propósito é a concentração em uma única pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota do Virgilio: - &lt;em&gt;Particularmente fico muito entusiasmado quando vejo cientistas, estudiosos não-cristãos comprovarem através de seus estudos e descobertas o que o bom Deus colocou como ideal no coração do homem. O amor romântico de um Homem e uma Mulher é exaltado de maneira magnifica nas páginas Sagradas, especialmente no livro de Cantares de Salomão. Este artigo reforça o laço afetivo, a exclusividade relacional, a fidelidade e a heterossexualidade.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6592237123620026473?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6592237123620026473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6592237123620026473' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6592237123620026473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6592237123620026473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/10/temos-tendncia-de-nos-apaixonar-por.html' title='Porque nos apaixonamos?'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RyPiKY0b8lI/AAAAAAAAAF0/0CCIGlPo94A/s72-c/casal+30.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4267010541971613966</id><published>2007-10-17T08:35:00.000-03:00</published><updated>2007-10-17T08:49:00.668-03:00</updated><title type='text'>O êxito da abstinência, castidade e fidelidade no combate à AIDS</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RxX2kMQXeFI/AAAAAAAAAFs/Rxwno53M8UA/s1600-h/FAMILIA+14.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122271252829403218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RxX2kMQXeFI/AAAAAAAAAFs/Rxwno53M8UA/s200/FAMILIA+14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com as mudanças no comportamento sexual das últimas decadas e a massacrante campanha contra princípios tradicionais, como o sexo após o casamento, fidelidade ao parceiro conjugal e valorização da virgindade entre os jovens, o que temos percebido é que muitos problemas surgiram no bojo dessas trasformações sociosexuais. Talvez o amior problema que enfrentamos neste período, que permanece até hoje é o da AIDS. Nas últimas décadas tem assustadoramene arrazado as populações de países ricos e pobres, sendo sua maior assolação no continentes africado.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Muitas campanhas e recursos têm sido utilizados para amenizar a questão. Geralmente o que se tem visto é a popularização do uso de preservativos, como meio mais eficaz de comabete a doença. Infelizmente os resultados não confirmam os objetivos. Diferentemente de outros paises Uganda elegeu um outro viés de campanha e os resultados têm sido surpreendentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A agência LifeSite denunciou que a maioria das reportagens sobre AIDS na África omite sistematicamente os avanços da Uganda em conter a epidemia, por ter privilegiado em sua política sanitária a promoção da abstinência sexual, a fidelidade e a castidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Citando os últimos informes, a agência sustenta que a Zâmbia é o último país em sofrer uma dramática queda em sua expectativa de vida. Entre os anos 1990 e 2000, a expectativa de vida caiu de 52 para 40.5 anos, enquanto que a UNICEF diz que a AIDS é a principal causa de morte e assegura que 20 por cento da população adulta está infectada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A África Sub-Saariana tem cerca de 30 milhões de casos de HIV positivos, e 60% são mulheres. Em Suazilândia, o governo diz que 38.6 por cento dos adultos é HIV positivo, 4 por cento mais que há um ano. Além disso, as figuras das Nações Unidas mostram que Botswana a mais alta taxa de infecção adulta do mundo com 38.8 por cento.Muitas autoridades, incluindo o Secretário de Estado norte-americano Colin Powell, louvaram e reconheceram o êxito de Uganda em reduzir a taxa de infecção local em 50 por cento desde 1992. Inclusive a CNN exibiu no ano 2000 que o país é "visto como o mais bem sucedido na luta contra a AIDS".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, precisa LifeSite, por alguma razão "as reportagens poucas vezes mencionam que o êxito de Uganda é baseado no incentivo à abstinência, castidade e fidelidade, e não nos preservativos".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Embora na África do Sul a doença continue crescendo e já afeta 15.6 por cento dos que têm entre 15 e 49 anos a pesar de, ou talvez por, ter aumentado significativamente o uso de preservativos. Destaca-se que a agência da ONU para a AIDS em sua página oficial na Internet www.unaids.org não menciona o avanço da Uganda".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por tudo que cremos e defendemos esse tipo de resultado nos faz reafirmar que os princípios divinos para uma vida sexual saudável são e sempre serão a melhor opção para os seres humanos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4267010541971613966?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4267010541971613966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4267010541971613966' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4267010541971613966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4267010541971613966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/10/o-xito-da-abstinncia-castidade-e.html' title='O êxito da abstinência, castidade e fidelidade no combate à AIDS'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RxX2kMQXeFI/AAAAAAAAAFs/Rxwno53M8UA/s72-c/FAMILIA+14.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-225654175190641309</id><published>2007-10-07T11:39:00.000-03:00</published><updated>2007-10-07T23:09:35.588-03:00</updated><title type='text'>Sexo &amp; Adolescência: informação e precocidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RwkRd-xp6LI/AAAAAAAAAFk/xK8W0bG-5DA/s1600-h/adolescentes1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5118641658248423602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RwkRd-xp6LI/AAAAAAAAAFk/xK8W0bG-5DA/s200/adolescentes1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Os adolescentes de hoje são a geração mais bem informada sobre sexo de todos os tempos. Eles têm aulas de educação sexual na escola, lêem a respeito nas revistas, vêem os reality shows da televisão e, se restar algum vestígio de dúvida, há sites na internet que respondem a qualquer questão sobre o tema. Os jovens não apenas sabem muito como não há amarras sociais nem familiares que verdadeiramente os impeçam de passar da teoria à prática no momento escolhido por eles próprios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nada disso, vale dizer, impede que estejam confusos e divididos sobre temas como virgindade, fidelidade, namoro e casamento. O conhecimento também não é suficiente para evitar descuidos, como sexo sem camisinha. Por ano, nasce 1 milhão de bebês de mães solteiras adolescentes no Brasil. "O início da vida sexual é um processo extremamente complexo para qualquer pessoa, de qualquer geração", diz Paulo Bloise, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo, especialista em adolescência. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A persistência das angústias em relação à vida amorosa, apesar do conhecimento e das liberdades atuais, tem uma explicação óbvia. "Sexo não é só uma questão de informação, mas também de maturidade", pondera o psicólogo Mauricio Torselli, do Instituto Kaplan, centro de estudos da sexualidade em São Paulo. Esta é a primeira geração que não conta com a orientação de um guia socialmente rígido para a sexualidade. Pais e mães estão igualmente confusos, preocupados e tão carentes de parâmetros quanto os próprios filhos. Muitos deles tentam estabelecer paralelo entre o que está acontecendo e sua própria geração. Os dois momentos são diferentes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O desejo de romper estruturas sociais esclerosadas fez da liberdade sexual uma das bandeiras dos jovens nos anos 60 e 70. Quando chegou a vez deles, deram liberdade aos filhos, mas não incluíram no pacote um modelo de comportamento sexual. O que se observa na sexualidade da atual geração não tem nem vestígio daquela energia rebelde e transformadora. O debate agora não é mais a presença de limites e sim, eventualmente, a ausência deles. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A precocidade e a ousadia dos primeiros relacionamentos são uma característica de hoje. A idade da primeira vez das meninas é 15 anos, de acordo com pesquisa da Unesco nas principais capitais do país. A dos meninos, 14. O surpreendente é que muitos jovens que têm vida sexual ativa não começaram com um namoro firme, mas com alguém com quem "ficava" – ou seja, com um quase desconhecido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ficar é o nome dado a sessões de beijos e abraços mais ousados. A diferença entre essa relação e o namoro tradicional é que a primeira é descompromissada e passageira. Uma menina que fica com um colega numa festa não precisa tratá-lo como alguém especial ao vê-lo no colégio no dia seguinte. A pressão sobre os adolescentes para que iniciem a vida sexual ativa deve fazer com que os jovens se sintam num túnel de vento. Como tomar a decisão? A única resposta é: pense bem se você está preparado e se é isso mesmo o que quer. "&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um risco é o jovem, de tanto ouvir falar de sexo, ter a falsa idéia de que crescer significa ter quanto antes uma relação sexual", diz o psicólogo paulista Antonio Carlos Egypto, do Grupo de Trabalho e Pesquisa em Orientação Sexual. Nesse assunto, os pais podem ajudar bastante. Muitos deixam de perguntar sobre a vida dos filhos quando eles chegam à adolescência. É um erro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os especialistas &lt;strong&gt;aconselham a continuar a falar sobre comportamento, expectativas e valores&lt;/strong&gt;. Só é preciso evitar pronunciamentos solenes. Adolescentes odeiam sermões – especialmente sobre sexo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na contramão das pressões sociais de incentivo ao sexo prematuro, os pais cristão devem preservar sua responsabilidade de orientar e conduzir seus filhos a escolhas acertadas. O sexo ocorre com a pessoa certa e tem seu momento certo. Além disso deve ser pesado o vínculo que estabelece entre as pessoas, muito mais significativo do que ser um ritual de passagem ou aceitação na fase adulta. Como cristãos entendemos que o sexo tem seu lugar próprio: o casamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;(&lt;em&gt;discussão a partir de artigo Veja, de julho de 2003.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-225654175190641309?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/225654175190641309/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=225654175190641309' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/225654175190641309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/225654175190641309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/10/sexo-adolescncia-informao-e-precocidade.html' title='Sexo &amp; Adolescência: informação e precocidade'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RwkRd-xp6LI/AAAAAAAAAFk/xK8W0bG-5DA/s72-c/adolescentes1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8742599413042935507</id><published>2007-09-24T11:26:00.000-03:00</published><updated>2007-09-24T11:51:00.321-03:00</updated><title type='text'>Pornocultura</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RvfOv6wJxNI/AAAAAAAAAFU/kkk4M5vWW5s/s1600-h/Pornografia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5113783224522884306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RvfOv6wJxNI/AAAAAAAAAFU/kkk4M5vWW5s/s200/Pornografia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O crescimento da aids, o aumento da criminalidade e a escalada das drogas castigam a juventude européia. Para muitos jovens os anos da adolescência serão os mais perigosos da vida. Gravidez precoce, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, aids e drogas compõem a trágica equação que ameaça destruir o sonho juvenil.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A dura realidade, também presente aqui, no Brasil, deveria merecer uma reflexão mais desengajada e madura, sobretudo no momento em que o governo federal enfatiza a distribuição milhões de preservativos num pretenso esforço em defesa da saúde pública.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo o porta-voz do Institute for Research and Evaluation, "é um erro acreditar que com mais preservativos se evitem os comportamentos perigosos".&lt;br /&gt;Pesquisas revelam que adolescentes bem informados continuam tendo condutas sexuais de alto risco. A informação, despida de orientação moral, acaba sendo contraproducente. Na verdade, as campanhas de educação sexual, na Europa, nos Estados Unidos e no Brasil, não têm sido capazes de neutralizar a influência do gigantesco negócio do sexo, que, impunemente, acaba determinando a agenda do mundo do entretenimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No caso do Brasil, a culpa não é só da televisão, que, raramente, apresenta bons programas. É de todos nós - governantes, formadores de opinião e pais de família -, que, num exercício de anticidadania, aceitamos que o País seja definido como o paraíso do sexo fácil, barato, descartável. A caricatura do país das mulatas, dos rebolados e do carnaval. Numa verdadeira sexolatria nacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É triste, para não dizer trágico, ver o Brasil ser citado como um paraíso excitante para os turistas que querem satisfazer suas taras sexuais com crianças e adolescentes. Reportagens denunciando redes de prostituição infantil, algumas promovidas com o conhecimento ou até mesmo com a participação ativa de autoridades públicas, crescem à sombra da impunidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os últimos governos , assustados com o aumento da gravidez precoce e com o crescente descaso dos usuários da camisinha, investem pesado na distribuição do preservativo. A estratégia é inútil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Afinal, milhões de reais já foram gastos num inglório combate aos efeitos. O resultado está gritando no assustador avanço da gravidez precoce. A raiz do problema, independentemente das iras que se possa despertar em certos ambientes politicamente corretos, está na onda de hipersexualização que tomou conta do ambiente nacional. É ridículo levar um gordo a um banquete e depois, insensatamente, querer que evite a gula. Hoje, diariamente, na televisão, nos outdoors, nas mensagens publicitárias, só se fala daquilo. O sexo foi guindado à condição de produto de primeira necessidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;As campanhas de prevenção da aids e da gravidez precoce chocam de frente com inúmeros programas de auditório que fazem do sexo bizarro uma alavanca de audiência. A programação infantil, outrora orientada por padrões éticos e educativos, passou a receber forte carga de violência e sexo. Desenhos animados, marca registrada de um passado não distante, foram substituídos pelo apelo erótico que domina, por exemplo, a programação do fim de semana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Iniciação sexual precoce, abuso sexual e prostituição infantil são, de fato, o resultado da cultura da promiscuidade que está aí.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em nome do anti-moralismo não se tem feito nada eficaz quanto a este problema. Creio que chegou a hora de uma guinada. É hora de instituições sérias, éticas e morais defenderem os verdadeiros valores humanos. Como cristãos temos que influenciar e exaltar atitudes que resgatem a dignidade e a Imagem do ser humano. Como brasileiros devemos lutar para que, principalmente nossos jovens, compreendam a influência da mídia e os efeitos da pornocultura que se instalou em nosso país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8742599413042935507?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8742599413042935507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8742599413042935507' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8742599413042935507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8742599413042935507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/09/pornocultura.html' title='Pornocultura'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RvfOv6wJxNI/AAAAAAAAAFU/kkk4M5vWW5s/s72-c/Pornografia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-2700153788777198351</id><published>2007-09-09T19:37:00.000-03:00</published><updated>2007-09-09T19:48:31.292-03:00</updated><title type='text'>Síndrome de Don Juan</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RuR3u2tcc4I/AAAAAAAAAFM/Mrj3xiEIyJs/s1600-h/Don+Juan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108339524188795778" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="218" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RuR3u2tcc4I/AAAAAAAAAFM/Mrj3xiEIyJs/s200/Don+Juan.jpg" width="176" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem. Descreve-se o donjuanismo como uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo, que aparentemente se enamora da pessoa difícil mas, uma vez conquistada, a abandona.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As pessoas com esse traço não conseguem ficar apegados a uma pessoa determinada, partindo logo em busca de novas conquistas. As pessoas com essas características são os anarquistas do amor, tornando válidos quaisquer meios para conquistar, entretanto, os sentimentos da outra pessoa não são levados em conta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em psiquiatria clínica, entretanto, o desprezo para com o sentimento alheio pode ser critérios para o diagnóstico de Sociopatia ou Personalidade Anti-Social. Para o Don Juan só interessa o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, principalmente quando a presa de seu interesse tem uma situação civil proibida (casada, irmã ou filha de amigo, etc). De maneira especial busca mulheres religiosas devotadas, usando de todas as suas estratégias sedutoras. Neste caso disputa diretamente com Deus o coração da “amada”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral mas seu papel social tenta mostrar o contrário; são eminentemente sedutores. Sobre essa característica o escritor Carlos Fuentes, alega ao seu Don Juan a frase: "Porque nenhuma mulher me interessa se não tiver um amante, marido, confessor ou Deus, ao qual pertença ...". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O aspecto de desafio mobiliza o donjuan, fazendo com que a conquista amorosa tenha ares de esporte e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, segundo Kaplan, deve haver significativos sentimentos homossexuais latentes desses indivíduos. Esse autor considera que, levando para a cama a mulher de outro, o donjuan estaria inconscientemente se relacionando com o marido, motivo maior de seu prazer. Tanto que é maior o prazer quanto mais expressivo é o marido ou namorado traído. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O narcisismo (traço feminóide) dessas pessoas é uma das características mais marcantes, ao ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa conquistada. Outros autores acham o donjuanismo um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nos casos mais sérios a inclinação à sedução pode adquirir caráter de verdadeira compulsão, tal como acontece no jogo patológico. De certa forma, a conquista compulsiva do Donjuan serve-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, entretanto, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos o Donjuan começa a se desestimular com a conquista, quando percebe que a mulher conquistada já está apaixonada por ele, ou ainda, pode nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a mulher aceita e deseja o sexo com ele. Por outro lado, se a mulher é indiferente ou não cede à sua sedução, o Donjuan se torna mais obstinado ainda. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, ele é sempre muito inconstante, desempenha papeis sociais sempre teatrais e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas, por isso faz sempre o tipo "príncipe encantado", tão cultuado pelo público feminino. Ele tem habilidade em perceber rapidamente os gostos e franquezas de suas vítimas e, é igualmente rápido em atender as mais diversas expectativas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Donjuanismo Feminino &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Mesmo com a moda do "ficar com..." e com a maior liberalidade feminina o donjuanismo não desapareceu. Antes disso, atualmente já pode ser possível observá-lo entre as mulheres. Embora num campo da ação muito mais restrito, o donjuanismo continua fazendo suas vítimas sentimentais; agora, femininas e masculinas.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não há designação satisfatória para descrever a mulher que preenche os requisitos do donjuanismo, mas elas existem indubitavelmente. São também pessoas movidas pela compulsão da conquista do outro, pela inclinação ao relacionamento impossível, seja com homens mais velhos ou muito mais novos, casados, religiosos, padres, enamorados de outras mulheres, enfim, pessoas que oferecem alguma condição de desafio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No donjuanismo feminino, tanto quanto no masculino, não há necessidade invariável de concluir a conquista através do ato sexual. Basta a mulher perceber que o objeto da conquista está, digamos, aos seus pés, que a motivação para continuar o relacionamento se desvanece. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as pessoas com esse perfil de personalidade acabam por não se fixarem com nenhuma companhia mais seriamente, não constituem família e acabam se aborrecendo quando constatam que não têm mais facilidade para conquistar mocinhas de 20 anos quando já estão na casa dos 60. Além disso, muitas vezes acabam ridicularizados por essas tentativas totalmente fora do contexto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Além disso, eles podem atravessar períodos de grande angústia na maturidade quando se dão conta de que todos seus amigos estão casados têm família e eles já não podem desfrutar de tantas companhias femininas como outrora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-2700153788777198351?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/2700153788777198351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=2700153788777198351' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2700153788777198351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2700153788777198351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/09/sndrome-de-don-juan.html' title='Síndrome de Don Juan'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RuR3u2tcc4I/AAAAAAAAAFM/Mrj3xiEIyJs/s72-c/Don+Juan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6226440737147385181</id><published>2007-08-26T20:20:00.000-03:00</published><updated>2007-08-26T20:36:15.371-03:00</updated><title type='text'>Papel do homem nas tarefas domésticas.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RtIMtGtcczI/AAAAAAAAAD8/h3iETKZtPAY/s1600-h/dever+de+casa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103155296799060786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="224" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RtIMtGtcczI/AAAAAAAAAD8/h3iETKZtPAY/s200/dever+de+casa.jpg" width="212" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Recentemente no Globo Online (17/08/2007) foi publicada uma pesquisa que confirma o predomínio do machismo nas relações domésticas ainda hoje em nossa sociedade. Impressionante que tais dados também são significativos no meio evangélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é de hoje que o papel feminino no meio cristão, e especialmente evangélico, tem sido muitas vezes alvos de repressão e desqualificação. Nos meios mais ortodoxos interpretações forçadas do texto bíblico servem ainda para manter a mulher sob a égide e poder masculino, aumentando a carga sobre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dados estatísticos do IBGE confirma o que as mulheres já sabiam: homem dá muito trabalho. A pesquisa mostra que a existência de um cônjuge masculino dentro de casa representa um aumento de cerca de duas horas semanais nos afazeres domésticos das mulheres. &lt;a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2007/08/17/297308907.asp" target="_self"&gt;&lt;span style="color:#ffff66;"&gt;E revela que os homens com maior grau de escolaridade são os que mais ajudam nas tarefas domésticas. E que é no Nordeste brasileiro a região onde eles menos ajudam. &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma o meio eclesiástico reflete o arranjo dos lares e da sociedade em geral. Em muitos casos, a mulher cristã acumula funções domésticas, cuidados com a prole, deveres profissionais, deveres na igreja e quando não ainda numa formação acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos maridos não compreendem e não apreciam suficientemente os cuidados e perplexidades que suas esposas suportam, geralmente confinadas o dia todo à incessante rotina dos deveres domésticos. Freqüentemente eles retornam ao lar com a fisionomia carregada, não trazendo alegria ao círculo da família. Se a refeição não saiu na hora, a fadigada esposa, que é a um tempo, faxineira, enfermeira, cozinheira e ama, é saudada com censuras.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa, anteriormente citada, também confirma que o fato de trabalhar fora de casa não liberou as mulheres dos afazeres domésticos. No país, 109,2 milhões de pessoas de 10 anos ou mais de idade declararam realizar tarefas domésticas. Destas 71,5 milhões (65,4%) são mulheres e 37,7 milhões (34,6%) são homens. O tempo despendido diferencia-se significativamente: eles 8,2 e elas, 14,3 horas semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;" Na faixa etária de 25 a 49 anos de idade, onde a inserção das mulheres no mercado de trabalho é maior e a presença de filhos pequenos maior, 94% das brasileiras realizam trabalhos domésticos"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres casadas têm maior jornada com afazeres domésticos e dedicam a este trabalho o triplo do tempo gasto pelos homens, ou seja, 31,1 horas semanais contra 10,9 horas deles. Entre as não-casadas, o tempo médio é de 22 horas semanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se aumentou a necessidade da mulher contribuir profissionalmente com recursos financeiros para a manutenção de sua família, por outro lado não vemos aumentar a participação masculina nos afazeres domésticos em igual percentual. Se bem que o número de homens que ajudam nos deveres domésticos têm aumentado. Por incrível que pareça parte deste problema se dá pela própria atuação da mulher impedindo a ajuda dos homens da casa (filhos e esposo), mantendo a exclusividade e prioridade dos deveres com a ala feminina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A desigual distribuição dos trabalhos domésticos começa a se delinear já na infância. Na população entre 10 e 17 anos, a diferença já aparece: enquanto 82,6% das meninas nessa faixa etária ajudam nas tarefas da casa, somente 47,4% dos meninos se dedicam a esse trabalho caseiro:&lt;br /&gt;- Há uma construção cultural de que cabe às meninas essas atividades. Mesmo com carga maior, elas têm rendimento escolar melhor, fazem mais tarefas domésticas e, mesmo quando estão no mercado de trabalho, a carga de serviço é maior que a dos meninos (oito horas semanais para os meninos ocupados e 14,1 horas para meninas ocupadas - diz Cristiane Soares, técnica da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como religiosos como podemos mudar esses números em nosso meio? Será que os homens e pais poderiam atuar de maneira diferente em suas casas? É dito aos maridos e pais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A vida da mãe nas humildes ocupações domésticas é de constante sacrifício, tornando-se mais dura se o marido deixa de apreciar as dificuldades da posição da esposa e não lhe dá o seu apoio.” (Signs of the Times, 6 de dezembro de 1877.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O pai não deve omitir-se de sua parte na obra de educar os filhos. Ele deve participar das responsabilidades. Há obrigações para ambos, pai e mãe.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que num tempo de reavaliações nos papéis sócio-sexuais, os homens cristãos devam assumir seu papel de ajudador nos deveres domésticos, aliviando o fardo da parte feminina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6226440737147385181?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6226440737147385181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6226440737147385181' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6226440737147385181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6226440737147385181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/08/papel-do-homem-nas-tarefas-domsticas.html' title='Papel do homem nas tarefas domésticas.'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RtIMtGtcczI/AAAAAAAAAD8/h3iETKZtPAY/s72-c/dever+de+casa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1958183146607186392</id><published>2007-08-20T15:52:00.000-03:00</published><updated>2007-08-20T16:00:40.012-03:00</updated><title type='text'>Escravos da Beleza</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RsnkamtccxI/AAAAAAAAADs/ijcQkx25KBo/s1600-h/beleza.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5100859198692684562" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RsnkamtccxI/AAAAAAAAADs/ijcQkx25KBo/s200/beleza.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ser jovem, aliás, ser eternamente jovem, é a principal aspiração existencial de algumas pessoas, atualmente acrescida do ideal de beleza de ser magro(a), malhado(a) e esbelto(a). No Brasil, o conceito de beleza está associado a ser jovem, como se fosse impossível encontrar o belo fora da juventude. Talvez por isso nosso país esteja entre os primeiros no ranking da Cirurgia Plástica Rejuvenescedora, além de ser também um voraz consumidor de medicamentos para emagrecer. É triste, mas às vezes as pessoas acham que o mais importante é o que aparentam, e não o que são de fato. E é comum dizer-se “– Nossa, você já tem 60 anos? Mas não parece...”. Não parece como? Baseado em que? Ora essa atitude invalida todas as experiências vividas para se chegar aos sessenta, que não se consegue aos trinta ou quarenta.&lt;br /&gt;“Bela, jovem e magra, custe o que custar”. Ser bonita, fazer um book e tentar ser famosa através dos atributos físicos... Este é o conceito ideal que algumas meninas, adolescentes, jovens e mulheres perseguem incessantemente. Modelos, artistas de cinema e de televisão são os protótipos copiados por elas, colocando em segundo plano outros atributos que não os do corpo perfeito.&lt;br /&gt;De fato, romper esses estereótipos culturais tem sido muito difícil. As pessoas são catalogadas culturalmente e classificadas em categorias sociais; jovens e belas, modernas, avançadas, de atitude, arrojadas, descoladas, enfim, nesse mundo pretensamente liberal e democrático, nessa sociedade que se diz respeitar a individualidade e autenticidade, quem não se enquadrar obrigatoriamente no modelinho da modernidade desejada estará, automaticamente, excluído do mundo das pessoas “de bem”. E um desses modelinhos implica na observância obsessiva dos limites do peso, tiranamente estabelecido por sabe-se-la-quem.&lt;br /&gt;Mas há uma luz (tênue) no fim do túnel e aqueles que conseguem seguir o próprio caminho, emancipados dos estereótipos ou modelinhos culturais, parecem viver muito melhor. Foi o que mostrou uma pesquisa feita em 1995 na Universidade de Edinburgh, na Inglaterra, transformada no livro e comentada na revista &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT958103-1653,00.html"&gt;Época&lt;/a&gt;. O autor, o psicólogo David Weeks, pesquisou, por uma década, pessoas que viviam fora dos padrões - tanto de comportamento quanto estéticos. Foram 789 americanos, 130 britânicos, 25 alemães e 25 neozelandeses. Ao fim, concluiu que os excêntricos eram mais seguros, menos estressados, mais felizes e, por isso, tendiam a viver mais.&lt;br /&gt;Em nossa cultura o conceito de beleza está associado à juventude, como se não existisse o belo fora da juventude. A conseqüência dessa cultura na saúde emocional se vê na ocorrência de alguns transtornos emocionais como, por exemplo, os Transtornos Alimentares (anorexia e a bulimia), Transtorno Dismórfico Corporal, Vigorexia. Isso sem contar a propensão que as pessoas vitimadas pelas restrições sociais impostas pela tirania do corpo têm para desenvolver depressão, algumas vezes levando ao suicídio. Além de tudo isso, a cultura do corpo perfeito acaba promovendo acidentes médicos graves decorrentes do uso abusivo de cirurgias e intervenções estéticas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1958183146607186392?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1958183146607186392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1958183146607186392' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1958183146607186392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1958183146607186392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/08/escravos-da-beleza.html' title='Escravos da Beleza'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RsnkamtccxI/AAAAAAAAADs/ijcQkx25KBo/s72-c/beleza.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-3480567068353717849</id><published>2007-08-12T11:24:00.000-03:00</published><updated>2007-08-12T17:03:09.629-03:00</updated><title type='text'>A linguagem do amor</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rr8Yw-IXUuI/AAAAAAAAADk/MXf3_IwNrP4/s1600-h/beijo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5097820532797559522" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="169" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rr8Yw-IXUuI/AAAAAAAAADk/MXf3_IwNrP4/s200/beijo.jpg" width="222" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;É gratificante quando percebemos que várias pessoas de diferentes formações, ideologias e religiões percebem a importância de exaltar o amor e repudiar o egoísmo. Como no artigo a seguir de uma médica paulista&lt;/em&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A juventude, pressionada por um ambiente hedonista, grita silenciosamente por orientação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Aneliese Alckmin Herrmann)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Acredito que a maior tragédia do homem tenha ocorrido quando ele separou o amor do sexo. A partir de então, o ser humano passou a fazer muito sexo e nenhum amor. Não passamos do desejo, eis a verdade. Todo desejo, como tal, se frustra com a posse. A única coisa que dura além da vida e da morte é o amor". Esta observação de Nelson Rodrigues traz à tona a necessidade, cada vez maior nos dias de hoje, de dizer não ao sexo descartável. Vários depoimentos de jovens confirmam este fato: “O sexo hoje em dia está radicalmente banalizado. As pessoas esquecem de construir um relacionamento antes de trazer o sexo a ele", dizia recentemente um jovem a um conhecido jornal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Passamos abruptamente de uma educação onde o sexo era tabu e a ignorância a respeito da sexualidade humana considerada uma manifestação de integridade moral, para uma outra onde tudo é “normal”, correto e permitido. O sexo passou a ser uma matéria de ensino esquecendo-se de que “não se ensina a fazer sexo assim como não se ensina a amar”. O advento da AIDS colaborou de certa forma para que os educadores, preocupados com a disseminação da doença particularmente entre os jovens, procurassem uma maneira de impedir o avanço do mal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mundialmente foi adotada uma série de medidas: campanhas preventivas, propaganda insistente no uso de preservativos, educação sexual nas escolas — que, no Brasil, é obrigatória para escolas de ensino fundamental e médio. No ser humano — racional —, que deve ter seus instintos sob o domínio da razão, o sexo deve ser manifestação de amor, verdadeiro amor. E amor exige conhecimento, convivência. Necessita de tempo. A juventude à deriva, sem distinguir claramente o certo e o errado, pressionada por todos os lados pelo ambiente hedonista de busca do prazer pelo prazer, precisa urgentemente de orientação. Mas surge uma questão: estaremos, pais e mestres, aptos a orientar? Estamos de fato conscientes de que o ser humano é racional, isto é, tem capacidade de escolha e pode, portanto, dominar seus instintos? É dessa conscientização que depende a orientação certa e segura.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para citar somente um exemplo, o uso de preservativos é apregoado como sendo proteção absoluta contra a disseminação da AIDS. No entanto, é preciso esclarecer a juventude (e os adultos também!) que, se o preservativo falha na prevenção da gravidez, também pode falhar em relação ao risco de contrair AIDS, pois a transmissão se faz da mesma maneira. Quem embarcaria num avião que tivesse uma chance conhecida de cair, ainda que esta fosse mínima? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É preciso educar nossos filhos para uma vida moralmente sadia, e isto inclui um conhecimento adequado da sexualidade humana. E essa educação começa em casa. Os pais, porque amam seus filhos e querem sua felicidade, são as pessoas mais capacitadas para fornecer a eles os elementos básicos para o desenvolvimento saudável da sexualidade. A escola poderá ser um bom complemento. Bom complemento se bem orientada. Não podemos compactuar com toda essa deformação que presenciamos à nossa volta através de jornais, revistas, novelas, propagandas e programas de televisão. Desvios comportamentais, taras e doenças devem ser tratados em consultórios e não ser veiculados como algo necessário num relacionamento a dois. A imprensa deve repensar o seu trabalho e, numa atitude adulta, percebendo que ninguém quer a volta da censura, mas informação e lazer sadios, redimensionar qualitativamente aquilo que apresenta ao público. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A família, célula de uma sociedade bem estruturada, deve ser valorizada, amparada, respeitada no seu direito de dar aos filhos uma educação que lhes possibilite ser homens e mulheres de valor, cidadãos íntegros e retos. Os jovens gritam silenciosos que necessitam da nossa firmeza de conceitos morais, de nossa coerência de vida, da nossa luta por criar uma sociedade onde possamos viver como seres humanos racionais, no sentido exato do termo. Para isso vale a pena adquirir conhecimentos sólidos e verdadeiros que, como numa explosão radioativa, deixarão entre nossos adolescentes partículas que os ajudem a imprimir um ritmo adequado às suas vidas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dra. Aneliese Alckmin Herrmann é Prof. Adjunta do Departamento de Pediatria da Unifesp — Escola Paulista de Medicina e membro do Departamento Científico do Instituto de Estudos Mulher, Criança e Sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-3480567068353717849?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/3480567068353717849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=3480567068353717849' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3480567068353717849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3480567068353717849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/08/linguagem-do-amor.html' title='A linguagem do amor'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rr8Yw-IXUuI/AAAAAAAAADk/MXf3_IwNrP4/s72-c/beijo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-86129505953023411</id><published>2007-07-29T18:39:00.000-03:00</published><updated>2007-08-12T22:47:53.249-03:00</updated><title type='text'>A importância de dizer NÃO ao sexo precoce</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rq0eZA0_CgI/AAAAAAAAADc/42vHhGdbgHY/s1600-h/adolescentes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5092760168693697026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" height="223" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rq0eZA0_CgI/AAAAAAAAADc/42vHhGdbgHY/s200/adolescentes.jpg" width="166" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nos Estados Unidos, no final da década passada (*), cerca de 40% das garotas engravidavam antes de chegar aos 20 anos. O índice de gestações em adolescentes mais que triplicou entre 1960 e o início da década de 90. De um tempo pra cá tem se estabilizado, mas ainda assim é muito mais alto que em outros países desenvolvidos: é o dobro da Inglaterra e do Canadá, e nove vezes maior que no Japão. Por isso, "é fundamental saber como resistir à pressão" para ter relações sexuais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Sobre este assunto, existe um estudo realizado na Nova Zelândia e publicado no British Medicai Journal em janeiro passado. Trata-se de uma pesquisa com 900 jovens de 21 anos, homens e mulheres. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De acordo com o estudo, a idade média em que tiveram suas primeiras relações sexuais foi de 16 anos para as mulheres e 17 anos para os homens. Agora, "muitos daqueles que iniciaram sua atividade sexual no princípio ou em meados da adolescência se arrependem de haver começado tão jovens". 54% das mulheres e 16% dos homens dizem que deveriam ter esperado mais. A porcentagem chega a 70% entre as mulheres que tiveram sua primeira relação sexual antes dos 16 anos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outro dado revelado pela pesquisa é o de que os que iniciaram sua vida sexual mais cedo contraíram doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) em maior porcentagem. Tomando como referência a idade de 16 anos, o resultado é o seguinte: dos que começaram a ter relações sexuais antes desta idade, 16% dos homens e 28% das mulheres contraíram alguma DST, contra 6% e 12%, respectivamente, dos que começaram a vida sexual mais tarde. Nos Estados Unidos, cerca de 3 milhões de adolescentes contraem doenças sexualmente transmissíveis anualmente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os autores do estudo neozelandês explicam o aumento das relações sexuais entre adolescentes desta maneira: "Os jovens estão expostos a imagens sexuais através dos meios de comunicação. A pressão social e dos colegas pode dever-se ao fato de que o sexo se apresenta como algo atrativo, prazeroso e próprio dos adultos, sem as conseqüências negativas nem as possibilidades que implica". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esta idéia manca da sexualidade é prejudicial, como ressalta outro estudo, publicado na revista norte-americana Family Planning Perspectives, as garotas que têm relações sexuais mais cedo costumam sofrer de depressão, baixa auto-estima e uma sensação de que a sua vida não está sob seu controle. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;"Para que não acreditemos que as garotas que têm relações sexuais agem assim porque não podem resistir, em uma pesquisa realizada há seis anos, 25% das meninas disseram que sua primeira experiência foi 'voluntária mas não desejada'".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Concluimos que reduzir a atividade sexual precoce exige muito mais que informação sobre sexualidade e contracepção: é preciso ensinar aos jovens como e porquê dizer "&lt;strong&gt;NÃO"&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;(*) dados de 1998&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-86129505953023411?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/86129505953023411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=86129505953023411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/86129505953023411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/86129505953023411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/07/importncia-de-dizer-no-ao-sexo-precoce.html' title='A importância de dizer NÃO ao sexo precoce'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rq0eZA0_CgI/AAAAAAAAADc/42vHhGdbgHY/s72-c/adolescentes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4357891609440877149</id><published>2007-07-19T14:24:00.000-03:00</published><updated>2007-07-29T17:11:24.479-03:00</updated><title type='text'>A vida sem casamento</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rp-hI5JRaEI/AAAAAAAAADU/y3TvonF2nOk/s1600-h/mulher5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5088963278102685762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="141" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rp-hI5JRaEI/AAAAAAAAADU/y3TvonF2nOk/s200/mulher5.jpg" width="167" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;Nunca houve tantas mulheres bem-sucedidas, bem-cuidadas e bem de vida. E nunca houve tantas solteiras. Por opção, distração ou falta de oportunidade, elas não acham um marido a contento. Ou, simplesmente, um marido. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por razões sociais, culturais e biológicas, a maioria absoluta das mulheres aspira a encontrar um companheiro, casar-se, constituir família e, por intermédio dos filhos, ver cumprido o imperativo tão profundamente entranhado em seu corpo e em sua psique ao longo de centenas anos de história. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A diferença a que se assiste hoje é que não existe mais um calendário fixo para que isso aconteça. A formidável mudança que eclodiu e se consolidou ao longo do último século, com o processo de emancipação feminina, o acesso à educação e a conquista do controle reprodutivo, permitiu a um número crescente de mulheres adiar a "programação" materno-familiar. As mulheres que dispõem de autonomia econômica e vida independente não são mais consideradas balzaquianas aos 30 anos – apenas 30 anos! –, encalhadas aos 35 e, aos 40, reduzidas irremediavelmente à condição de solteironas, quando não agregadas de baixíssimo status social, melancolicamente mexendo tachos de comida para os sobrinhos nas grandes cozinhas das famílias multinucleares do passado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Imaginem só chamar de titia uma profissional em pleno florescimento, com um ou mais títulos universitários – e um corpinho bem-cuidado que enfrenta com honras o jeans de cintura baixa ou o biquíni nos intervalos dos compromissos de trabalho. Além de fora de moda, o termo pode ser até ofensivo. O contraponto a esses avanços é que, quanto mais as mulheres prorrogam o casamento, mais se candidatam a uma vida inteira sem alcançá-lo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 1986, a revista americana Newsweek, em memorável reportagem de capa, fez um alerta alarmante: as mulheres que estavam deixando para se casar mais tarde, ou por exigir muito do parceiro, ou por medo de "perder a liberdade", ou pela intenção de primeiro se firmar profissionalmente, iam acabar ficando para... bem, para o time das que nunca se casaram.&lt;br /&gt;Com base nas projeções de um estudo desenvolvido na Universidade Harvard, a revista dizia que "a mulher branca, com diploma universitário, nascida em meados dos anos 50, que ainda estiver solteira aos 30 anos tem só 20% de chance de se casar"; aos 35, a probabilidade caía para 5% e aos 40, para parcos 2,6% – propiciando aí uma das frases mais execradas de todos os tempos, a de que essa mulher teria "mais probabilidade de morrer num ataque terrorista" do que de encontrar marido (isso, naturalmente, antes que os ataques terroristas chegassem ao território americano). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;E, no Brasil, qual a situação da mulher que chega à casa dos 30 sem se casar? A revista VEJA consultou dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), examinou pesquisas, conversou com especialistas e constatou: as mulheres que consideram de importância fundamental a aliança na mão esquerda devem ficar atentas à passagem do tempo – ou, quem sabe, mudar-se para os Estados Unidos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O número de mulheres com 35 a 39 anos que continuam solteiras é bem maior agora do que há dez anos – pelo censo do IBGE, a porcentagem, na faixa daquelas com diploma universitário, pulou de uma já alentada média de 20% em 1991 para 30% em 2000, o último dado disponível. E as perspectivas não são animadoras. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de pesquisadores do departamento de estatísticas e demografia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte cruzou dados do último censo com informações do Registro Civil e, aplicando a mesma técnica usada para prever taxas de expectativa de vida, calculou a chance de brasileiras solteiras atualmente virem a se casar em algum momento no futuro. O resultado: aos 30, elas têm 27,6% de chance de encontrar um marido. Parece pouco? Pois aos 35, a chance cai quase 10 pontos, e aos 40 despenca para meros 13,7%. Aos 45, a solteira tem apenas 10,1% de probabilidade de comparecer perante um juiz de paz. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo sabe que as uniões não formalizadas são freqüentes, em especial entre casais nos quais a parte feminina não sente a premência do "papel passado". Mas que os números impressionam, impressionam. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas, "Mulheres sozinhas têm renda 62% mais alta que a das acompanhadas. Quanto mais renda, mais sozinhas; quanto maior a idade, menor o número de acompanhadas; e nas cidades grandes há mais sozinhas do que nas cidades menores ou nas zonas rurais", diz ele. "Quer dizer, se você é executiva, é solteira, passou dos 45 e vive na capital, prepare-se para tirar o máximo proveito da vida a um", aconselha. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A atenção despertada pelo grande contingente de mulheres solteiras é produto de um momento de transição: as transformações sociais, econômicas e tecnológicas das últimas décadas foram tão rápidas que a matriz de comportamentos profundamente solidificados não teve tempo de acompanhar a mudança. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Adiar a união até a carreira estar relativamente bem encaminhada e a independência econômica consolidada tem uma vantagem evidente: o eventual marido deixa de ser a tábua da salvação financeira, a garantia de sobrevivência. Isso, por sua vez, cria uma espécie de ciclo vicioso. Como não precisa, a todo custo, ter um homem para lhe assegurar o status social e econômico, a mulher profissionalmente bem-sucedida é também mais exigente na hora de escolher seu parceiro. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;"Mulheres que se dedicaram à carreira e se tornaram qualificadas buscam homens tão ou mais qualificados do que elas. Só que a qualificação se divide na população como uma pirâmide, ou seja, quanto mais qualificado e bem remunerado, mais raro o parceiro. Elas terão mais dificuldade em achar um homem do seu nível", diz o professor de relacionamento amoroso do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo Ailton Amélio da Silva, autor do livro O Mapa do Amor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A pirâmide de parceiros se estreita justo no momento em que a mulher que deixou para se casar mais tarde começa a apontar o radar nessa direção. O dado estatístico é comprovado empiricamente por qualquer mulher que esteja no mercado amoroso. "O homem mais disponível é casado. O mais interessado é jovem demais. E os mais difíceis são os da mesma faixa etária, que só querem sair com meninas novinhas". Se ganha na liberdade de ação proporcionada pela solteirice, reconhece a dureza da falta de ter alguém "para dividir emoções". &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;No âmbito religioso a situação não está muito diferente, são elas as que ultimamente têm se destacado no desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional. Cada vez mais as mulheres assumem papéis de liderança e proeminência no meio eclesial. Mesmo sendo tradicionalmente dominada pelo clã masculino algumas denominações têm sentido a necessidade abrir espaço para elas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, são as casadas, com perfil de boas esposas e boas mães que têm maior projeção. O modelo de família contínua o mesmo tradicional e as jovens que crescem no meio religioso se vêem num beco sem saída ainda maior. Além de passarem pelo mesmo drama evidenciado nas pesquisas acima, a doutrinação religiosa lhes impõem um tipo de marido, que circunscreve ainda mais sua aspiração a um casamento feliz. Não é tão simples ser mulher, inteligente, profissionalmente realizada, com formação superior, cristã e conseguir um parceiro à altura. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Deus abençoe as mulheres...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4357891609440877149?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4357891609440877149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4357891609440877149' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4357891609440877149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4357891609440877149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/07/vida-sem-casamento.html' title='A vida sem casamento'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rp-hI5JRaEI/AAAAAAAAADU/y3TvonF2nOk/s72-c/mulher5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-9001794123594089846</id><published>2007-07-02T10:09:00.000-03:00</published><updated>2007-07-02T10:58:33.061-03:00</updated><title type='text'>Abuso Psicológico nas Relações Amorosas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Roj5w2IdJmI/AAAAAAAAADM/Y6zekmn4t4c/s1600-h/casal+16.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5082586797047621218" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="200" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Roj5w2IdJmI/AAAAAAAAADM/Y6zekmn4t4c/s200/casal+16.jpg" width="199" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O abuso psicológico é um padrão de comunicação, verbal ou não, com a intenção de causar sofrimento psicológico em outra pessoa, segundo Straus (1992). Pesquisadores encontraram valores elevados de prevalência de abuso psicológico em amostra de 5232 casais norte-americanos. Nesta forma de abuso houve semelhança entre homens (26%) e mulheres (25%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes o abuso psicológico é a única forma de abuso entre o casal, talvez por se tratar de uma atitude menos detectada como politicamente incorreta. Em amostra de 1152 mulheres com idades entre 18 e 65 anos, observam que 53,6% relatam alguma forma de abuso (físico, sexual ou psicológico) perpetrado pelo companheiro, sendo que 13,6% reportam especificamente abuso psicológico na ausência dos outros tipos de abuso (Coker, 2000).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abuso psicológico é, às vezes, tão ou mais prejudicial que o abuso físico, e se caracteriza por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Não é um abuso perpetrado predominantemente pelos homens, como é o caso do abuso físico. Ele existe em iguais proporções em homens e mulheres. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tipo comum de abuso psicológico é a que se dá sob a autoria dos comportamentos histéricos, cujo objetivo é mobilizar emocionalmente o outro para satisfazer a necessidade de atenção, carinho e adulação. A intenção do(a) agressor(a) histérico(a) é mobilizar o outro(a) tendo como chamariz alguma doença, alguma dor, algum problema de saúde, enfim, algum estado que exige atenção, cuidado, compreensão e tolerância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de abuso psicológico é fazer o outro se sentir inferior, dependente, culpado ou omisso. É um dos tipos de agressão emocional dissimulada mais terrível. A mais virulenta atitude com esse objetivo é quando o agressor faz tudo corretamente, impecavelmente certinho, não com o propósito de ensinar, mas para mostrar ao outro o tamanho de sua incompetência.&lt;br /&gt;Stets (1990), em uma ampla investigação com a população americana, verifica que 65% dos homens têm comportamentos de abuso verbal ou psicológico com a companheira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Agressão Psicológica é especialidade do meio familiar, e muito possivelmente, dos demais relacionamentos íntimos, chegando-se ao requinte de agredir intencionalmente com um falso aspecto de estar fazendo o bem ou de não saber que está agredindo. O simples silêncio pode ser uma agressão violentíssima. Isso ocorre quando algum comentário, uma posição ou opinião é avidamente esperado e a pessoa, por sua vez, se fecha num silêncio sepulcral, dando a impressão politicamente correta de que “não fiz nada, estava caladinho em meu canto...”. Dependendo das circunstâncias e do tom como as coisas são ditas, até um simples “acho que você precisa voltar ao seu psiquiatra” é ofensivo ao extremo, assim como um conselho falsamente fraterno, do tipo “não fique nervoso e não se descontrole”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atitudes agressivas refletem a necessidade de uma pessoa produzir alguma reação negativa em outra, despertar alguma emoção desagradável. As razões dessa necessidade são variadíssimas e dependem muito da dinâmica própria de cada família. Podem refletir sentimentos de mágoa e frustrações antigas ou atuais, podem refletir a necessidade de solidariedade emocional não correspondida (estou mal, logo todos devem ficar mal), podem representar a necessidade de sentir-se importante na proporção em que é capaz de mobilizar emoções no outro.... enfim, cada caso é um caso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-9001794123594089846?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/9001794123594089846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=9001794123594089846' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9001794123594089846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9001794123594089846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/07/abuso-psicolgico-nas-relaes-amorosas.html' title='Abuso Psicológico nas Relações Amorosas'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Roj5w2IdJmI/AAAAAAAAADM/Y6zekmn4t4c/s72-c/casal+16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4299409796842370058</id><published>2007-06-24T19:13:00.000-03:00</published><updated>2007-06-24T19:42:24.119-03:00</updated><title type='text'>Intimidade e Abuso</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rn7yj0F7U9I/AAAAAAAAADE/kQWEF-hexgc/s1600-h/ViolÃªncia+Ã"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5079764126813344722" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="184" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rn7yj0F7U9I/AAAAAAAAADE/kQWEF-hexgc/s200/Viol%C3%AAncia+%C3%A0+mulher.jpg" width="200" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; É fato sabido que as relações íntimas, maritais, coabitacionais ou de namoro são, por vezes, pautadas pela presença de algum tipo de disfunção e, não raro, de abuso franco. De fato, “existem relações amorosas claudicantes, onde a pessoa que ama não deseja apenas o outro, mas deseja também o desejo do outro, o sentimento do outro e tudo o que possa estar ocorrendo na intimidade psíquica do outro. Diante da impossibilidade de nos apossarmos do sentimento alheio, a pessoa que ama sofre, pois o outro pode não estar sentindo aquilo que se deseja que sinta, pode não estar pensando justamente aquilo que se deseja que pense.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Na medida em que as pretensões de controle sobre os sentimentos da pessoa amada não são contidas, não são ponderadamente refreadas, surge uma imperiosa inclinação para a posse, para o domínio da pessoa amada.” &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O abuso no relacionamento interpessoal íntimo tem efeitos danosos marcantes na qualidade de vida, na saúde física e emocional. Tem sido freqüente o comportamento abusivo no relacionamento íntimo, com prevalência variada em diversos países e através de alguns tipos de abuso, como por exemplo, abusos físico, sexual e psicológico.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Entre os estudos e reflexões sobre o comportamento abusivo na vida íntima e/ou conjugal existe a teoria da formação dos vínculos afetivos na infância, enfatizando o impacto da qualidade das relações familiares e o impacto de eventuais abusos sofridos durante a infância, os quais, por sua vez, interfeririam na qualidade do relacionamento com o companheiro na idade adulta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A incidência desse tipo de comportamento abusivo se comprova alta, acima do que se suspeita, e é mais comum no início da idade adulta (Bachman, 1995), sendo o grupo que mais apresenta comportamento violento dos 19 aos 29 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Incidência de comportamento abusivo no relacionamento íntimo é um dado difícil de se pesquisar, notadamento porque existe uma tendência a ocultar esse tipo de comportamento dos demais. Na maioria das vezes o relacionamento não se desfaz porque o companheiro(a) não abusivo(a) insiste em acreditar que, de uma hora para outra, mediante amor, carinho, fé, complacência e tolerância, ou ainda "incentivada" por submissão à princípios religiosos distorcidos e idealização de um "milagre divino", haverá uma grande mudança na personalidade do outro, que passará a ser a pessoa ideal. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os aspectos sobre prevalência desses casos são baseados no trabalho de Carla Paiva e Bárbara Figueiredo, do Departamento de Psicologia da Universidade do Minho, publicado na revista Psicologia, Saúde &amp;amp; Doenças (2003). Afirmam que em 1981, pela primeira vez foi referido que 21% dos estudantes pré-universitários vivenciaram um ou mais atos de agressão física em suas relações com o(a) companheiro(a). (Makepeace). Estima-se que 4 milhões de mulheres norte-americanas são vítimas de algum tipo de agressão séria por parte do companheiro por ano, destas, cerca de 1 milhão são vítimas de violência física não fatal (Rush, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carla Paiva e Bárbara Figueiredo, no ano de 1996 as estatísticas oficiais norte-americanas mostraram que 1,5 milhões de mulheres e 834.700 homens sofreram abuso físico ou sexual por parte do(a) companheiro(a). Em 1998, cerca de 1.830 homicídios foram atribuídos ao companheiro, sendo que 3/4 das vítimas são mulheres (Rennison, 2000). Entre os anos de 1993 e 1998, cerca de 2/3 das vítimas de abuso pelo companheiro referem seqüelas físicas, enquanto que 1/3 reporta apenas ameaças ou tentativas de violência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Outro fato bastante conhecido das pesquisas e das entidades que prestam assistência à esse tipo de problema, é que a maioria das vítimas de abuso pelo(a) companheiro(a) não procura assistência policial, jurídica, psicológica ou médica.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4299409796842370058?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4299409796842370058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4299409796842370058' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4299409796842370058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4299409796842370058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/06/intimidade-e-abuso.html' title='Intimidade e Abuso'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rn7yj0F7U9I/AAAAAAAAADE/kQWEF-hexgc/s72-c/Viol%C3%AAncia+%C3%A0+mulher.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-2947640193719136458</id><published>2007-06-20T10:24:00.000-03:00</published><updated>2007-06-20T10:29:21.302-03:00</updated><title type='text'>Amor Patológico</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RnkrEkF7U7I/AAAAAAAAAC0/q4cLaIwxD3A/s1600-h/casal+apaixonado1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5078137412244951986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 177px; CURSOR: hand; HEIGHT: 163px" height="124" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RnkrEkF7U7I/AAAAAAAAAC0/q4cLaIwxD3A/s200/casal+apaixonado1.jpg" width="146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Embora se reconheça absolutamente a existência do Amor Patológico, sua caracterização clínica é ainda um pouco imprecisa. Havendo associação do Amor Patológico com algum transtorno psiquiátrico, a gravidade e manutenção deste alimentaria esses relacionamentos tensos e conturbados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns autores (Donnellan, 2005) descreveram o quadro de Amor Patológico como fenômeno decorrente de transtornos ansiosos e depressivos incidindo sobre personalidades específicas. Assim, em determinadas personalidades, diante de um eventual estado de estresse prolongado haveria exagerada liberação adrenérgica, predispondo a pessoa a extrema ansiedade, angústia, insegurança (entre outros fenômenos mais patológicos) favorecendo o surgimento do Amor Patológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como acontece com o dependente químico, que se adere à "droga de escolha" para alívio da angústia, ansiedade, inibição psíquica, busca do prazer, o portador de Amor Patológico acredita que conseguirá tudo isso através do lenitivo proporcionado pelo “parceiro de escolha” (Eglacy, 2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do sentimento amoroso, ocorre sempre uma agradável sensação de bem estar. Mesmo que a pessoa tenha depressão, a paixão exerce um efeito estimulante capaz de proporcionar alívio da angústia e dos sintomas depressivos. Esse bem estar inicial decorre da liberação de adrenalina desencadeada pela sensação amorosa (Simon, 1982).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo Simon, um estudo realizado na década de 80 no New York State Psychiatric Institute constatou que o amor excessivo pode provocar no Sistema Nervoso Central um estado de euforia similar ao induzido por uso de anfetamina. Segundo esse estudo, o amor produziria uma substância intoxicante: a feniletilamina. Isso explicaria, de certa forma, o forte desejo por chocolate - que contém feniletilamina - entre os portadores de Amor Patológico, quando na ausência do companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essa teoria, seria a privação do objeto amado e não o amor, propriamente dito, a causa dos sintomas desagradáveis do Amor Patológico, pois, o parceiro amado traria sensação de bem estar e alívio da angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de fato, parece não ser mesmo o sentimento de amor o causador dos malefícios do Amor Patológico, mas sim o medo da pessoa ficar só, o temor de vir a ser abandonada, de não ser valorizada. Isso tudo é que origina a falta de liberdade em relação às próprias condutas, o grande desconforto emocional e submissão obsessiva da pessoa portadora de Amor Patológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, em termos psicológicos parece que o “defeito” da patologia do amor não é o amor em si, propriamente dito, aquele amor “da atenção, carinho, zelo e cuidados em relação à pessoa amada”, citado acima. O Amor Patológico, por sua vez, parece ser descendente direto do medo, do medo egoísta de ficar só, do medo de alguém mais merecedor conquistar a pessoa amada, medo de não ter seu valor reconhecido como gostaria, de não estar recebendo o amor que acha merecido, de vir a ser abandonado (Moss, 1995). Seria, portanto, muito mais um defeito do caráter de quem “acha” que ama demais, do que do sentimento amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De modo geral, o aspecto central no Amor Patológico é o comportamento repetitivo e sem controle de prestar cuidados e atenção (desmedidos ou não) ao objeto amado com a intenção de receber o seu afeto e evitar a perda. Para o diagnóstico é importante que essa atitude “zelosa” excessiva seja mantida mesmo diante de evidências concretas de que está sendo prejudicial para alguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade, parece que a alteração principal é no Ego do próprio paciente (invariavelmente inflado), que experimenta um pavor de sofrer a perda da pessoa amada, um medo gigantesco de não ser correspondido, um sentimento apavorante de ser traído, enfim, parece que a própria pessoa amada é apenas coadjuvante no relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Classificação do Amor PatológicoAlgumas pesquisas (Bogerts, 2005 – Tarumi, 2004) vêm sabiamente situando o Amor Patológico dentro do espectro dos comportamentos obsessivo-compulsivos, em relação ao parceiro. O componente central na sintomatologia do Amor Patológico é o comportamento caracteristicamente repetitivo e sem controle, obsessivamente dirigido à prestação de cuidados e atenção sufocante à pessoa amada. Há sinais da carência de críticas sobre o comportamento obcecado, notadamente quando essa atitude excessiva é mantida mesmo depois das concretas evidências de estar sendo prejudicial para a sua própria vida, da pessoa amada e/ou para seus familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante que alguns critérios de diagnóstico para o Amor Patológico se assemelhem aos critérios empregados para o diagnóstico da Dependência ao Álcool e outras drogas, conforme o DSM.IV (American PsychiAtric Association. Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 4th ed. Washington, DC, American Psychiatric Association; 1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo esse DSM.IV, são sete os critérios para esse diagnóstico, sendo três deles obrigatórios.&lt;br /&gt;Sophia, Tavares e Zilberman comparam os critérios para diagnóstico de dependência química com as características normalmente apresentadas pelos portadores de Amor Patológico, e constatam que pelo menos seis deles são comuns às duas patologias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Sinais e sintomas de abstinência -quando o parceiro está distante (física ou emocionalmente) ou perante ameaça de abandono, podem ocorrer: insônia, taquicardia, tensão muscular, alternando períodos de letargia e intensa atividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O ato de cuidar do parceiro ocorre em maior quantidade do que o indivíduo gostaria -o indivíduo costuma se queixar de manifestar atenção ao parceiro com maior freqüência ou período mais longo do que pretendia de início.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Atitudes para reduzir ou controlar o comportamento patológico são mal-sucedidas -em geral, já ocorreram tentativas frustradas de diminuir ou interromper a atenção despendida ao companheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) É despendido muito tempo para controlar as atividades do parceiro -a maior parte da energia e do tempo do indivíduo são gastos com atitudes e pensamentos para manter o parceiro sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Abandono de interesses e atividades antes valorizadas - como o indivíduo passa a viver em função dos interesses do parceiro, as atividades propiciadoras da realização pessoal e profissional são deixadas, como cuidado com filhos, atividades profissionais, convívio com colegas. entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) 0 Amor Patológico é mantido, apesar dos problemas pessoais e familiares -mesmo consciente dos danos advindos desse comportamento para sua qualidade de vida, persiste a queixa de não conseguir controlar tal conduta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-2947640193719136458?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/2947640193719136458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=2947640193719136458' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2947640193719136458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2947640193719136458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/06/amor-patolgico.html' title='Amor Patológico'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RnkrEkF7U7I/AAAAAAAAAC0/q4cLaIwxD3A/s72-c/casal+apaixonado1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-4298025058021536024</id><published>2007-06-10T21:13:00.000-03:00</published><updated>2007-06-10T21:18:25.144-03:00</updated><title type='text'>Quando a Teologia separou a Sexualidade e a Religião</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmyUrEF7U6I/AAAAAAAAACs/F3ZGTzvGif8/s1600-h/Pecado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5074594347693593506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="180" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmyUrEF7U6I/AAAAAAAAACs/F3ZGTzvGif8/s200/Pecado.jpg" width="240" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Para entendermos melhor as idéias de separação, escolhemos alguns dos Padres da Igreja para representar toda uma forma de pensar e de agir, que no futuro iriam legitimar determinadas posturas dualísticas entre Sexualidade e Religião.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Justino (100-165), foi um filósofo e mártir do início do cristianismo, e sua doutrina foi uma das primeiras a tentar harmonizar as idéias de fé cristã, incluindo os posicionamentos relacionados à sexualidade, com a filosofia grega. De origem pagã, e posteriormente convertido ao cristianismo, defende as idéias de que o casamento tinha objetivo único da procriação. Em sua teologia, valorizou os ideais da castidade (Larousse, 1988). Justino apud Rosa (2003) escrevem que “desde o princípio, ou nos casamos, com uma única finalidade de ter filhos, ou renunciamos ao casamento e permanecemos na mais absoluta continência” (p.102). Segundo o autor, Justino também assimila a posição radical de rejeição aos prazeres da carne, através do rito de dedicação e consagração a Deus: a castração, deixando claro sua posição separatista no que diz respeito, à sexualidade e espiritualidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Rosa (op.cit.) comenta outros teólogos e refere: Orígenes, escritor grego cristão que viveu entre 185 a 254 dc, identifica os mesmos passos de separação entre espiritualidade e sexualidade. Em busca da perfeição cristã este radicalizou castrando-se aos 18 anos. Justificava seu ato pela aplicação literal da passagem de Mateus 19:12, “Porque há os eunucos que o são desde o ventre de suas mães; e há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens, e há eunucos que a si mesmo se fizeram eunucos por amor do reino dos céus.” Mais tarde chegou admitir a radicalidade de seu ato, mas não abriu mão de ver o celibato como um caminho mais elevado aos olhos de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Percebe-se a influência gnóstica no que diz respeito ao desprezo pelo corpo. Rosa (op.cit.) faz o seguinte comentário:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“Seguindo ainda alguns tabus pagãos vindo do helenismo, na visão de Orígenes o culto e o coito eram realidades absolutamente opostas. Por exemplo, ele alertava insistentemente a que os casais não fizessem oração no seu leito conjugal, pois a oração feita ali perdia a sua eficácia. Era ainda dentro desta perspectiva que ele cria que a eucaristia seria manchada se o ato do partir o pão acontecesse no dia seguinte ao ato sexual”( p. 112).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas idéias foram confirmadas séculos depois pelo Concílio de Trento (séc XVI) estabelecendo que a abstinência sexual, deveria ser observada pelo menos três noites antes da eucaristia, para que assim fosse preservada, toda contaminação deste sacramento. “A dignidade do grande Sacramento exige que pessoas casadas se abstenham de seu dever conjugal alguns dias antes da Comunhão”.(MacHug and Callan apud Rosa, 2003, p.114)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Sobre Ambrósio, destaca que foi um dos mais celebrados padres da igreja cristã, elevando-se a condição de bispo. Partidário do mesmo pensamento de seus antecessores defendeu ferrenhamente a castidade como ideal de santidade e virtude. Baseou suas argumentações exaltando a castidade na virgindade perpétua da Santa Virgem Maria (Neumann apud Rosa, op.cit, p.115).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo Araújo (1997), sem dúvida o teólogo que mais influenciou o cristianismo foi Agostinho, que viveu entre os anos 354 e 430. Suas contribuições influenciaram a formação moral do Ocidente. Em sua época o cristianismo ganhou força porque estava vinculado também ao plano político e social. Tal combinação fora promovida pelo Imperador Constantino, no final do século III, vendo na solidez da igreja, o meio de unificar o império. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Argumentos mais elaborados e polêmicos sobre Religiosidade e Sexualidade redundam na consolidação e sistematização da visão separatista entre ambos. Promove-se a exaltação da virtude contrapondo-a ao vício, e ligado a este último está o sexo. Agostinho defendeu o sexo sem prazer somente para a procriação. A prática sexual só por prazer era considerada pecado. Oscila em reconhecer o ato conjugal como legítimo e ao mesmo tempo como a ocasião onde ocorre a transmissão do pecado original. (Kosnic, 1982) Postulou também que não deveria haver paixão entre os cônjuges, pois assim ficaria mais fácil abdicar do sexo em função da família. Agostinho elabora argumentos teóricos relacionando sexo e pecado original. Segundo Heinemann (1995), nesta perspectiva mais crítica, o problema de Agostinho com a sexualidade começa por ter ele baseado a essência do seu conceito de sexualidade humana, sobre a queda de Adão e Eva. Na visão agostiniana, segundo afirmam seus críticos, o pecado de Adão e Eva trouxe terríveis conseqüências para a sexualidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Rosa (2003) declara que Agostinho ensinava que quando Adão e Eva pecaram, cobriram a genitália como sinal de vergonha. Daí ele deduz que o primeiro casal cobriu suas respectivas genitálias por acontecer através delas a transmissão do pecado original. Daí para a condenação do ato sexual como fator transmissor deste pecado foi um salto previsível. No encontro de dois corpos e pela penetração através do contato genital, Agostinho encontrou a explicação para a maneira pela qual o pecado original nos foi transmitido. Assim, para Agostinho “a relação sexual ou mais precisamente o prazer sexual, é o que transmite o pecado original continuamente de geração em geração.” (Heinemann,1995, p.90)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, o processo de encarnação e redenção de Jesus, é visto também na ótica da sexualidade. Jesus veio ao mundo através de uma santa e milagrosa exceção, que fez do ventre de Maria, um habitat sagrado não contaminado pelo sêmen dos descendentes de Adão. Por isso, Jesus também é o redentor da nossa humanidade, pois estaria livre em seu Ser, de ter sido contaminado pelo pecado original, desde que este, é transmitido pelo ato sexual, do qual Maria não participou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Segundo Rosa (op.cit.), antes do Pecado Original, o sexo era praticado sem excitação sexual como entendemos hoje. Era totalmente controlado pela vontade racional do homem. Assim como hoje controlamos as nossas mãos e pés, fazendo deles servos da nossa vontade, assim no Édem, os órgãos sexuais eram controlados da mesma maneira. Com a mudança do estado original, veio o desejo pelo prazer e este desejo minou o controle da vontade racional sobre seus órgãos. Entregue ao desejo, o ser humano e seus descendentes perdem a capacidade de controlar o pênis, que agora já não responde a ordem da mente, pois escuta também a voz do desejo e do prazer. Como um asno que não responde às ordens do seu comandante e treinador, os órgãos sexuais, já não mais respondem às ordens vindas do controle racional. Adão recebe em si mesmo a punição pela desobediência a Deus, vendo em sua própria carne, uma parábola da sua rebelião contra Deus. A ereção do seu órgão genital motivada pelo desejo de alcançar o prazer sexual torna-se uma metáfora da sua própria trajetória diante de Deus, uma metáfora da sua própria condição de desobediente diante do criador. Tal percepção imprime uma marca pecaminosa no corpo quando este responde ao desejo, à busca pelo prazer. Traz um terrível desconforto ao ser humano, pois o processo natural de movimento da sua genitália, é um testemunho de denúncia da sua condição de caído diante de Deus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mais tarde São Tomás, sem nenhuma pretensão de rever a posição de Agostinho afirmará que “o homem torna-se bestial na cópula, porque não pode moderar com a razão o prazer do coito e a força da concupiscência”. (Benetti, 1998 p.297)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A partir desses relatos podemos perceber a origem de diversos problemas que católicos e protestantes enfrentam com a vivência de sua Sexualidade. Necessitamos de uma revisão crítica com relação ao que se FALA ou que se CALA nas igrejas sobre o sexo, inclusive com relação às práticas sexuais. Se existe alguém interessado em que possamos aproveitar nossa sexualidade EM TODA A PLENITUDE certamente é o nosso Pai, que nos criou como seres sexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo faz parte da Dissertação de Mestrado em Sexologia defendida pelo autor em 2005.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA (todas as citações se encontram em):&lt;br /&gt;NASCIMENTO, Virgilio Gomes. Norma e transgressão da sexualidade: uma pesquisa acerca dos transtornos sexuais femininos e conflitos entre atitudes e comportamento sexual num grupo de mulheres evangélicas do Grande Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Mestrado em Sexologia da Universidade Gama filho, 2005. Dissertação de Mestrado (183 p.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-4298025058021536024?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/4298025058021536024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=4298025058021536024' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4298025058021536024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/4298025058021536024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/06/quando-teologia-separou-sexualidade-e.html' title='Quando a Teologia separou a Sexualidade e a Religião'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmyUrEF7U6I/AAAAAAAAACs/F3ZGTzvGif8/s72-c/Pecado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8456032729254211244</id><published>2007-06-02T21:45:00.000-03:00</published><updated>2007-06-02T21:48:30.179-03:00</updated><title type='text'>Intimidade no casamento: necessidade x dificuldade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmIPxItYt3I/AAAAAAAAACk/mKKsDGdSkoI/s1600-h/casal+19.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071633467198453618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="199" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmIPxItYt3I/AAAAAAAAACk/mKKsDGdSkoI/s200/casal+19.jpg" width="192" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A palavra casal é descrita nos dicionários como um par composto por um macho e uma fêmea, ou marido e mulher. Sabemos, no entanto, que é uma definição puramente descritiva e que não possibilita uma aproximação à complexidade inerente nesta relação de dois indivíduos. Poderíamos fornecer definições jurídicas, religiosas, psicológicas, sociais ou a partir de várias outras perspectivas teóricas. No entanto, a definição de Balint (apud Costa e Katz, 1992) pareceu propícia para iniciar nossa discussão. Segundo ele, o relacionamento conjugal estável “é marcado pelo encontro de duas pessoas parcialmente cônscias do que estão buscando e não plenamente capazes de expressar verbalmente o verdadeiro significado desta busca”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso significa que, apesar de justificarem terem casado com seus cônjuges por conforto e felicidade, ou porque todo mundo casa, ou porque encontrou uma pessoa de que gostou mais do que das outras que conheceu, ou porque cansou de viver sozinho, na realidade, verificaremos que as verdadeiras razões estão relacionadas a motivações muitas vezes inconscientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma forma geral, as pessoas baseiam suas escolhas conjugais em motivações que possuem origem nas primitivas relações com os pais, que configuram um padrão básico de relacionamento. Além disso, o interjogo entre as reciprocidades e as complementaridades auxiliará na definição deste tipo de relação. Estes fatores fazem com que a formação de um casal seja uma tarefa árdua e cheia de obstáculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo depende de inúmeras concessões internas de dois indivíduos, com suas respectivas identidades. Concessões que podem ultrapassar a disponibilidade que a identidade e estrutura de cada um seja capaz de abdicar. Em contrapartida, pertencer a um casal permite que o outro sirva de referência indispensável para a conservação da percepção lógica e organizada de si mesmo. Precisamos do outro para diferenciar o que é real e o que é fantasia, inclusive sobre nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formação de um casal, além de ser a união de duas identidades distintas, é a fusão de duas identidades. Uma influi diretamente na outra. Esta relação que se estabelece, quando sadia, leva a um sentimento de pertencimento. Muitos dizem que o sentimento de pertencimento é tão inerente ao ser humano que inconscientemente lutamos contra a solidão o tempo todo. Falcke, Diehl e Wagner (2002) constataram que a união das pessoas através do casamento, seja oficializada ou não, ainda parece ser a alternativa mais freqüente no estabelecimento de um relacionamento conjugal estável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, Bach e Wyden (1991) afirmam que milhões de casais, embora continuem a viver juntos física e legalmente, na realidade estão emocionalmente apartados, e ninguém sabe quantos casais estão nestas condições. Nesta situação, muito sofrimento pode ser gerado e vivenciado pelos cônjuges. Deriva deste sofrimento o sentimento de ansiedade que surge e decorre da sensação de alienação. Este sentimento seria o responsável por efeitos físicos graves, como depressão e ataques do coração, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Bach e Wyden (op. cit.), o responsável direto por tais conseqüências é, na verdade, a falta de intimidade dos cônjuges. Goldberg (2000) concorda com a assertiva, ao afirmar que as dificuldades nos relacionamentos são a causa dos freqüentes sentimentos de alienação e exaustão existencial que caracterizam a sociedade Pós-moderna. A falta de intimidade no casamento é apontada como um dos diversos fatores de vulnerabilidade que contribuem para o desenvolvimento da depressão na mulher (Brown et. al., 1975 apud Waring, Tillman, Frelick et. al., 1980).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto à relação entre a falta de intimidade e o divórcio, cabe ressaltar que seria um erro interpretar a alta taxa de divórcio que se observa no mundo como uma fuga à intimidade. A maioria dos casais se separa por ter fracassado em encontrar a intimidade que tanto desejava, ou porque não consegue suportar a dor de viver sem a intimidade que sentiu ter possuído um dia (Bach e Wyden, 1991). Goldberg (2000) é ainda mais enfático. Considera que o encontro relacional íntimo é a experiência humana mais desejada nas relações humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dificuldades práticas e vivenciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esposos encontram dificuldades crescentes de “recursos” no que se refere a escutar ativamente o cônjuge, de se auto-revelarem um ao outro, de estarem abertos ao companheiro, ou até mesmo de estarem disponíveis para uma simples cordialidade. Aparentemente, segundo Stanford e Danton (op. cit.), na sociedade norte-americana, a maioria das pessoas se casa porque ama e busca atingir e manter a intimidade com o eleito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, comentam que, ironicamente, os sentimentos de amor e os comportamentos associados com a intimidade (como a demonstração de carinho) decaem quase que imediatamente após o casamento. Um aspecto interessante é que o número de interações negativas mantém-se constante. Segundo a opinião de Buchner (1984, apud Stanford e Dainton, 1994), isso poderia se dar por decorrência das interações do dia-a-dia, tornando pesada esta faceta cotidiana do casamento, determinando que os ideais românticos, cultivados por ideais culturais, tornem-se de difícil sustentação.&lt;br /&gt;Extraído de&lt;br /&gt;WAINBERG, Lina.&lt;br /&gt;Intimidade para quê? Seu papel na satisfação sexual feminina./ Lina Wainberg. Rio de Janeiro, x, 116f + 18f. Dissertação (Mestrado em Sexologia) Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho – UGF, 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8456032729254211244?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8456032729254211244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8456032729254211244' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8456032729254211244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8456032729254211244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/06/intimidade-no-casamento-necessidade-x.html' title='Intimidade no casamento: necessidade x dificuldade'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmIPxItYt3I/AAAAAAAAACk/mKKsDGdSkoI/s72-c/casal+19.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-259694822372060263</id><published>2007-06-01T20:52:00.000-03:00</published><updated>2007-06-01T21:09:30.792-03:00</updated><title type='text'>É hora de Mudar. Mexa-se!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmC1EYtYt2I/AAAAAAAAACc/BS3WcVSr3Lc/s1600-h/CRISALIDA+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5071252267376097122" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="148" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmC1EYtYt2I/AAAAAAAAACc/BS3WcVSr3Lc/s200/CRISALIDA+2.jpg" width="163" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; MEXA-SE,&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Descubra como mudar em 25 passos: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1) Nossa vida nos reserva experiências novas e modificações inesperadas, em qualquer momento e em qualquer lugar;&lt;br /&gt;2) Nossas próprias crenças e valores interferem diretamente na maneira de vermos a realidade das coisas, desestabilizando-se diante da situação emergente;&lt;br /&gt;3) Nossas cerimônias e rituais diários são agentes reforçadores de conformismo e estabilidade;&lt;br /&gt;4) Quando algo novo surge temos que lidar com a necessidade da mudança;&lt;br /&gt;5) A rotina em alguns momentos não dá conta da situação nova. Desapegar-se da rotina amedronta e assusta;&lt;br /&gt;6) Às vezes sabemos o que nos falta e o que queremos, só que isto nos empurra mais ainda para a necessidade de mudança;&lt;br /&gt;7) Quanto mais sua história/rotina for importante para você, maior a dificuldade de despreender-se dela;&lt;br /&gt;8) Para reforçar a não mudança crio frases e pensamentos de reforço, tipo: eu gosto daqui, aqui é o meu lugar, há perigo lá..., é muito arriscado, nada me garante depois. Escolhendo o confortável e familiar o risco é descartado. Mas a situação não é resolvida.&lt;br /&gt;9) Se bem que o risco possa ameaçar, a passividade e o tempo não resolvem as questões da mudança.&lt;br /&gt;10) Os fatos e situações passadas não se repetirão, esperar pelo ontem é perda de tempo. O que nos paralisa são as crenças rígidas e aterrorizadoras que desenvolvemos a cerca do mundo;&lt;br /&gt;11) Estas crenças no fundo representam/refletem o nosso medo e nossa dificuldade de lidar com ele. Se bem que o medo pode ser um agente da ponderação, deve ser questionado e enfrentado quando nos impede de fazer alguma coisa. Coragem não é ausência do medo, mas sua superação.&lt;br /&gt;12) Decisões novas, inicialmente, podem nos levar a períodos/estágios de confusão naturais no processo de mudança. O importante é que você está assumindo o controle da sua vida e não esperando que as coisas aconteçam.&lt;br /&gt;13) Quanto mais tempo perdemos para os velhos modelos, mais eles se demonstram insatisfatórios e ineficientes em atender nossas novas demandas.&lt;br /&gt;14) O peso de nossa história passada nos tentará a desistir. Não desista. Lembre-se que você é o agente de sua história. E o que você precisa é de uma nova história.&lt;br /&gt;15) Quando você caminha, mesmo sem saber para onde, a própria sensação de ser dono de suas pernas já indicará algo especial para você.Você é livre no momento que vence o medo.&lt;br /&gt;16) O exercício em busca do novo, e a sua capacidade de antecipação, já promove ânimo e sabor pela vida.&lt;br /&gt;17) A boa sensação do novo pode ser intercalada por períodos de saudosismo pelos velhos modelos e referências antigas. Permaneça firme!&lt;br /&gt;18) Quanto mais rápido você se livra dos velhos esquemas, mais rápido curte o sabor do novo. Aquilo que se teme geralmente não é tão ruim quanto se imagina.&lt;br /&gt;19) Às vezes somos prisioneiros de nossos pensamentos. Pensamos mais no que poderia dar errado, e esquecemos o que poderia dar certo.&lt;br /&gt;20) Percebemos que, nos movendo ou não, a única coisa constante na vida é a mudança. Isto está além de meu controle. Decidir ser o agente da mudança nos move na direção certa da vida.&lt;br /&gt;21) Aceitar a mudança como algo natural, é no mínimo economia de tempo e energia. Quando percebemos desde cedo as pequenas necessidades de mudança e investimos neles, fica mais fácil trabalhar as maiores.&lt;br /&gt;22) A tentativa de manter-se neutro no processo de mudança é ilusão.&lt;br /&gt;23) O fator primordial na mudança é eu estar disposto a encarar a mim mesmo, sem desculpas ou enganos. Refletir sobre os fatos, ser flexível, simplificar as ações e mover-me, eis o sucesso da mudança.&lt;br /&gt;24) Saiba que o novo dia pode se tornar velho e inadequado. Atualize-se, esteja atento a necessidade de novos ajustes. Em outras palavras: - a vida é movimento, mexa-se. A única constante é a Mudança.&lt;br /&gt;25) A HORA É DE MUDANÇA “Esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as que diante de mim estão, PROSSIGO PARA O ALVO, para o prêmio...”&lt;br /&gt;(S. Paulo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Virgilio Gomes do Nascimento &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-259694822372060263?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/259694822372060263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=259694822372060263' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/259694822372060263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/259694822372060263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/06/hora-de-mudar-mexa-se.html' title='É hora de Mudar. Mexa-se!'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RmC1EYtYt2I/AAAAAAAAACc/BS3WcVSr3Lc/s72-c/CRISALIDA+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-7980608867297671142</id><published>2007-05-20T22:15:00.000-03:00</published><updated>2007-05-21T10:58:24.489-03:00</updated><title type='text'>Aprenda controlar a Raiva.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RlD39otYt0I/AAAAAAAAACM/Eex4m_nawEY/s1600-h/estressado.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5066822219063670594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px" height="156" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RlD39otYt0I/AAAAAAAAACM/Eex4m_nawEY/s200/estressado.jpg" width="244" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O QUE É A RAIVA (ou IRA)?&lt;br /&gt;“ Uma paixão intensa ou sensação de desprazer, e freqüentemente antagonismo a pessoas, coisas ou fatos, exacerbada por uma sensação de mágoa ou insulto.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM SENTE RAIVA?&lt;br /&gt;“Todas as pessoas fisiologicamente perfeitas nascem com potencial para sentir e expressar raiva. Mas as coisas que nos causam raiva, as formas como a sentimos e as atitudes que tomamos quando estamos com raiva não são as mesmas para todos . As formas individuais, particulares de como reagimos são APRENDIDAS.” (Dr. Theodore Rubin)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUAL A ORIGEM E O PROPÓSITO DA RAIVA ?&lt;br /&gt;A Raiva é uma experiência transcultural, isto quer dizer que em qualquer cultura do planeta as pessoas têm reações de raiva. É uma experiência universal. Origina-se de nossa natureza moral. Os seres humanos são seres morais. Isto significa que para vivermos em comunidade estabelecemos normas éticas, direitos, deveres e regras de comportamento. Atribuímos valor de certo ou errado as condutas humanas, e defendemos o direito e a justiça. Estes acordos sociais variam de lugar para lugar, de grupo para grupo. Uma vez que estas normas estejam claras passam a fazer parte da vida interna do individuo influenciando nos significados de suas ações e na interpretação dos fatos e situações diversas. A raiva está ligada a este sistema de representações sociais.&lt;br /&gt;As dimensões emocionais, fisiológicas e cognitivas da raiva dependem do grau simbólico da ofensa. A percepção de um fato e a sua interpretação estão ligadas diretamente a construção dos significados e esquemas de conduta aprendidos na infância. Aprendemos a que reagir e a maneira como reagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propósito da Raiva:&lt;br /&gt;&gt; Reagir construtivamente diante de situações injustas&lt;br /&gt;Raiva não é pecado. Não é maldade. Não é obra do diabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APRENDENDO A REAGIR COM RAIVA&lt;br /&gt;É na nossa infância que entramos em contato com a raiva. Convivendo com nossos familiares assimilamos comportamentos raivosos, geralmente tal aprendizado se dá através de 3 mecanismos:&lt;br /&gt;a) IMITAÇÃO – desde cedo a convivência familiar modela nossas ações. Copiamos principalmente nossos pais, seus jeitos de reagir às diversas situações.&lt;br /&gt;b) REPETIÇÃO – Tendemos a repetir os comportamentos deles diante das situações ofensivas ou injustas;&lt;br /&gt;c) IDENTIFICAÇÃO – Os fatos reconhecidos como ofensivos ou injustos pelos pais, geralmente tem o mesmo significado nos descendentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMO É ATIVADA A RAIVA?&lt;br /&gt;A Raiva é sempre estimulada por um FATO. Geralmente as reações incorporam palavras e atos de insatisfação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÚCLEOS DE ATIVAÇÃO DA RAIVA&lt;br /&gt;PENSAMENTOS: é em nossa mente que ocorre a análise dos fatos e situações ao nosso redor. Se concluirmos que o fato é injusto temos a formação do núcleo da raiva. Por exemplo: - Mulher sobre o marido: “Se ele se importasse comigo, telefonaria. Ele não tem consideração por mim. Tudo que ele pensa é em seu trabalho.” - Marido sobre a mulher: “Eu conserto as coisas em casa, tomo conta do bebê enquanto ela sai com a mãe e nunca recebo nem um muito obrigado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMOÇÕES: Ao concluirmos que um fato é injusto reagimos emocionalmente. Decepção, dor, rejeição, vergonha geralmente surgem neste momento. O que pode promover reação ou retração nas relações interpessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MUDANÇAS FISIOLÓGICAS: Em nosso corpo também se dá a tradução do efeito ofensivo.&lt;br /&gt;&gt; Glândulas Supra Renais – descarga de adrenalina / noradrenalina, componentes químicos atuam na estimulação, tensão, excitação e calor da raiva.&lt;br /&gt;&gt; Mudanças nos batimentos cardíacos, respiração, pressão sanguínea e trato digestivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão agora é:&lt;br /&gt;É POSSÍVEL CONTROLAR PENSAMENTOS, EMOÇÕES, REAÇÕES FISIOLÓGICAS?&lt;br /&gt;Certamente o mais complicado seja controlar os pensamentos. Ele é a raiz, o núcleo do comportamento irado. Cabe ao individuo aprender a controlar seus pensamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo: Raiva (ira) é o conjunto de emoções, pensamentos e reações físicas que experimentamos, quando concluímos que algo nos agrediu ou alguém nos tratou de modo injusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIFICULDADES:&lt;br /&gt;A percepção de injustiça nem sempre é correta. A natureza humana é limitada e egoísta, e, além disso, o que para mim parece injusto, pode não ser para o outro. A maneira como fui educado pode não corresponder ao meio em que eu vivo, logo passo a sofrer por causa das reações das pessoas. Fatores relacionados a auto-estima baixa podem também interferir na maneira com que eu reajo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos dividir as reações de Raiva em duas:&lt;br /&gt;1) RAIVA LEGÍTIMA – baseada na interpretação e reação adequada ao fato. Houve um mal e eu reajo a ele de maneira assertiva e construtiva.&lt;br /&gt;2) RAIVA DISTORCIDA – baseada em falsas impressões e reações comprometidas. É uma raiva que não tem razão de existir. É o resultado de uma percepção errônea de um fato. Geralmente não está ligado a nenhuma transgressão moral.&lt;br /&gt;Segue geralmente este trajeto: ACONTECIMENTO &gt;&gt;&gt; INTERPRETAÇÃO ERRÔNEA &gt;&gt;&gt; RAIVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANTES DE REAGIR PERGUNTE-SE:&lt;br /&gt;- Minha ação é POSITIVA em lidar com o erro e tornar saudável a relação?&lt;br /&gt;- Minha ação é AMOROSA, ou seja, visa beneficiar o outro que estou lidando no caso, ou é só revanchista ?&lt;br /&gt;- Que erro foi cometido? Conheço todos os fatos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta Construtiva à Raiva: Honestidade, Clareza e Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CINCO ETAPAS PARA LIDAR COM A IRA&lt;br /&gt;Adaptado: Dr Gary Champmam&lt;br /&gt;1) Admita conscientemente que está irado&lt;br /&gt;2) Adie sua resposta imediata&lt;br /&gt;3) Localize o foco da ira&lt;br /&gt;4) Analise suas opções&lt;br /&gt;5) Tome uma atitude construtiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEMBRE-SE DOS SIGNIFICADOS:&lt;br /&gt;Muitos padrões Internos emocionais e intelectuais foram aprendidos na infância e cultivados durante os anos de existência. Cada um de nós teve experiências diferentes, logo o significado de cada atitude varia de indivíduo para indivíduo. O que para você representa atributos e valores inquestionáveis podem não encontrar equivalência no outro. Ex. pontualidade, respeito, perfeccionismo, expectativas, certo x errado etc... O erro mais comum que cometemos é expressar a Raiva através de Julgamentos. O caminho praticamente tem seu percurso definido: acusações – cobranças – ressentimentos – reações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RAIVA E SUAS REAÇÕES:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explosão: ocorre quando são adotadas atitudes, gestos e palavras agressivas, descontroladas e imediatas. “Bateu, levou.” “Pisou no meu calo.” “Falei o que pensava.” Acompanhadas de gritos, xingamentos, destruição patrimonial e em muitos casos agressões físicas. Resultados:&lt;br /&gt;- Não é construtivo (prejudica o relacionamento);&lt;br /&gt;- Destrói a Auto-estima (depressão);&lt;br /&gt;- Cria barreiras entre as pessoas (compromete as relações futuras);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implosão: não é reconhecida facilmente porque está aprisionada no interior do indivíduo. Normalmente caracterizada por 3 elementos: - Negação, Retração e Introversão. Negar a raiva não elimina seu poder destrutivo, geralmente traduzida no corpo. Tentativa vã de sabotagem a si mesmo, criando desculpas ou ilusões. Retrair-se corresponde a necessidade de afastar-se das pessoas, situações e locais originários da raiva. E Introversão é a capacidade de transformar os estímulos em cenas permanentes, alimentados por pensamentos secundários. O fato vira uma novela que ocupa permanentemente a mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ira Internalizada gera:&lt;br /&gt;COMPORTAMENTO PASSIVO-AGRESSIVO&lt;br /&gt;- Incapacidade em atender alguns pedidos (desinteresse sexual)&lt;br /&gt;- Redirecionamento da raiva para outras situações e pessoas (confusão)&lt;br /&gt;- Repressão: estresse físico e psicológico (hipertensão, colite, enxaqueca, coceiras, cardiopatias)&lt;br /&gt;- Pensamentos persecutórios, Depressão, Surtos e Suicídio.&lt;br /&gt;- Ressentimento, amargura, vingança e ódio = PECADO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SOLUÇÃO: DIALOGO + ARREPENDIMENTO + PERDÃO&lt;br /&gt;- Esclareça a questão com o ofensor, explicando sua percepção, e o mal que isto lhe ocasionou.&lt;br /&gt;- Dê oportunidade para o outro dar sua versão do fato – OUÇA.&lt;br /&gt;- Busque o entendimento. Julgamentos e retaliações não ajudam solucionar o caso. Ofereça/admita o Perdão.&lt;br /&gt;- Esteja consciente que algumas conseqüências poderão permanecer.&lt;br /&gt;- Comprometa-se em superar a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIDANDO COM TRAUMAS E RAIVAS ANTIGAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem fatos injustos, traumas do passado que podem afetar toda a vida do individuo durante muito tempo, e às vezes seus resultados são permanentes. É importante livrar-se deste mal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º - Faça uma relação das injustiças cometidas contra você;&lt;br /&gt;2º - Examine cuidadosamente a lista, e veja como você lidou com a raiva em cada situação (não importa há quanto tempo);&lt;br /&gt;3º - Identifique as reconciliações impossíveis, veja o que de sua parte pode ser feito, decida esquecer e livre-se delas;&lt;br /&gt;4º - Quanto aos outros resolva se vai “deixar pra lá” ou se vai buscar a reconciliação ou esclarecimentos. Pode ocorrer do outro nunca imaginar que lhe ocasionou tanto mal.&lt;br /&gt;5º - Se for o caso utilize um mediador.&lt;br /&gt;6º - Busque o perdão. Aprenda a perdoar a você e ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RAIVAS ESPECIAIS&lt;br /&gt;Existem algumas raivas que não podemos admitir abertamente. Elas geralmente são encobertas e inconscientes. Nem por isso tem menos peso sobre a nossa vida. É importante buscar ajuda especializada neste caso. Por não ser consciente pode vir à tona em situações inesperadas e inusitadas. Tenha coragem busque ajuda. Estas raivas especiais são: contra Deus, contra os Filhos, contra os Pais e contra o Cônjuge. Por causa de religião, educação repressora ou princípios morais dificilmente são admitidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Irai-vos e não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira...” São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-7980608867297671142?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/7980608867297671142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=7980608867297671142' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7980608867297671142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/7980608867297671142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/05/aprenda-controlar-raiva.html' title='Aprenda controlar a Raiva.'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RlD39otYt0I/AAAAAAAAACM/Eex4m_nawEY/s72-c/estressado.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-9108792895392182222</id><published>2007-05-12T23:02:00.000-03:00</published><updated>2007-05-15T23:27:53.714-03:00</updated><title type='text'>É possivel ser fiel?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RkZyGELTMmI/AAAAAAAAAB0/S5dFAekqfhs/s1600-h/abraÃ§o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5063860279550620258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="153" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RkZyGELTMmI/AAAAAAAAAB0/S5dFAekqfhs/s200/abra%C3%A7o.jpg" width="186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Apenas um em cada quatro brasileiros casados espera fidelidade do parceiro. Isso significa que 75% das pessoas comprometidas acreditam que, mais cedo ou mais tarde, podem ter de encarar a traição. Os dados são de uma pesquisa que ouviu mais de mil pessoas casadas (ou com parceiro fixo) no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Parece que ter um relacionamento extraconjugal já foi incorporado pela nossa cultura, mesmo que isso não seja o que as pessoas almejam", diz a psiquiatra Carmita Abdo, professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e coordenadora do Projeto Sexualidade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, que fez a pesquisa sobre o comportamento sexual do brasileiro, em 2000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a questionar o que chamam de mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência,The myth of monogamy: fidelity and infidelity in animals and people (“o mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil) dedica-se a confrontar de forma erudita a propalada idéia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barash e Lipton mostram que são outras coisas – bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito – que costumam unir ou desunir casais. “A tendência à infidelidade é natural, o que não quer dizer que seres humanos não possam resistir”, diz David Darash, professor de psicologia na Universidade de Seattle, no estado americano de Washington. E, como exemplo da naturalidade dos instintos infiéis, Barash (ele próprio “resistindo” há mais de 20 anos em seu casamento com Judith, co-autora do livro) lembra que, entre os outros animais, a monogamia praticamente inexiste. E quando há, a incidência maior é da parte das fêmeas. “Monogamia geralmente implica exclusividade”, diz o casal de autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.” O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mais que se queira justificar a Infidelidade utilizando-se o argumento biológico está claro que os seres humanos são muito mais do que o biológico. Somos seres influenciados e sobredeterminados pela cultura. Segundo Laraia (2001), a cultura não só condiciona nossa visão do mundo, como também interfere no plano biológico. Desta forma muito da chamada tendência biológica fica submetida a uma ordem maior: a Cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ato criador da humanidade, a partir do primeiro casal, deixa claro que o plano divino da sexualidade e casamento vai muito além dos instintos e desejos. A fidelidade estaria subentendida na expressão e “...serão uma só carne”. A dedicação e exclusividade do casamento sedimenta e fortalece a união, um terceiro individuo destrói esta harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo em tempos pós-modernos, como toda a suposta liberação sexual, o tema fidelidade ainda é requerido e defendido nas relações amorosas. Em recente pesquisa no Grande Rio, entre 400 mulheres evangélicas, pode-se comprovar que entre tantos atributos e condições, para a Manutenção do Casamento a fidelidade é tida como a atitude mais importante entre os cônjuges. Maior ainda que o Amor. Cerca de 98% das 400 mulheres entrevistadas afirmaram que homens e mulheres devem permanecer fiéis na relação, não concordam com a infidelidade mesmo com a ausência do amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo a CNBB reiterando o valor da fidelidade conjugal em recente carta enviada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz: “É preciso ter a coragem de dizer a verdade aos filhos, à sociedade e ao estado: não existe sociedade estável sem família bem constituída; não há família bem constituída sem fidelidade conjugal; e não há fidelidade conjugal sem educação da afetividade e do sexo, sem autocontrole.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fidelidade é própria de pessoas amadurecidas, que são capazes de discernir os verdadeiros valores e pagar por eles o seu preço. O bem do matrimônio e da família merece que seja vencida qualquer tentação de adultério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado a fidelidade é um valor que precisa ser ensinado e reforçado inicialmente na família, até que esteja internalizado na conduta no indivíduo. “Deve a mente ser exercitada por meio de provas diárias a hábitos de fidelidade, a um senso das reivindicações do direito e do dever acima da inclinação e do prazer. As mentes assim exercitadas não hesitam entre o certo e o errado, como o junco oscila ao vento; mas tão logo se lhes apresente o assunto discernem imediatamente que o princípio está envolvido, e instintivamente escolhem o direito sem discutir o assunto por muito tempo. São leais porque se exercitaram para hábitos de fidelidade e verdade.” Testimonies, vol. 3, pág. 22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A receita de Fidelidade parece simples: - começando pela fidelidade nas coisas pequenas é que a alma pode ser qualificada para agir com fidelidade sob responsabilidades maiores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-9108792895392182222?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/9108792895392182222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=9108792895392182222' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9108792895392182222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/9108792895392182222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/05/possivel-ser-fiel.html' title='É possivel ser fiel?'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RkZyGELTMmI/AAAAAAAAAB0/S5dFAekqfhs/s72-c/abra%C3%A7o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-5518374197992695696</id><published>2007-05-02T21:14:00.000-03:00</published><updated>2007-05-02T21:27:52.011-03:00</updated><title type='text'>INFIDELIDADE CONJUGAL</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RjkqEULTMlI/AAAAAAAAABs/v3zTr4a_ZA4/s1600-h/casal+3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5060121909951410770" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 225px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px" height="128" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RjkqEULTMlI/AAAAAAAAABs/v3zTr4a_ZA4/s200/casal+3.bmp" width="232" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Todos nós temos visões de um amor e um casamento perfeito no qual nunca machucaremos um ao outro, relevaremos as faltas, seremos honestos, abertos, exclusivos, encorajadores e fiéis.Como é possível que tais compromissos sejam abandonados, e homens e mulheres traiam-se mutuamente, e com o passar dos anos, cada vez mais? Pesquisas atuais nos dão alguns números referentes aos casos de infidelidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Veja (Jan/2002) trouxe uma pesquisa que revelam que 47% das mulheres e 60% dos homens comprometidos são infiéis. Estas traições geralmente ocorrem nos primeiros 4 anos de relacionamento, e que as razões masculinas, comumente, estão ligadas ao sexo propriamente dito e a das mulheres a problemas de relacionamento. A mesma revista em outra pesquisa aponta que o fator considerado mais importante numa relação é a fidelidade, confirmada pela recente pesquisa entre mulheres no RJ (Nascimento, 2004). Contradição?!? Como podemos valorizar tanto a fidelidade, odiar a traição e ser complacentes com os casos extra-conjugais, que atualmente ocorrem aproximadamente, em 2 de cada 3 casamentos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inegável o dano psicológico para ambos – traído e traidor. Compreender com isto ocorre pode nos ajudar a perceber, antecipar e prevenir o processo que cedo ou tarde pode desenvolver-se em nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos na maioria das vezes reflete tentativas de satisfação de expectativas não atendidas, consciente ou inconscientemente, de natureza frustrante numa relação. Tal busca de atender necessidades internas no mundo externo é tola porque, na maioria das vezes, são questões que envolvem crises pessoais de auto-valorização e auto-estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos ocorrem quando maridos e mulheres chegam num ponto de descrença total na mudança. Esta desesperança provoca uma dúvida imperativa de que o casamento não irá satisfazer importantes necessidades não resolvidas no contexto do casamento. A natureza desta necessidade direciona a pessoa a ser buscada , ou a que será permitida aproximar-se. Algumas necessidades são comumente identificadas como motivos para traições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Necessidade de Conquista – Geralmente ligados a masculinidade, a conquista sexual está muito ligada ao poder de atração. No passado isto era mais comum, quando a iniciativa era a marca masculina e a passividade feminina. Para muitos homens mulher boa era a difícil. A relação de desafio era a que excitava, e no casamento ela deixaria de existir. Haveria muito pouco a se conquistar. Este recurso era e ainda é um eficiente suporte para a auto-valorização e dificilmente se conseguirá sobreviver sem ele; a não ser que ocorra uma revisão dos valores da masculinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Necessidade de um Amante Jovem – Para alguns atingir a 3ª idade é algo ameaçador. Afinal toda nossa cultura é direcionada para os jovens. Mesmo com a ameaça do “tio Sukita”, enfrentar o envelhecimento pode ser doloroso. Durante este processo muitos deixam de se sentir atraentes, viris e sexy. O declínio das paixões sexuais, as insegurança e as necessidades de valorização que deixam de ser preenchidas em casa passam a ser buscadas em outros círculos. Todos nós precisamos aceitar as mudanças que ocorrem em nossas vidas e o envelhecimento é uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Necessidade de Vencer a Depressão – A depressão pode ser a base para muitos desdobramentos comportamentais, incluindo os motivos de infidelidade conjugais. Geralmente eles podem aparecer como meio de fuga do tédio, falta de objetividade na vida, perdas pessoais, desesperança, raivas e irrealizações. Quando tudo vai mal, seja lá qual for a fonte real da tristeza o companheiro é sempre o pólo das insatisfações. Ele é visto como o principal responsável pela felicidade do casal. Os casos ocorrem como meio de trazer excitação e prazer temporário, ou até como mesmo retaliação inconsciente contra o cônjuge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Necessidade de evitar intimidade – No relacionamento conjugal necessariamente temos que lidar com a questão da dependência. Ela exerce parte fundamental no vínculo matrimonial. Isto pode ameaçar. Proximidade e intimidade nos torna vulneráveis, depender totalmente do outro pode trazer risco insuportável. Pode ocorrer, sem mesmo estarmos conscientes disto, de mentalmente fazermos uma “divisão de papéis”. Alguns são destinados ao nosso cônjuge outros direcionados para outras pessoas fora do casamento. Muitos casais estão famintos por aproximação, mas não crêem que seus companheiros conseguirão saciá-los em suas necessidades. Na realidade não querem que eles o façam. Um marido ou uma mulher pode representar determinada figura incongruente com outra imaginária. Por ex. ser uma boa mãe está dissociado de ser uma boa amante. Ser um pai responsável entra em choque com as fantasias sexuais alimentadas. A razão desta fragmentação geralmente vem de um modelo familiar distorcido. Esquecemo-nos que homens e mulheres são destinados a relacionamentos completos. Quando uma necessidade vital, como a dependência é retirada, será buscada em outro lugar, fora do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Necessidade de dupla identidade – Quando laços que unem o casamento são por demais aprisionadores (tipo obrigatórios), geralmente ligados a questões religiosas e morais. Pode ser que o homem ou mulher sinta necessidade de viver um outro tipo de vida furtiva. É o relacionamento mais enganador e hipócrita que existe. Finge-se “pelo bem dos filhos”, até que as criança cresçam”, “o que os outros vão pensar”. O outro exerce uma função simbólica. Não existe intimidade,pelo contrário, só distanciamento e superficialidade. A excitação e paixão reais ocorrem em outro lugar , com outra pessoa. Na maioria das vezes , estão satisfeitos, pensam que não estão machucando ninguém e recebem o melhor dos dois lados. A permanência desta fragmentação poderá gerar sentimentos ambivalentes e questionamentos internos , afetando a produtividade cotidiana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de manter encoberto o relacionamento extraconjugal o traidor reagirá com dissimulação e negação. Este esforço de guardar segredo será como um espinho na carne, sempre indicando que há algo de errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ocorrer de existir culpa, que nem sempre é consciente, manifestando-se em irritabilidade, discussões, depressão e até mesmo falta de cuidado consigo mesmo (autodestruição). Alguns não suportam o peso das mentiras e falsidades e acabam contando tudo. O efeito sobre o cônjuge é devastador: choque, raiva, dor, dúvida, perturbação mental, confusão, depressão, difícil, é dizer se a ferida será cicatrizada e a confiança restabelecida. De qualquer forma resgatar o relacionamento poderá representar um esforço e coragem gigantescos. A cura leva mais tempo do que se espera , mas menos tempo do que se teme. O caminho da reestruturação passa pelo diálogo honesto e pela busca da mudança. Do mesmo modo a separação: pelo respeito dos limites e individualidades, direito ao luto e realinhamento de conduta. Feito isto o equilíbrio finalmente poderá ser estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível ser fiel? Veremos no próximo artigo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-5518374197992695696?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/5518374197992695696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=5518374197992695696' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5518374197992695696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5518374197992695696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/05/infidelidade-conjugal.html' title='INFIDELIDADE CONJUGAL'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RjkqEULTMlI/AAAAAAAAABs/v3zTr4a_ZA4/s72-c/casal+3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1786293819311417544</id><published>2007-04-25T09:05:00.000-03:00</published><updated>2007-04-25T17:20:46.229-03:00</updated><title type='text'>Masturbação - o Vício Solitário</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Ri9HC0LTMkI/AAAAAAAAABk/TNhQOg2Prxc/s1600-h/DEPRESSÃO.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5057339020251705922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px" height="149" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Ri9HC0LTMkI/AAAAAAAAABk/TNhQOg2Prxc/s200/DEPRESS%C3%83O.jpg" width="157" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;em&gt;Discutido desde os tempos mais remotos, o tema Masturbação ainda hoje continua carregado de incógnitas e cercado de tabus. Etimologicamente, masturbação é entendida como: profanar com as mãos ou poluir com as mãos. Vem do latim manus (mão) e stupro (perverter/profanar). O ato se refere quando o individuo dá prazer de cunho sexual a si mesmo através da manipulação dos genitais (ou com o uso de objetos). Vale a pena diferenciar 3 tipos de Masturbação: Infantil, a Dois, Auto-erotismo.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Masturbação Infantil &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Considera-se Masturbação Infantil o fato de crianças ainda pequenas manipularem seus genitais. Neste caso a situação decorre da necessidade de descoberta natural do próprio corpo pelas crianças. As crianças desenvolvem atividades masturbatórias pelo simples fato de sentirem prazer, não estando ligada à fantasia sexual como no caso do adolescente e do adulto&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. A partir das contribuições freudianas a sexualidade infantil passou a ser tema incontestável. A auto-descoberta deve ser trabalhada pelos pais como uma fase normal do crescimento da criança na formação de sua Identidade. Os órgãos genitais devem ser apresentados, devendo as orientações estar ausentes de imposições restritivas culposas ou do uso de termos depreciativos. Ao mesmo tempo os pais devem estar atentos para que o prazer advindos desta manipulação não se fixe de maneira exagerada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Masturbação a Dois &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A manipulação dos órgãos genitais num relacionamento a dois é erroneamente chamada de masturbação, no entendimento que queremos dar neste artigo. Pode fazer parte das atividades preliminares, sendo um momento especial de afeto e preparo para a o ato sexual propriamente dito. Também chamada de hetero-masturbação, em que o (a) parceiro (a) estimula o outro com as mãos ou objetos, com o intuito de dar-lhe satisfação sexual. Existe ainda a masturbação simultânea ou mútua, em que os parceiros se satisfazem ao mesmo tempo, usando as mãos ou objetos, e a masturbação com penetração simultânea. Em qualquer dos casos o objetivo geralmente é de dar maior prazer ao relacionamento sexual e obtenção de orgasmo. &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Auto-Erotismo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Comumente, usa-se o termo masturbação para o sexo solitário, quando o individuo através da manipulação de seus órgãos genitais (ou uso de objetos) busca o prazer e o orgasmo. Sobre esta prática nos deteremos mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Masturbação na História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em algumas civilizações da Antiguidade a masturbação era permitida como forma de obtenção de prazer. Entre os gregos e os romanos tal ato era reprovado, especialmente entre os mais jovens, pois se considerava como prejudicial o desperdício de energia vital. Na Mesopotâmia era considerado ritual “impuro”. Na Idade Média, filósofos e médicos reprovavam a masturbação. A Santa Inquisição considerou heresia tal prática, e o infrator era tido como possuído por dois demônios “Incubus” e “Súcubus”. A masturbação os alimentava e permitia que estes se reproduzissem. O infrator poderia pagar com a própria vida. Além disso, relacionavam a prática ao pecado de Onã, castigado com a morte pelo próprio Deus. Daí o termo Onanismo ser confundido com masturbação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No século XVIII, Simon André Tissot (médico suíço) através do que se conhece como “Teoria da degeneração sexual”, tendo em vista a dificuldade no diagnóstico de algumas doenças referiu-se a masturbação como sendo a causa de toda o problema. “A doença mental era especialmente intrigante para Tissot, o comportamento incomum ou inexplicável da doença mental “parecia” semelhante ao de machos desvirilizados e ele englobou tudo isso na categoria da degeneração: sendo um degenerado uma pessoa má, nociva ou moralmente corrupta”&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn3" name="_ednref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;. Devido aos esforços diligentes de Tissot, sua teoria tornou-se aceita no mundo médico. Em 1758, ele convenceu os pensadores médicos de sua época de que a perda do fluido seminal vital era responsável pela doença tanto física quanto mental. Vale a pena ressaltar que Tissot baseou suas observações em situações de efeitos da castração, e não conhecia o hormônio Testosterona. Sua influência difundiu-se no mundo, persistindo ainda até os nossos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos teve dois defensores importantes: o reverendo Sylvester Grahan, que acreditava que dieta, boa forma física e abstinência seriam a defesa contra a tentação viciosa da masturbação; e John Harvey Kellog. Grahan desenvolveu uma “bolacha saudável” que supostamente reduziria as necessidades carnais. Já Kellog, médico, de Battle Creek Sanitariun, seguidor mais ardoroso de Grahan. Criou uma dieta saudável para o tratamento da insanidade. Processava cereais e nozes, e afirmava que ao ingeri-los no lugar de carne “reduziria os desejos da outra carne”. J. Money , em seu livro “Lovemaps” escreve que Kellog foi um ardoroso advogado antimasturbatório da degeneração. Para os casos intratáveis, no caso de meninos aconselhava costurar a pele do prepúcio com fio de prata, ou em caso extremo a circuncisão sem anestesia. Para as meninas recomendava que o clitóris fosse queimado com fenol. Em alguns lugares praticava-se a infibulação (costura dos lábios vaginais). Mesmo com o avanço da medicina através de Louis Pasteur e Robert Koch, muitas idéias antigas se mantiveram vivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Inglaterra as idéias de Tissot tiveram como aliados o casal Baden Powell, criadores do Movimento Escoteiro Mundial. Os escoteiros surgiram como forma de combater a masturbação entre adolescentes e jovens através de um programa de incentivo as práticas sociais, valorização da moralidade e incremento do desenvolvimento físico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fábulas e Crendices em torno da Masturbação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Dentre os diversos mitos criados em torno do tema masturbação, e que de certo modo ainda persistem, estão os de que provoca espinhas no corpo, faz crescer pêlos nas mãos, causa emagrecimento, aumenta os seios masculinos, ocasiona tuberculose, impotência sexual e loucura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Afinal, Masturbação: SIM ou NÃO? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Os defensores da prática masturbatória alegam que esta faz parte do desenvolvimento sexual natural do indivíduo. Munjack defende que a masturbaçãso traria vários benefícios, entre eles: um treinamento para um melhor orgasmo, aumento do conhecimento sobre as partes mais sensíveis sexualmente, aumento da vascularização pélvica, experiência de novas fantasias, descontraimento e brincadeira, etc... Contestado por outros autores, como Stekel&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn4" name="_ednref4"&gt;[4]&lt;/a&gt;, que em seus estudos observou que a reação masturbatória está muitas vezes ligada a reações neuróticas de descarga energética, e possibilidade de ocorrer uma “dependência química” uma vez que o ato se estabeleça com regularidade, incluindo aí as crises de abstinência. Segundo este autor ainda existiria uma relação íntima entre masturbação, perversões e desvios sexuais (sadismo, masoquismo, fetichismo, pedofilia, homossexualismo), além da mente ser estimulada cada vez mais a fantasias mais lascivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso na Terapia Sexual &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em alguns casos de atendimento de casais em Terapia Sexual faz-se necessário a utilização de atividades masturbatórias. Usado como técnica nos casos de controle da ejaculação precoce e ejaculação retardada. Nos casos de mulheres anorgásmicas primárias exercícios graduais de toque e estimulação são implantados como mecanismo de desenvolvimento da sensibilidade sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Lógica do Prazer Sexual segundo a Bíblia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Segundo o Gênesis o surgimento da Sexualidade se dá junto com a Conjugalidade, ou seja, no momento em que Deus institui o primeiro casamento entre Adão e Eva. A Sexualidade surge como ingrediente fundamental na coesão e conhecimento mútuo do casal. Surge como energia e força mobilizadora de união e identificação. Existe toda uma química favorável a esse encontro, e seu despertamento deveria se dar em função do outro. “Isso significa que Deus planejou o aspecto físico do ato sexual como parte da intimidade total do coração e da mente, que é o casamento.” &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn5" name="_ednref5"&gt;[5]&lt;/a&gt; No ato masturbatório o indivíduo deixa de ter a premissa básica – o outro. Desta forma, contrariando o princípio bíblico, a masturbação decorre de desejos egocêntricos. De fato, alguns indivíduos dados à masturbação têm sérias dificuldades de relacionarem-se com o sexo oposto, dificuldades de controlar os impulsos sexuais necessitando desta prática como alivio a tensão sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de vermos a questão se dá no plano mental específico – o da fantasia. Para que o individuo consiga estimular-se manualmente e chegar ao gozo é fundamental que recorra a fantasias (cenas, imagens, sons) que lhe introduzam no clima sexual, sem o qual não chegará ao ápice. Podemos facilmente entender essa lógica, imaginando alguém (normal) se masturbando e cantando um hino religioso (se isso for possível), se conseguirá se satisfazer sexualmente ou não? Muito provavelmente não. O ensino bíblico deixa claro que o pecado contra o sétimo mandamento (“não adulterarás”) se dá inicialmente na mente, com a cobiça do (a) outro (a) que lhe não pertence. Na maioria dos casos a masturbação executa este papel. O problema não está na fantasia, no ato sexual entre duas pessoas a fantasia deve estar presente, a questão é que mais uma vez o outro não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Citações de EG White sobre a Masturbação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;"Algumas crianças começam a prática da masturbação na infância; e ao avançarem em anos, as paixões concupiscentes crescem com o seu crescimento e fortalecem-se com a sua força. Não têm mente tranqüila. Seu comportamento não é reservado e modesto. São ousados e atrevidos, e permitem-se liberdades indecentes. O hábito da masturbação degradou-lhes a mente e manchou-lhes a alma." Testimonies, vol. 2, pág. 481.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O efeito de tão degradantes hábitos não é o mesmo em todas as mentes. Existem crianças que têm as faculdades morais muito desenvolvidas e que, associando-se com crianças que praticam a masturbação, tornam-se iniciadas no vício. Sobre esses, o efeito será freqüentemente torná-los melancólicos, irritadiços e desconfiados; esses, entretanto, podem não perder o respeito pelo culto religioso, e talvez não demonstrem especial deslealdade com respeito às coisas espirituais. Por vezes sofrerão intensamente com sentimentos de remorso, julgando-se degradados aos próprios olhos, perdendo seu respeito próprio." Testimonies, vol. 2, pág. 392.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nas pessoas viciadas no hábito da masturbação é impossível despertar-lhes as sensibilidades morais para apreciarem as coisas eternas, ou deleitar-se em exercícios espirituais. Pensamentos impuros tomam e controlam a imaginação e fascinam a mente, e segue-se um quase incontrolável desejo para a prática de atos impuros. Se a mente fosse educada a contemplar assuntos elevados, a imaginação ensinada a refletir sobre coisas puras e santas, ela seria fortalecida contra esse vício terrível, degradante, destruidor do espírito e do corpo. Seria, pela disciplina, acostumada a demorar-se nas coisas elevadas, celestiais, puras e sagradas, e não poderia ser atraída para esse vício torpe, corrupto e vil." Testimonies, vol. 2, pág. 470.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Alguns que fazem alta profissão de fé, não compreendem o pecado da masturbação e seus seguros resultados. O hábito longamente arraigado lhes tem cegado o entendimento. Eles não avaliam a excessiva malignidade deste degradante pecado." Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 257.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A masturbação destrói as boas resoluções, o esforço fervoroso, e a força de vontade para formar um bom caráter religioso. Todos os que têm qualquer verdadeiro senso do que significa ser cristão sabem que os seguidores de Cristo estão na obrigação, como discípulos Seus, de trazerem todas as suas paixões, forças físicas e faculdades mentais, em perfeita subordinação à Sua vontade. Os que são controlados por suas paixões não podem ser seguidores de Cristo." Testimonies, vol. 2, pág. 392.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Concluindo... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vivemos num mundo em que a Individualidade e o Individualismo são exaltados nos quatro cantos. A mídia direta ou indiretamente reforça o direito individual sobre o coletivo, o melhor exemplo disso é a internet que hoje cria situações virtuais de interação onde os atores relacionam-se com personagens fictícios. A exaltação descomedida do prazer pelo prazer invade todos os recantos da sociedade. Neste contexto a discussão sobre a masturbação se estabelece bem maior que o ato em si, e sim num contexto em que as variáveis como autruismo, cooperação, temperança e mutualidade se contrapõem ao egoísmo, hedonismo e competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; ALENCAR, CML de . Masturbação: Pecado, hábito ou necessidade, Revista Terapia Sexual, vol III, , Ed. Iglu, SP, 2000&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; idem&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref3" name="_edn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; idem&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref4" name="_edn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Stekel, W. Onanismo y homosexualidad, Ed. Iman, Buenos Aires, 1979&lt;br /&gt;[&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref5" name="_edn5"&gt;5]&lt;/a&gt; WADE, L. Os Dez Mandamentos, CASA, Tatuí, 2006 p.65&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1786293819311417544?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1786293819311417544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1786293819311417544' title='45 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1786293819311417544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1786293819311417544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/vicio-solitrio.html' title='Masturbação - o Vício Solitário'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Ri9HC0LTMkI/AAAAAAAAABk/TNhQOg2Prxc/s72-c/DEPRESS%C3%83O.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>45</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-8547207119906885345</id><published>2007-04-18T09:39:00.000-03:00</published><updated>2007-04-18T10:08:19.789-03:00</updated><title type='text'>Porque cresce o Alcoolismo Feminino?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RiYUsbVv03I/AAAAAAAAABU/syDLqmghNRk/s1600-h/alcoolismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5054750385255732082" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px" height="123" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RiYUsbVv03I/AAAAAAAAABU/syDLqmghNRk/s200/alcoolismo.jpg" width="243" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Nos países, ditos desenvolvidos, cresce assustadoramente o número de mulheres que consomem bebidas alcoólicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Há quem diga que o quadro não é diferente nos países em desenvolvimento. Há tendência para tentar encontrar “razões” que justifiquem este problema, no entanto, ainda não se sabe se bebem em situações de crise ou se o fazem por serem as mais vulneráveis ao estresse social que os homens. Há também quem afirme que o álcool é mais pernicioso para as mulheres devido às diferenças existentes entre os dois sexos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está subjacente ao consumo do álcool?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Gameiro in Fonseca (1979)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn1" name="_ednref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, o alcoolismo deve ser considerado como uma manifestação sistêmica – modelo biológico, sociológico e psicológico – em que vários fatores atuam e interagem entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores biológicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao nível biológico o efeito do álcool, constata-se que o hábito alcoólico instala-se mais rapidamente, acabando por ter um aspecto mais destrutivo, uma vez que o organismo feminino esta menos preparado para metabolizar o álcool. (Bredda, 1994)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt;. A absorção alcoólica parece ser muito mais rápida; o que contribui para uma toxicidade mais elevada. Torna-se evidente, então, que as diferenças orgânicas, relacionadas com a resistência aos efeitos do álcool estão ligadas à desigualdade dos sistemas hormonal, imunológico e enzimático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores Sociais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constata-se que à medida em que se a diminui a censura social sobre a mulher embriagada, o alcoolismo feminino aumenta e toma progressivamente a mesma aparência do masculino. Assim, enquanto a mulher se afasta do comportamento típico da feminilidade, em que desempenha diferentes papéis (mulher, esposa, mãe, profissional, dona de casa...) à incidência do alcoolismo aumenta.&lt;br /&gt;Para Bechnik (in Fernandez, 1981)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn3" name="_ednref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, os fatores que determinam o crescimento desta problemática resumem-se aos seguintes mecanismos:&lt;br /&gt;a) Mudança externa, queda dos “tabus” e obstáculos sociais;&lt;br /&gt;b) Mudança interna, que se transformou numa crise de Identidade pelo fato da mulher ter interiorizado como modelo aspectos masculinos;&lt;br /&gt;c) As tensões de uma vida profissional e as incitações provenientes do meio, no que se refere ao hábito de beber, ocupando os tempos livres para “solidificar” as relações interpessoais.&lt;br /&gt;Apesar da diminuição da censura, a sociedade tem pouca tolerância com a mulher alcoólica, rejeitando e marginalizando aquelas que se embriagam frequentemente. Desta forma muitas delas entram num ciclo vicioso: bebe porque se sente rejeitada pelos outros, e assim é retirada do grupo. Considerada transgressora de sua imagem de mãe, protetora, educadora, afetiva...- o que explica muitas delas se esconderem para manter o vício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores Psicológicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alcoolismo poderá ocorrer em conseqüência de uma organização neurótica da personalidade. Muitas vezes como compensação de fracasso, abandono, decepção ou ainda tentativa de assumir alguma virilidade.&lt;br /&gt;Reynaud (1987)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn4" name="_ednref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; indica, como uma possível causa, um trauma de caráter sentimental no fundo do qual há uma mulher que sofre, com uma solidão difícil de suportar e que a procura preencher com a bebida.&lt;br /&gt;Por outro lado pode representar os conflitos e ambivalência de identidade sexual, mas, sobretudo para diminuir, ou mesmo anular, a diferença entre o modo como se vê e de como gostaria de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fatores Espirituais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência de uma referência do Divino na vida cotidiana dos individuos colabora para a instalação de um complexo de sentimentos ambivantes em relação a funcionalidade e finalidade da existência humana. O vazio existencial, a falta de fé e esperança empurra o individuo cada vez mais para um abismo de solidão de proporção cada vez maior. A própria desestruturação dos modelos autruistas de relacionamentos, a exaltação descomedida do individualismo, a valorização da competência e da auto-suficiência, impõe um ritmo acelerado e quase sempre levando a exaustão a maioria. O significado último do existir se perde na efemeridade do "&lt;em&gt;ganha-pão de cada dia"&lt;/em&gt;. Não existe mais tempo para Deus, nem para o tempo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importância da família&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Importa sublinhar que a família ocupa um papel primordial na estruturação e funcionamento psicológico do indivíduo. Como tal, as contribuições familiares englobam fatores genéticos e ambientais. Muito se tem afirmado que os filhos de alcoólicos têm, para o álcool, uma especial apetência. Isto, no entanto não prova a existência de uma hereditariedade alcoólica, mas apenas que os filhos de pais alcoólicos recebem desde cedo influências ambientais que explicam muita “coisa”. Além disso, quase sempre marcados, física e psicologicamente, estes filhos dificilmente se libertam de tais influências e de solicitações que neles irão incidir. Tanto mais que são em si mesmos, portadores de uma menor resistência ao álcool. Por outro lado, a vida frustrada e infeliz do alcoólico dá aos filhos um sentido de desgosto, de insatisfação e de revolta, que os poderá induzir na mesma vida de bebedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje são muitos os grupos de apoio aos alcoólicos, e muitas as possibilidades de terapia, geralmente envolvendo os membros da família. Seja qual for o modelo de intervenção, deverá fornecer informações acerca das conseqüências que a dependência do álcool tem para si e para o seu meio, para que possa decidir deixá-lo... para que possa conhecer-se melhor, crescer e, fundamentalmente, para que este não se torne o elixir de uma vida curta e infeliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Fonseca, A.F. (s/d) Psiquiatria e Psicopatologia Vol. I e II; Lisboa, Ed. Calosute Gulbenkian.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref2" name="_edn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Breda, S. (1994) Aspectos epidemiologicos e nutricionais do alcoolismo feminino; in “ Revista da Sociedade Portuguesa de Alcoologia” nº 1/1; Vol III Jan-Ago&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref3" name="_edn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Fernandez, A. (1981) “ La Dépendence Alcoolique”; Paris; Presses Universitaires de France.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref4" name="_edn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; Reynaud, M. (1987) “As Toxicomanias – Alcoolismo – Tabagismo – Drogas”; S.Paulo; Organização Andrei Ed Lda.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-8547207119906885345?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/8547207119906885345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=8547207119906885345' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8547207119906885345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/8547207119906885345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/porque-cresce-o-alcoolismo-feminino.html' title='Porque cresce o Alcoolismo Feminino?'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RiYUsbVv03I/AAAAAAAAABU/syDLqmghNRk/s72-c/alcoolismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-5408564253031838133</id><published>2007-04-10T00:36:00.000-03:00</published><updated>2007-04-15T14:57:43.715-03:00</updated><title type='text'>Religião, Mulher e Felicidade Sexual</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5051638826206095074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 125px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="162" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhsGv2mV5uI/AAAAAAAAABM/Wo-DZCxJH2s/s200/casal+5.jpg" width="155" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;em&gt;“A mulher cristã verdadeiramente convertida tem maiores chances de obter satisfação sexual, do que a que não é cristã.” &lt;/em&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn1" name="_ednref1"&gt;&lt;em&gt;[1]&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao ler estas palavras muitas mulheres cristãs se sentem num entroncamento paradoxal. Aquelas que pensavam ser convertidas, por não terem uma vida sexual feliz, podem passar a questionar sua religiosidade. Por outro lado as que têm uma vida sexual satisfatória podem dar saltos de alegria, porque provavelmente sua vida religiosa vai muito bem obrigada. Seja lá qual for a explicação, relacionar sexualidade com religião sempre foi polêmico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pesquisa recente &lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn2" name="_ednref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; aponta para outra direção, revelando que entre um grupo de mulheres evangélicas do RJ o quadro de dificuldades sexuais é muitas vezes igual ou superior ao restante do público. Os resultados indicaram que cerca de 10% das mulheres apresentam quadros típicos disfuncionais. Existem aquelas que têm dificuldades na questão do desejo sexual (10%), outras apresentam dificuldades no momento de manter a excitação (6,3%) e algumas não vivenciam o orgasmo (14,5%). Se levarmos também em conta àquelas que revelaram sentir freqüentemente dor na relação (8%) e algumas que não conseguem a penetração (4%), teremos fortes indicativos de disfunções. A presença da culpa e ansiedade indica vivências conflituosas, comprometedoras da saúde sexual, possivelmente refletindo na baixa qualidade de vida sexual de um bom número delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A natureza dos conflitos sexuais &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Kaplan (1977)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn3" name="_ednref3"&gt;[3]&lt;/a&gt;, de um modo geral existe um entendimento consensual, de que a maioria das dificuldades e conflitos sexuais entre os casais sejam criadas por fatores experienciais. Sobre a natureza destes fatores existem muitas controvérsias, que, dependendo do entendimento teórico podem ser vistos de variadas maneiras em sua base etiológica psíquica.&lt;br /&gt;A Teoria Psicanalítica defende que o conflito inconsciente proveniente das experiências traumáticas da infância ocasiona as crises e disfunções sexuais. Outro ponto de vista é sustentado pela Teoria da Aprendizagem a partir de modelos de comportamento. A identificação é explicada a partir de princípios básicos de condicionamentos, imitações e modelagens. Quando o comportamento ocorre, a criança é reforçada ao responder adequadamente ao modelo, por desejar afetivamente ser semelhante ao modelo, ou porque ela observa um outro indivíduo ser reforçado ao emitir comportamentos desejados. A vivencia do contexto sexual na família seria o fator principal. Por outro lado, a Teoria do Desenvolvimento Cognitivo sugere que a criança passa por certos estágios de desenvolvimento, e a aprendizagem dependerá desses estágios. Kolberg apud Oliveira&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn4" name="_ednref4"&gt;[4]&lt;/a&gt; diz que: No que diz respeito ao papel sexual, esses esquemas que ligam os eventos incluem conceitos sobre o corpo, sobre o mundo físico e social, e categorias gerais de relacionamento. (p. 16) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Determinantes Psicológicos das Disfunções Sexuais &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;É importante que reconheçamos que fatores etiológicos subjacentes às dificuldades sexuais, geralmente apresentam-se sob forma de conflitos de ordem psicológica advindos de experiências traumáticas ou de estruturas de formação repressoras à sexualidade. Tais componentes interferem diretamente no momento da experiência sexual, ora funcionando como inibidor da experiência erótica, ora na dificuldade de eliminação temporária de certo grau de controle e contato com o ambiente, comum no ato sexual. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causas de disfunções sexuais &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Algumas causas psicológicas podem ser entendidas como imediatas, ocorrem no contexto da experiência sexual, ou como impedimento da experiência erótica ou como falha no desempenho sexual. Os indivíduos geralmente apresentam altos níveis de ansiedade e defesas psíquicas contra os sentimentos sexuais. Algumas respostas insatisfatórias são fruto de ignorância sexual, geralmente oriunda de uma educação repressora. Alguns medos (de rejeição, de desempenho, insatisfação do parceiro) podem surgir por ocasião do afloramento de todo processo de excitação sexual. Sentimentos: como culpa e ansiedade, podem refletir lutas e esquivas inconscientes.&lt;br /&gt;Algumas mulheres são tomadas de conflitos e sentimento de culpa sobre os desejos e necessidades eróticas que desencorajam os parceiros no processo de estimulação erótica. Por outro lado a tensão sexual pode ser a grande fonte geradora de ansiedade provocada pelo desejo erótico. Tais desejos podem chocar-se com pensamentos proibidos advindos da formação do indivíduo. A ortodoxia religiosa age muitas vezes na construção deste “programa” de censura e defesas cognitivas. No ato sexual as funções autônomas precisam permanecer livres do controle consciente para que se desenvolvam naturalmente (Kaplan). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A importância da Comunicação do Casal&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A ocorrência de falha na comunicação do casal em comunicar francamente os sentimentos e experiências sexuais, geralmente ligados ao nível de confiança desenvolvidos entre os dois, potencializa as dificuldades, sendo importante fator na etiologia das disfunções sexuais. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Interferência da Religião&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Villa (2002)&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_edn5" name="_ednref5"&gt;[5]&lt;/a&gt; destaca que a religião acaba exercendo uma forte influência sobre o relacionamento conjugal, inclusive limitando o repertório de habilidades interpessoais, produzindo regras inibitórias no contexto da relação sexual, algumas destas ligadas a esquemas de punições e reforço. Kaplan (1977) comenta que infelizmente nossa sociedade compara sexo e pecado. Por esse motivo, toda a manifestação do desejo de prazer sexual de uma pessoa está sujeita a ser negada, ignorada e tratada como coisa vergonhosa e em geral incessantemente atormentada por conseqüências e associações aflitivas, sobre tudo no período da formação moral - a infância. Daí ao mesmo tempo em que o intenso prazer da sexualidade demonstra ser a força poderosa e onipresente na existência humana, é também facilmente associada ao medo e sentimento de culpa, imobilizadores da boa resposta sexual. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Kaplan faz a seguinte colocação: A equação sexualidade-imoralidade está profundamente entranhada em nossa cultura. O jovem aprende, desde a infância, que é maravilhoso andar, falar, pintar, que ele é bom menino quando come suas refeições ou dorme o seu sono, mas que os seus impulsos sexuais não são aceitáveis. Ensinam-lhe a negar a sua sexualidade, a dissociar este aspecto de si mesmo, que manifestar os desejos sexuais é perigoso, obsceno, hostil, indecente, nojento e imoral, sobretudo se seu lar for religioso.(p.151) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Alienação Sexual&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O processo de alienação sexual começa desde os primeiros anos de vida. As manifestações sexuais são sistematicamente seguidas de desaprovação, castigo e recusa. Estas contingências negativas das primeiras manifestações sexuais resultam na repressão dos impulsos sexuais, instauração de conflitos destrutivos, sentimento de culpa e frieza sexual. Este processo em nossa cultura é ainda muito mais severo com as mulheres, geralmente vítimas de processo de educação altamente repressora e machista. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Ideal Bíblico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Está claro que a partir do texto bíblico o desejo de Deus para a humanidade é de felicidade, inclusive sexual. Também está claro, que seus princípios de vida favorecem a felicidade do casal. Em toda a Bíblia vamos encontrar citação direta de valorização ao amor conjugal, aí se incluindo o sexo. O que percebemos que com o passar dos anos as reinterpretações bíblicas pelas diversas religiões cristãs têm favorecido a infelicidade sexual de muitas mulheres e homens. O padrão ortodoxo e repressor de alguns discursos religiosos, permeados por atitudes machistas conservadoras, sem dúvida ainda é uma grande barreira a ser quebrada no meio cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn1" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref1" name="_edn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; VAN PELT, N. Felizes no Amor Casa Publicadora Brasileira, 2003, SP pág. 148.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn2" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref2" name="_edn2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;[2] NASCIMENTO, Virgilio Gomes. Norma e transgressão da sexualidade: uma pesquisa acerca dos transtornos sexuais femininos e conflitos entre atitudes e comportamento sexual num grupo de mulheres evangélicas do Grande Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Mestrado em Sexologia da Universidade Gama filho, 2005. Dissertação de Mestrado&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn3" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref3" name="_edn3"&gt;[3]&lt;/a&gt; Kaplan, A nova terapia do sexo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1977.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn4" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref4" name="_edn4"&gt;[4]&lt;/a&gt; OLIVEIRA, L.S. Masculinidade, feminilidade, androginia, Rio de Janeiro, Achiamé, 1983..&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-endnote-id: edn5" href="http://www2.blogger.com/post-create.g?blogID=4601038977999973677#_ednref5" name="_edn5"&gt;[5]&lt;/a&gt; VILLA, M.B. e DEL PRETTE, Z.A., Habilidades sociais conjugais em casais de diferentes filiações religiosas, Ribeirão Preto, USP, 2002, Dissertação de Mestrado &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-5408564253031838133?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/5408564253031838133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=5408564253031838133' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5408564253031838133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5408564253031838133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/religio-mulher-e-felicidade-sexual.html' title='Religião, Mulher e Felicidade Sexual'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhsGv2mV5uI/AAAAAAAAABM/Wo-DZCxJH2s/s72-c/casal+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1619375081436656804</id><published>2007-04-01T23:14:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T23:35:05.567-03:00</updated><title type='text'>Abuso Espiritual</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhBqiGE6VWI/AAAAAAAAABE/yrWclf2NA1k/s1600-h/Pastor+evangelico.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048652316261635426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 129px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" height="141" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhBqiGE6VWI/AAAAAAAAABE/yrWclf2NA1k/s200/Pastor+evangelico.jpg" width="103" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Adaptado do artigo por David Henke&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Organização Estrutural&lt;/em&gt;: O abuso espiritual pode ocorrer em qualquer organização estrutural, mas as estruturas mais autoritárias são ainda mais suscetíveis ao abuso espiritual sistemático. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Definição&lt;/em&gt;: Abuso espiritual &lt;em&gt;é o uso impróprio de qualquer posição de poder, liderança, ou influência para satisfazer os desejos egoístas de um líder religioso&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Às vezes o abuso se origina em posições doutrinárias. Às vezes ele ocorre porque os interesses pessoais de um líder, ainda que legítimos, sejam satisfeitos de maneira ilegítima. Sistemas religiosos espiritualmente abusivos são comumente descritos como legalistas, controladores mentais, religiosamente viciadores, e autoritários. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Características Comuns:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;1. Autoritarismo: A característica mais evidente de um sistema religioso abusivo, ou de um líder abusivo, é a ênfase excessiva em sua autoridade. Normalmente o grupo se diz ter sido estabelecido diretamente por Deus, e, portanto, seus líderes se consideram como tendo o direito de comandar seus seguidores.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Tal autoridade, supostamente, é derivada da posição que ocupam. Em Mateus 23:1–2 Jesus disse que “na cadeira de Moisés, se assentaram os escribas e os fariseus”, uma posição de autoridade espiritual. Ainda que outros termos sejam usados, essa posição, nos grupos abusivos, é de poder, e não de autoridade moral. Àqueles que se submetem incondicionalmente, são prometidas bênçãos espirituais. A eles é dito que devem se submeter completamente, sem o direito de questionar os líderes; se os líderes estiverem errados, isso é problema deles com Deus, e Deus ainda assim abençoará àqueles que se submetem incondicionalmente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;2. Aparência Externa: O sistema religioso abusivo procura sempre manter uma aparência de santidade. A história do grupo ou organização quase sempre é distorcida para se dar a impressão de que ela tem um relacionamento especial com Deus. Os julgamentos incorretos e as índoles duvidosas de seus líderes são negados ou encobertos para que sua autoridade não seja questionada, e para manter as aparências. Padrões legalistas de pensamento e comportamento, impossíveis de serem mantidos, são impostos aos membros. Seu fracasso em manter tais padrões é usado como constante lembrete de que eles são inferiores aos líderes, e portanto devem se submeter a eles. Religião abusiva é, essencialmente, legalismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A religião abusiva também é paranóica. Apenas uma imagem positiva do grupo é apresentada àqueles que não fazem parte dele, porque a verdade sobre o sistema religioso abusivo seria obviamente rejeitada se fosse conhecida. Isso é justificado com base na alegação de que pessoas “mundanas” não entenderiam a religião, e portanto, eles não têm o direito de saber. Isso leva com que membros escondam das pessoas que não são membros algumas doutrinas, regras, e procedimentos internos do grupo. Principalmente os líderes, normalmente, mantêm segredos que não divulgam a suas congregações. Esse sigilo está baseado na desconfiança geral dos outros, porque o sistema é falso e não pode resistir a escrutínios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Proibição de Críticas: O sistema religioso, por não ser baseado na verdade, não pode permitir questionamentos, dissensões, ou discussões aberta sobre questões. A pessoa que questiona se torna o próprio problema, ao invés da questão que ela levantou. As resoluções sobre qualquer questão vêm diretamente do topo da hierarquia. Qualquer tipo de questionamento é considerado como desafio à autoridade. O pensamento autônomo é desencorajado, sob a alegação de que ele leva à dúvida, que por sua vez é vista como sendo falta de fé em Deus e em seus líderes ungidos. Desse modo, os seguidores procuram controlar seus próprios pensamentos, por medo de que possam estar questionando Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;4. Perfeccionismo: Todas as bênçãos, nos sistemas abusivos, vêm através da desempenho próprio. O fracasso é seriamente condenado, e portanto a única alternativa é a perfeição. O membro, enquanto crer que esteja tendo sucesso em manter os requeridos padrões, normalmente exibe orgulho, elitismo, e arrogância. Entretanto, quando os tropeços e fracassos inevitavelmente ocorrem, o membro muitas vezes naufraga na fé. Aqueles que fracassam nos seus esforços são vistos como apóstatas, fracos, e são normalmente descartados pelo sistema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;5. Desequilíbrio: Os grupos abusivos têm de se distinguir de todos os outros grupos religiosos para que possam alegar serem únicos e especiais para Deus. Isso normalmente é feito através de uma ênfase exagerada em posições doutrinárias menos centrais (como por exemplo, profecias sobre os últimos dias), ou através de legalismo extremo, ou uso de métodos peculiares de interpretação bíblica. Dessa forma, suas conclusões e crenças peculiares são exibidas como prova de que são únicos e especiais para Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Algumas Respostas Bíblicas&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Existem vários exemplos de abuso espiritual na Bíblia. No livro de Ezequiel, por exemplo, Deus descreve e condena os “pastores de Israel” que apascentam a si mesmos e não as ovelhas, que não cuidam das doentes, desgarradas e perdidas, mas dominam sobre elas com rigor e dureza (Ez. 34:1–10). Jesus reagiu com indignação contra os cambistas no Templo, que exploravam os fiéis (Mt. 21:12–13; Mc. 11:15–18; Lc. 19:45–47; Jo. 2:13–16), e também contra aqueles que se importavam mais com suas próprias interpretações da Lei do que com o sofrimento humano (Mc. 3:1–5). Em Mateus 23, Jesus nos dá uma importante descrição dos líderes espirituais abusivos. Em Gálatas, Paulo argumenta contra aqueles que queriam impor um cristianismo legalista, subvertendo a mensagem do evangelho. Existem muitos outros exemplos na Bíblia.&lt;br /&gt;Jesus Cristo era Deus encarnado, a segunda Pessoa da Trindade, o Criador do universo. Ele, obviamente, tem a mais alta e soberana autoridade espiritual. Ainda assim, Jesus não usou essa autoridade para subjugar seus discípulos; ele não abusou de sua autoridade para colocá-los sob o jugo de regras e regulamentos legalistas. Ao contrário, ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve” (Mt. 11:28–30). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nem tampouco Jesus procurava manter as aparências externas. Ele comia com publicanos e pecadores (Mt. 9:10–13). Aos fariseus legalistas, Jesus aplicou as palavras de Isaías: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mt. 15:9). Ele condenou sua atitude: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia! Assim também vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade” (Mt. 23:27–28).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Jesus não era paranóico como os líderes abusivos. Seu ministério era transparente ao publico (Jo.18:19–21). Ele não tinha nada a esconder. Jesus não só criticou os líderes religiosos por suas doutrinas errôneas (Mt. 15:1–9; 23:1–39; etc.), mas também, quando criticado, ele não os silenciou, mas deu-lhes respostas bíblicas e racionais às suas objeções (e.g., Lc. 5:29–35; 7:36–47; Mt. 19:3–9). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Jesus, ainda que ensinasse a Lei perfeita de Deus, colocava as necessidades legítimas das pessoas acima de regras ou regulamentos legalistas (Mt.12:1–13; Mc. 2:23–3:5). Ainda que nenhum ser humano seja absolutamente perfeito nessa vida (1 Jo. 1:8), podemos saber que já temos vida eterna (1 Jo. 5:10–13; Jo. 5:24; 6:37–40; Rm. 8:1–2).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os fariseus eram um exemplo de líderes espirituais abusivos: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mt. 23:23). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Efeitos do Abuso Espiritual&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O abuso espiritual tem um efeito devastador na vida das pessoas. Elas normalmente depositam um alto grau de confiança em seus líderes, os quais deveriam honrar e guardar tal confiança. Quando essa confiança é traída, a ferida que se abre é muito grande, até mesmo a ponto da pessoa nunca mais poder confiar em líderes espirituais novamente, mesmo que eles sejam legítimos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Uma situação análoga pode ser vista nas vítimas de incesto, que apresentam sintomas emocionais e psicológicos muito parecidos com os vistos naqueles que são abusados espiritualmente. O principal sintoma é a incapacidade que desenvolvem em se relacionarem normalmente com pessoas que representem ou tenha alguma associação mental com a fonte de sua dor emocional.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Além de desenvolverem medo e desilusão com relação a líderes religiosos, as vítimas de abuso espiritual muitas vezes têm dificuldade em confiar em Deus. Eles se perguntam, “como é que Deus pode ter permitido que isso acontecesse comigo? Tudo o que eu queria era amá-lo e servi-lo!” Muitas vezes, essas pessoas desenvolvem grande rancor. A raiva, por si própria, não é necessariamente pecado, pois até mesmo Deus se ira contra a injustiça (veja acima). Entretanto, se esse rancor não for progressivamente eliminado, ele pode estabelecer raízes de amargura e incredulidade com relação a tudo que seja espiritual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Recuperando-se do Abuso Espiritual&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para que haja uma recuperação dos males causados pelo abuso espiritual, é preciso que a vítima entenda o que aconteceu, por que aconteceu, e como aconteceu. Ela também precisa entender que ela não é a única pessoa vitimada por esse tipo de abuso. Ela deve procurar grupos de apoio, e ser contínua e pacientemente ensinada sobre a graça de Deus. Os grupos de apoio são necessários não só para que a vítima seja ministrada pelo grupo, mas também para que ela possa usar sua experiência para ministrar a outras vítimas, o que é essencial para a sua recuperação.&lt;br /&gt;A vítima também deve procurar eventualmente perdoar os que a abusaram. Normalmente alguns anos são necessários para que uma vítima de abuso espiritual possa ser totalmente restaurada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Traduzido e adaptado com a permissao de &lt;a href="http://www.watchman.org/"&gt;Watchman Fellowship, Inc&lt;/a&gt;.Tradução e adaptação: &lt;a href="http://www.thecenters.org/marcelo.html"&gt;Marcelo Parga de Souza&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1619375081436656804?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1619375081436656804/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1619375081436656804' title='56 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1619375081436656804'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1619375081436656804'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/abuso-espiritual.html' title='Abuso Espiritual'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhBqiGE6VWI/AAAAAAAAABE/yrWclf2NA1k/s72-c/Pastor+evangelico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>56</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-1800090406033806724</id><published>2007-04-01T22:08:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T22:16:18.558-03:00</updated><title type='text'>Uma perspectiva Cristã do sexo.</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048633220837037394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 114px; CURSOR: hand; HEIGHT: 117px" height="138" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhBZKmE6VVI/AAAAAAAAAA8/ROPOrAYQoDA/s200/casal+e+lei.jpg" width="152" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;A atitude da sociedade quanto ao sexo tem ido de um extremo ao outro. “A pessoa da época vitoriana,” escreve Rollo May, “procurava ter amor sem cair no sexo; o humano moderno procura ter sexo sem cair no amor.”1 Do ponto de vista puritano do sexo como um mal necessário para a procriação, chegamos à concepção popular do sexo como algo necessário para recreação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos os extremos estão errados e deixam de cumprir a intenção divina quanto ao sexo. A opinião negativa faz os casados se sentirem culpados quanto a suas relações sexuais; a opinião permissiva transforma as pessoas em robôs, entregando-se ao sexo sem muito sentido ou satisfação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como deveria o cristão relacionar-se com o sexo? Que diz a Bíblia sobre a sexualidade? Como cristão que crê na Bíblia, achei os sete princípios seguintes úteis para a compreensão de como deveríamos nos relacionar com o sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 1: A Bíblia fala da sexualidade humana como boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecemos com o começo: “Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27). Depois de cada ato de criação, Deus disse “que isso era bom” (Gênesis 1:12, 18, 21, 25), mas depois da criação da humanidade como homem e mulher, Deus disse “que era muito bom” (Gênesis 1:31). Esta avaliação inicial da sexualidade humana como algo “muito bom” mostra que a Bíblia vê a distinção sexual macho/fêmea como parte da qualidade boa e perfeita da criação divina original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note também que a dualidade sexual humana como macho e fêmea é dita explicitamente ter sido criada à imagem de Deus. Como as Escrituras distinguem os seres humanos de outras criaturas, os teólogos têm usualmente pensado que a imagem de Deus na humanidade se refere às faculdades racionais, morais e espirituais que Deus outorgou a homens e mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, há um outro modo de compreender a imagem de Deus, implícita em Gênesis 1:27: “À imagem de Deus o criou: homem e mulher os criou.” Assim a masculinidade e a feminilidade humanas refletem a imagem de Deus no sentido que o homem e a mulher têm a capacidade de experimentar uma unidade de companheirismo semelhante à que existe na Trindade. O Deus da revelação bíblica não é um Ser solitário e único, que vive em alheamento eterno, mas sim um companheirismo de três Seres unidos de um modo tão íntimo e misterioso que nós Os adoramos como um só Deus. Esta unidade misteriosa da Trindade reflete-se como uma imagem divina na humanidade, na dualidade sexual de homem e mulher, misteriosamente unidos em casamento como “uma só carne”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 2: A relação sexual é um processo pelo qual dois tornam-se “uma só carne”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O companheirismo íntimo entre homem e mulher é expresso em Gênesis 2:24: “Por isto deixa o homem pai e mãe, e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” A frase “uma só carne” refere à união de corpo, alma e espírito entre cônjuges. Esta união total pode ser experimentada especialmente através da relação sexual, quando o ato é a expressão de amor, respeito e devoção genuínos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase “tornando-se os dois uma só carne” expressa a estimativa divina do sexo dentro da relação conjugal. Diz-nos que Deus vê o sexo como um meio pelo qual o marido e a esposa podem atingir nova unidade. É digno de nota que a imagem “uma só carne” nunca é usada para descrever a relação de uma criança com seu pai ou mãe. O homem precisa deixar seu pai e mãe para se tornar “uma só carne” com sua mulher. Sua relação com sua esposa é diferente de sua relação com os pais porque consiste de uma nova unidade consumada pela união sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tornar-se “uma só carne” implica também que o propósito do ato sexual não é apenas procriativo (produzir filhos), mas também psicológico (satisfazendo a necessidade emocional de consumar nova relação de unidade). Unidade implica na disposição de revelar ao outro do modo mais íntimo seu eu físico, emocional e intelectual. Ao se conhecer do modo mais íntimo, o casal experimenta o significado de tornar-se uma só carne. A relação sexual não garante automaticamente esta unidade. Antes consuma a intimidade de uma participação perfeita que já se desenvolveu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 3: Sexo é conhecer um ao outro no nível mais íntimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relações sexuais dentro do casamento permitem a um casal chegar a conhecer um ao outro de um modo que não pode ser experimentado de nenhum outro modo. Participar da relação sexual significa revelar não apenas seu corpo, mas também seu ser interior um ao outro. É por isto que as Escrituras descrevem a relação sexual como “conhecer” (ver Gênesis 4:1), o mesmo verbo usado no hebraico em referência a conhecer a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente Adão tinha chegado a conhecer Eva antes de sua relação sexual, mas através dela chegou a conhecê-la mais intimamente do que antes. Dwight H. Small observa a propósito: “Revelação através da relação sexual encoraja revelação em todos os níveis da existência pessoal. Esta é uma revelação exclusiva e única para o casal. Eles se conhecem como a ninguém mais. Este conhecimento único equivale a reclamar o outro num pertencer genuíno.... A nudez e a ligação física é simbólica do fato de que nada é oculto ou retido entre eles.”2&lt;br /&gt;O processo que leva à relação sexual é um de conhecimento crescente. Do conhecimento casual inicial ao cortejo, casamento e relação sexual, o casal cresce no conhecimento um do outro. A relação sexual representa a culminação deste crescimento recíproco e intimidade. Como Elizabeth Achtemeier o expressa: “Sentimos como que a mais oculta profundidade de nosso ser é trazida à superfície e revelada e oferecida um ao outro como a expressão mais íntima de nosso amor.”3 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 4: A Bíblia condena o sexo fora do casamento&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma vez que sexo representa a mais íntima de todas as relações interpessoais, expressando uma unidade de devoção completa, tal unidade não pode ser expressada ou experimentada numa união sexual casual na qual o intento é puramente recreacional ou comercial. A única unidade experimentada em tais uniões é a da imoralidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imoralidade sexual é grave porque afeta o indivíduo mais profunda e permanentemente do que outro pecado qualquer. Como Paulo afirma: “Qualquer outro pecado que uma pessoa cometer, é fora do corpo; mas aquele que pratica imoralidade peca contra o próprio corpo” (I Coríntios 6:18). Alguém poderá dizer que até a glutonaria e a bebedice afetam uma pessoa no interior do corpo. Mas esses pecados não têm o mesmo efeito permanente sobre a personalidade como o pecado sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abuso no comer ou no beber pode ser vencido, bens furtados podem ser devolvidos, mentiras podem ser retratadas e substituídas pela verdade, mas o ato sexual não pode ser desfeito. Uma mudança radical, que não pode jamais ser desfeita, ocorreu na relação interpessoal do casal em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto não significa que pecados sexuais sejam imperdoáveis. A Bíblia nos assegura por exemplo e preceito que se confessarmos nosso pecado, o Senhor é “fiel e justo para perdoar todos os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (I João 1:9). Quando Davi se arrependeu de seu duplo pecado de adultério e homicídio, Deus o perdoou (ver Salmos 51 e 32).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 5: O sexo sem compromisso reduz a pessoa a um objeto&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sexo fora do casamento é sexo sem compromisso. Tais relações casuais destroem a integridade da pessoa por reduzir a outra a um objeto de gratificação pessoal. Pessoas que se sentem feridas e usadas depois de encontros sexuais podem se retrair completamente de atividade sexual de medo de serem usadas novamente, ou podem decidir usar seus corpos egoistamente, sem consideração pelos sentimentos dos outros. De um modo ou de outro, a sexualidade é pervertida porque ele ou ela destruiu a possibilidade de usar sua sexualidade para relacionar-se genuina e intimamente com a pessoa que ama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexo não pode ser usado como divertimento com um parceiro uma vez e como modo de expressar amor genuíno e compromisso com outro parceiro noutra ocasião. A perspectiva bíblica de unidade, intimidade e amor genuíno não pode ser realizada em sexo fora do casamento ou em sexo com parceiros múltiplos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noivos provavelmente dirão que estão expressando amor genuíno ao engajar em sexo pré-marital. De uma perspectiva cristã, noivos respeitarão um ao outro e considerarão o noivado como uma preparação para o casamento, e não como casamento. Até assumir os votos matrimoniais, existe a possibilidade de romper a relação. Se um casal teve relação sexual, comprometeram sua relação. Qualquer ruptura subseqüente deixará cicatrizes emocionais permanentes. É somente quando um homem e uma mulher desejam tornar-se um, não apenas verbal como também legalmente, assumindo responsabilidade por seu parceiro, que eles podem selar seu relacionamento através da união sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nenhuma outra área tem sido a moralidade cristã atacada como na área de sexo fora do casamento. A condenação bíblica de atos sexuais ilícitos é clara mas freqüentemente ignorada com subterfúgios. Por exemplo, a fornicação é chamada sexo pré-marital, com a ênfase sobre o “pré”. Adultério é chamado sexo “extramarital”, não como um pecado contra a lei moral divina. A homossexualidade passa de uma perversão grave para “desvio” e “variação gay”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais e mais, cristãos estão cedendo ao argumento especioso de que “o amor o justifica”. Se um homem e uma mulher se amam profunda e genuinamente, é dito que eles têm o direito de expressar seu amor através da união sexual fora do casamento. Alguns argüem que sexo pré-marital libera as pessoas de suas inibições, dando-lhes a sensação de liberdade emocional. A verdade é que o sexo pré-marital aumenta a pressão emocional porque reduz o amor sexual a um nível puramente físico, sem o comprometimento total de duas pessoas casadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 6: Sexo é ao mesmo tempo procriativo e relacional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o começo de nosso século, os cristãos geralmente criam que a função primária do sexo era procriativa. Outras considerações, como os aspectos de união, relação e prazer do sexo eram vistos como secundários. No século XX a ordem foi invertida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um ponto de vista bíblico, atividade sexual dentro do casamento é tanto procriativa como relacional. Como cristãos, precisamos recuperar e manter o equilíbrio bíblico entre estas duas funções do sexo. União sexual é um ato prazenteiro de participação perfeita que gera um sentimento de unidade ao mesmo tempo que oferece a possibilidade de trazer um novo ser ao mundo. Precisamos reconhecer que o sexo é uma dádiva divina que pode ser desfrutada legitimamente dentro do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo encoraja maridos e esposas a cumprirem seus deveres conjugais, porque seus corpos não lhes pertencem somente mas um ao outro. Portanto não deveriam privar um ao outro do sexo, exceto por acordo mútuo por algum tempo para se devotar à oração. Depois deveriam se ajuntar de novo para que Satanás não os tente por causa da incontinência (I Coríntios 7:2-5; ver também Hebreus 13:4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Princípio nº 7: O sexo permite ao homem e à mulher refletirem a imagem de Deus participando em Sua atividade criativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Bíblia, o sexo serve não somente para gerar uma unidade misteriosa de espírito, mas também oferece a possibilidade de trazer crianças a este mundo. “Sede fecundos, multiplicai-vos,” diz o mandamento de Gênesis (Gênesis 1:28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, nem todos os casais podem ter ou são justificados em ter filhos. Velhice, infertilidade e enfermidades genéticas são alguns dos fatores que tornam a geração de filhos impossível ou desaconselhada. Para a maioria dos casais, contudo, ter filhos é uma parte normal da vida conjugal. Isto não significa que todo ato de união sexual deva resultar em concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não fomos feitos para separar sexo da geração de filhos,” escreve David Phypers, “e os que o fazem, de modo total e final, puramente por razões pessoais, estão certamente falhando quanto ao propósito divino para suas vidas. Correm o risco de que seu casamento e atividade sexual se tornem egoístas. Só consideram sua própria satisfação, em vez de levar em conta a experiência criativa de trazer nova vida ao mundo, nutrindo-a para a maturidade.”4&lt;br /&gt;Procriação como parte da sexualidade humana traz à tona a importante questão de medidas anticoncepcionais. Será que o mandamento de ser fecundo e multiplicar significa que devemos deixar o planejamento familiar ao esmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se encontra uma resposta explícita na Bíblia. Vimos que o sexo é tanto relacional como procriacional. O fato de que a função do sexo no casamento não é apenas de gerar filhos, mas também para expressar e experimentar amor mútuo e compromisso, implica a necessidade de certas limitações na função reprodutiva do sexo. Isto significa que a função relacional do sexo pode ser uma experiência dinâmica viável, se sua função reprodutiva for controlada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto nos leva a outra questão: Temos o direito de interferir com o ciclo reprodutivo estabelecido por Deus? A resposta histórica da Igreja Católica Romana tem sido um claro “NÃO”! A posição católica tem sido moderada pela encíclica Humanae Vitae (Julho 29, 1968), do Papa Paulo VI, que reconhece a moralidade da união sexual entre marido e mulher, mesmo se não visa a geração de filhos.5 A encíclica, embora condenando medidas anticoncepcionais artificiais, permite um método natural de controle de natalidade conhecido como o “método do ritmo”. Este método consiste em limitar a união sexual aos períodos inférteis no ciclo menstrual da mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tentativa da Humanae Vitae de distinguir entre medidas anticoncepcionais “artificiais” e “naturais”, tornando a primeira imoral e a segunda moral, tem um ar de arbitrariedade. Tanto num caso como no outro, a inteligência humana impede a fertilização do ovo. O rejeitar como imoral o uso de medidas anticoncepcionais artificiais pode levar à rejeição do uso de qualquer vacina, hormônio ou medicamento que não é produzido naturalmente pelo corpo humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como quaisquer outras invenções humanas,” escreve David Phypers, “a prevenção de gravidez é moralmente neutra; o que importa é o que fazemos com ela. Se a usarmos para praticar sexo fora do casamento ou egoistamente dentro do casamento, ou se por ela invadimos a privacidade do casamento de outros, podemos com efeito ser culpados de desobedecer a vontade de Deus e de perverter a relação matrimonial. Contudo, se a usarmos com o devido respeito à saúde e ao bem-estar de nossos parceiros e de nossas famílias, então pode aprimorar e fortalecer nosso casamento. Pela prevenção de gravidez podemos proteger nosso casamento das tensões físicas, emocionais, econômicas e psicológicas que poderiam advir de outras concepções, e ao mesmo tempo podemos usar o ato conjugal, reverente e amorosamente, para nos unir numa união duradoura.”6&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexualidade é parte da bela criação divina. Nada tem de pecaminoso. Contudo, como todas as dádivas de Deus aos seres humanos, o sexo caiu sob o plano satânico de desviar a humanidade da intenção divina. A função do sexo é de unir e procriar, dentro da relação de homem e mulher se unirem para formar “uma só carne”. Quando esta relação é rompida, quando o sexo ocorre fora do casamento — tanto premarital como extramaritalmente — temos a violação do sétimo mandamento. E isto é pecado — pecado contra Deus, contra um ser humano e contra o próprio corpo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a Bíblia não nos deixa sem esperança. Ela nos oferece a graça de Deus e o poder de vencer todo pecado que nos assedia, incluindo o pecado sexual. Embora pecados deixem marca na consciência e prejudiquem a outra pessoa, o arrependimento genuíno pode abrir a porta ao perdão divino. Nenhum pecado é tão grande que a graça de Deus não possa curar e restaurar. Tudo de que precisamos é buscar aquela graça, pois é ela que nos habilita a alcançar todo potencial que o Criador pôs dentro de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto se aplica também ao sexo. Numa época em que a permissividade e a promiscuidade sexuais prevalecem, é imperativo para nós cristãos reafirmarmos nosso compromisso com o ponto de vista bíblico acerca do sexo como uma dádiva divina para ser desfrutada somente dentro do casamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Samuele Bacchiocchi (Ph.D., Pontifical University, The Vatican) leciona teologia e história da igreja na Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, E.U.A. Este artigo é uma adaptação do capítulo 3 de seu livro, The Marriage Covenant, que pode ser encomendado de Biblical Perspectives; 4990 Appian Way; Berrien Springs, MI 49103; E.U.A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas e referências&lt;br /&gt;1. Rollo May, “Reflecting on the New Puritanism”, em Sex Thoughts for Contemporary Christians, ed. Michael J. Taylor, S. J. (Garden City, New York: Doubleday, 1972), pág. 171.&lt;br /&gt;2. Dwight H. Small, Christian: Celebrate Your Sexuality (Old Tappan, N.J.: Revell, 1974), pág. 186.&lt;br /&gt;3. Elizabeth Achtemeier, The Committed Marriage (Philadelphia: Westminster, 1976), pág. 162.&lt;br /&gt;4. David Phypers, Christian Marriage in Crisis (Bromley: Marc Europe, 1985), pág. 38.&lt;br /&gt;5. Humanae Vitae, parágrafo 11.&lt;br /&gt;6. Phypers, pág. 44.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-1800090406033806724?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/1800090406033806724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=1800090406033806724' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1800090406033806724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/1800090406033806724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/uma-perspectiva-crist-do-sexo.html' title='Uma perspectiva Cristã do sexo.'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/RhBZKmE6VVI/AAAAAAAAAA8/ROPOrAYQoDA/s72-c/casal+e+lei.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-3721476937255678143</id><published>2007-04-01T00:42:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T00:48:24.308-03:00</updated><title type='text'>Quem ama, espera</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8rU2E6VTI/AAAAAAAAAAs/RXX0rOhL26U/s1600-h/NAMORADOSmp006186.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048301344419108146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8rU2E6VTI/AAAAAAAAAAs/RXX0rOhL26U/s200/NAMORADOSmp006186.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Seja na escola, por meio da mídia ou no convívio com colegas, todos os dias, os jovens são bombardeados com propagandas, conversas e depoimentos de pessoas que pregam o sexo livre. Esse comportamento teve início na década de 1960, por meio do movimento hippie, e com o surgimento da pílula anticoncepcional e da camisinha, o liberalismo sexual chegou ao extremo. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na contramão de todos os apelos pela liberdade sexual, foi desenvolvida uma campanha com o objetivo de transmitir aos jovens o valor espiritual, emocional e físico de permanecer virgem até o casamento. Chama-se “Quem Ama Espera”. A idéia surgiu nos Estados Unidos, em 1993, onde milhares de jovens assinaram o compromisso de não manterem relações sexuais antes do casamento. O sucesso da campanha norte-americana motivou a Aliança Batista Mundial a promover o “Quem Ama Espera” em outros países.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;INÍCIO NO BRASIL&lt;br /&gt;De acordo com o pastor Fabiano Pereira, diretor-executivo da Junta de Mocidade (Jumoc) da Convenção Batista Brasileira, a campanha chegou ao Brasil em 1995 e desde então tem alcançado jovens dispostos a manter a pureza sexual. A cada dois anos, é realizado o Congresso Despertar, quando é dada a oportunidade de muitos assumirem um compromisso diante de Deus. O próximo encontro será em julho de 2007, em Salvador. “Aderir à campanha significa declarar ao mundo que os jovens cristãos estão comprometidos com a pureza sexual e que a abstinência pré-marital é a única solução para os problemas relacionados à promiscuidade”, atesta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fabiano Pereira acredita que o projeto é um desafio às famílias cristãs para que assumam os padrões bíblicos de comportamento sexual. “Precisamos transmitir ao mundo uma melhor alternativa para as campanhas pelo sexo seguro.” Casado com Daniele Valério Pereira, antes de se tornar diretor-executivo da Jumoc, o próprio pastor e esposa foram alvos da campanha no Estado de Minas Gerais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No planejamento da Jumoc, cada igreja recebe um programa do projeto e procura se adequar de acordo com cada realidade. O trabalho consiste em reuniões semanais de pequenos grupos onde são tratadas questões sobre relacionamento. “Quando se fala em relacionamento, não se pode deixar de lado a questão sexual. Os jovens se reúnem para orar, estudar a Bíblia, discutir e tirar dúvidas”, diz ele. Segundo o diretor da Jumoc, existem alguns pontos importantes para que o jovem mantenha a pureza sexual. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O primeiro é o amor a Deus, onde obedecer a Seus mandamentos é uma forma pura de demonstrar esse sentimento a Ele. O amor ao futuro cônjuge é o segundo ponto. “Sexo antes do casamento sempre machuca as pessoas”, destaca, lembrando que o amor aos futuros filhos e a si mesmo também deve ser analisado antes de qualquer decisão a respeito de um envolvimento sexual antes do casamento. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Dinê Lota conheceu a campanha em um congressoe manteve o voto de pureza por nove anos.A esposa Rosemeire também foi fruto de "Quem Ama Espera" &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem foi alcançado pela campanha não se arrepende do período difícil, porém valioso, de abstinência sexual durante o namoro e o noivado. Denise Vasconcelos Araújo, 21 anos, da Igreja Batista de Campos dos Afonsos, Rio de Janeiro, diz que conheceu o projeto durante uma programação de jovens e adolescentes e abraçou a causa. Casada há quatro meses com Mário Lúcio de Araújo Júnior, 26 anos, ela afirma que os dois não se arrependeram de esperar o momento certo para o relacionamento sexual. “Na época, eu ainda era uma adolescente, mas percebi que esperar a hora certa era o mais seguro e, sobretudo, agradava a Deus”, testemunha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;RESULTADOS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para Dinê Lota, 26 anos, membro da Igreja Batista do Fonseca, em Niterói, Rio de Janeiro, o compromisso de permanecer virgem até o casamento foi uma dádiva de Deus. Durante um congresso anual de adolescentes na cidade fluminense de Rio Bonito, do qual participaram cerca de 600 jovens, ele conheceu a campanha e manteve o voto de pureza por nove anos. Hoje está casado com Rosemeire Dias Rodrigues Lota, 27 anos, que também foi fruto da campanha e afirma: “Esperamos o momento certo, dentro da vontade de Deus.” &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“A campanha ‘Quem Ama Espera’ não é tão simples, porque se trata de uma organização denominacional que engloba várias igrejas”, explica Fabiano Pereira, esclarecendo que só o verdadeiro amor pode motivar alguém a permanecer puro até o casamento. “Os jovens não precisam ter medo. Quem ama de verdade saberá esperar com paciência pelo casamento, quando, finalmente, demonstrará todo o seu amor ao companheiro, também por meio do sexo”, conclui.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fonte: Revista Enfoque Gospel, edição 240. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-3721476937255678143?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/3721476937255678143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=3721476937255678143' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3721476937255678143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/3721476937255678143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/quem-ama-espera.html' title='Quem ama, espera'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8rU2E6VTI/AAAAAAAAAAs/RXX0rOhL26U/s72-c/NAMORADOSmp006186.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-6234415426364906706</id><published>2007-04-01T00:12:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T00:37:32.234-03:00</updated><title type='text'>Transmissão do Trauma</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8kNWE6VQI/AAAAAAAAAAU/JAn0Jtf_638/s1600-h/divÃ³rcio+7.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048293518988694786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 75px; CURSOR: hand; HEIGHT: 111px" height="141" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8kNWE6VQI/AAAAAAAAAAU/JAn0Jtf_638/s200/div%C3%B3rcio+7.jpg" width="113" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova lorque, efectuaram, em 2002, um estudo que envolveu um grupo de crianças de um ano, filhos de mulheres sobreviventes aos atentados de 11 de Setembro de 2001. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Através da analise dos níveis de cortisol na saliva das crianças, verifícaram que existia uma forte probabilidade do trauma ser transmitido biologicamente durante a gravidez. Chegaram a estas conclusões, uma vez que os níveis de cortisol eram mais baíxos do que o habitual, um sintoma de stresse pós-traumático. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Os cientistas realçaram que os sintomas eram mais visíveis nos bebés cujas mães estavam nos últimos três meses de gravidez, naquelas que se encontravam no World Trade Centre, ou nas proximidades, quando da queda dos aviões. Anteriormente, foi realizado um estudo semelhante com filhos de sobreviventes do Holocausto. Mas, segundo Jonathan Seckl, um pesquisador da Universidade de Edimburgo, "a transmissão&lt;br /&gt;do trauma da mãe aos filhos estava geralmente relacionada com a forma da mãe comunicar com a criança, ou a outras consequências do trauma desta, como negligência ou comportamento inconsistente com o bebé".&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;Fonte Revista Psicologia Actual, Nov-Dez.06&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-6234415426364906706?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/6234415426364906706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=6234415426364906706' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6234415426364906706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/6234415426364906706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/04/transmisso-do-trauma.html' title='Transmissão do Trauma'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8kNWE6VQI/AAAAAAAAAAU/JAn0Jtf_638/s72-c/div%C3%B3rcio+7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-5398154294108586860</id><published>2007-03-31T23:52:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T00:03:25.886-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8g6mE6VPI/AAAAAAAAAAM/HebxYzD22qc/s1600-h/casal+15.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048289898331264242" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8g6mE6VPI/AAAAAAAAAAM/HebxYzD22qc/s200/casal+15.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Sexualidade Cristã: SEXUALIDADE FEMININA. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Conflitos e comportamento de evangélicas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Você já se perguntou até que ponto suas escolhas, inclusive as que estão ligadas à sexualidade, são regidas por sua fé? É bem provável que sim. O psicólogo Adventista Virgílio Gomes do Nascimento, além de fazer a pergunta, foi atrás da resposta. Formado em Psicologia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, ele trabalha com aconselhamento de casais e famílias desde 1991. Recentemente, Nascimento defendeu, no mestrado em Sexologia da Universidade Gama Filho, a seguinte dissertação: Norma e transgressão da sexualidade: uma pesquisa acerca dos transtornos sexuais femininos e conflitos entre atitude e comportamento sexual num grupo de mulheres evangélicas do Grande Rio de Janeiro. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;O estudo, feito durante dois anos e meio, foi motivado pelas experiências profissionais e ministeriais de Nascimento. “Em atendimento psicológico no Hospital Moncorvo Filho, no Rio de Janeiro, ouvia de meus colegas comentários sobre a dificuldade de tratar mulheres evangélicas. Era como se elas fossem mais ‘problemáticas’ que as outras”, afirma ele. Uma outra inquietação do pesquisador é a falta de debate sobre esse assunto na comunidade evangélica, resultando em uma grande escassez de informação sobre o tema. E, por fim, a falta de preparo de pastores e líderes para atender e aconselhar mulheres em questões sexuais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Elas foram desafiadas a falar sobre dúvidas e pontos específicos que Para iniciar a pesquisa, ele entrevistou 40 mulheres evangélicas sobre o assunto. relacionassem sua sexualidade à sua fé. A partir dessas entrevistas, foram listados 27 assuntos, divididos em seis categorias: sexo antes do casamento, inovação nas práticas sexuais, manutenção do relacionamento conjugal, comportamento assertivo e submisso-autoritório, influência do moralismo-religiosidade, possibilidade de disfunções sexuais. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Essas seis categorias originaram 135 perguntas, reunidas em um questionário que foi respondido por 400 mulheres: 80 assembleianas, 80 batistas, 80 metodistas, 80 presbiterianas e 80 adventistas. Todas elas maiores de 18 anos, membros de igreja e moradoras de municípios do Rio de Janeiro e Grande Rio (Belford Roxo, Nova Iguaçu, Nilópolis e Mesquita). A escolha dessas denominações foi motivada pelo fato de serem históricas e mais tradicionais, o que significa doutrinas mais estáveis e constantes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;No trabalho, primeiro foram analisadas as normas, em seguida, a atitude das fiéis em relação a estas normas. Após isso, a prática destas normas e, por fim, o resultado. O que se viu é que, embora em concordância com os preceitos apresentados pela Igreja, a mulher evangélica nem sempre os pratica. Na questão do sexo pré-matrimonial, por exemplo, cerca de 70% em todas as denominações concordam que a mulher deve casar-se virgem. Mas quando a pergunta quer saber quem se casou virgem, as respostas são bem diferentes. Menos da metade de todas as denominações, com exceção da metodista, indicou assim: 40% das assembleianas, 47,3% das adventistas, 48,2% das batistas, 44,1% das presbiterianas e 58,2% das metodistas. De uma maneira geral, elas reconhecem a importância de seguir o credo religioso, mas na prática agem contrariamente ao discurso religioso oficial. “Essa situação dissonante, constantemente empurra o indivíduo para conflitos graves, intervindo na qualidade de sua vida sexual, podendo vir a se configurar num distúrbio de natureza sexual”, diz o terapeuta. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Ele explica que o contexto cultural funciona como uma lente através da qual podemos ver o mundo. O indivíduo fica condicionado a reagir dentro de padrões manifestos pela maioria da comunidade. “E essas normatizações de convívio apresentaram-se como instrumentos de controle da sexualidade”, completa. Segundo os dados da pesquisa, enquanto, numa média geral, 60% das mulheres disseram já ter praticado sexo anal, quase 30% se dizem culpadas por tê-lo feito. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Virgílio Nascimento: “A mulher crente passa por um momento de profundas reavaliações de seu papel socio-religioso-sexual, confrontando-se com aspectos tradicionais". &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Por outro lado, o psicólogo explica ainda que algumas dessas mulheres entrevistadas devem também pautar suas condutas por outros referenciais socioculturais e não só os religiosos, mesmo que cerca de 80% tenham afirmado que a religião orienta toda sua vida. Isso também pode ser visto na medição em que elas são levadas a responder se as práticas sexuais devem estar de acordo com as orientações da fé religiosa. Disseram sim 84,4% das assembleianas, 90,7% das adventistas, 71,6% das batistas, 84,8% das metodistas e 80,5% das presbiterianas. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;DISFUNÇÕES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Há uma certa resistência com relação às inovações das práticas sexuais. O sexo com penetração vaginal é considerado, quase em absoluto, o que mais excita, e o anal o que menos provoca essa sensação. A pesquisa também revelou as principais disfunções encontradas entre as evangélicas: 10% têm dificuldades em ter desejo sexual, 6,3% apesentam dificuldades no momento de manter a excitação, 14,5% não vivenciam o orgasmo, 8% sentem freqüentemente dor na relação sexual e 4% não conseguem ter penetração.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Para Virgílio Nascimento, esse material não encerra a questão. Ao contrário, apenas abre. Tanto que já está se preparando para o doutorado na mesma área. Na opinião dele, as conclusões e apontamentos trazidos por seu estudo devem ser trabalhados pela liderança das igrejas e por profissionais que tratam de mulheres evangélicas. “É importante que os líderes religiosos reflitam sobre os resultados e percebam as discrepâncias entre o púlpito e o quarto do casal. Que os discursos se atualizem dentro do contexto social atual, trazendo respostas equilibradas e sensatas à membresia”, defende.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Sobre o uso da pesquisa por parte dos profissionais, ele comenta ainda que, em determinado momento, será importante para o terapeuta deter algum conhecimento da dinâmica das normas e crenças religiosas na vida da paciente evangélica. "Hoje, pontua o psicólogo, a mulher crente passa por um momento de profundas reavaliações de seu papel sociorreligioso-sexual, confrontado-se com aspectos tradicionais milenares e demandas atuais. Isso a inclui numa nova realidade do papel feminino, que de certo modo interfere na interpretação de suas crenças religiosas e vivência de práticas sexuais, por vezes colocando-a em situações conflituosas. O fato é que elas merecem, como todos, descobrir um caminho equilibrado, acolhedor e abençoado para o exercício pleno de sua realidade”, finaliza.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=52&amp;amp;materia=238&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-5398154294108586860?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/5398154294108586860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=5398154294108586860' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5398154294108586860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/5398154294108586860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/03/sexualidade-crist-sexualidade-feminina.html' title=''/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8g6mE6VPI/AAAAAAAAAAM/HebxYzD22qc/s72-c/casal+15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4601038977999973677.post-2169975698345032769</id><published>2007-03-30T09:51:00.000-03:00</published><updated>2007-04-01T00:22:08.031-03:00</updated><title type='text'>Sexo além do comum</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8lSWE6VRI/AAAAAAAAAAc/6krYpjeXxAI/s1600-h/casal+apaixonado1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048294704399668498" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8lSWE6VRI/AAAAAAAAAAc/6krYpjeXxAI/s200/casal+apaixonado1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para manter a satisfação sexual em alta, deve-se investir no diálogo e respeitar os gostos individuais. Sair a noite ou caminhar pelas areias da praia são formas de aumentar a intimidade. Isso é importante para criar um clima favorável. Sexo e qualidade de vida são temas que andam juntos. Não fosse assim, a divisão de Saúde Mental da Organização Mundial da Saúde (OMS) não realizaria periodicamente estudos internacionais que incluem a sexualidade. Nas consultas feitas pelos pesquisadores, há espaço para perguntar sobre a satisfação sexual, valendo tantos pontos quanto a vida familiar, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acesso mais fácil a relações sexuais ocorre entre as pessoas casadas, como sugere a lógica e comprovam os estudos. Mas o tempo prova que quantidade não significa qualidade. Com o passar dos anos, muitos pares tendem a sofrer também com a escassez de prazer na cama. Um dos problemas é a diminuição da libido. Qual seria a chave para resolver o drama da falta de tesão no relacionamento e manter o casamento vivo? Se não houver problemas de saúde, como vaginismo (espasmo doloroso da musculatura da região genital) ou doenças sexualmente transmissíveis, nem psicológicos (caso de depressão), não há razão para o pique sexual cair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, muitas vezes é possível melhorar a relação com diálogo. Alguns casamentos definham por causa da &lt;strong&gt;falta de comunicação&lt;/strong&gt;. “Todos pensam que não se pode falar sobre sexo. Só fazê-lo. Mas duas pessoas nunca se entenderão na cama se não falarem do que gostam e do que não gostam”, afirma a psicóloga Aparecida Favoreto, diretora do Instituto Paulista de Sexualidade. Sem essa troca, é comum a frustração ficar camuflada. E, para não deixar a libido lá embaixo, ter satisfação é fundamental. Por isso, para solucionar a crise o casal deve abrir o jogo, com delicadeza e compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa feita pela entidade revelou que 90% dos casais com dificuldades sexuais que procuram terapia conseguem ter seus problemas resolvidos em seis meses, em média. Uma das bases da terapia é estimular o diálogo. Pode ser uma conversa erotizada, já nas preliminares. Mas o par não precisa estar sob os lençóis para abordar o assunto. Um jantar ou um passeio também são ocasiões para isso. O casal pode começar, por exemplo, com perguntas sobre quais pontos do corpo, além dos genitais, são mais sensíveis a carícias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virilidade – Para Aparecida, a mulher deve tomar a iniciativa da conversa, pois o parceiro frequentemente não tem consciência de que há algo errado no modo como encara a relação sexual. Isso porque ele está habituado a cumprir o papel que a sociedade lhe impôs: o de mostrar virilidade. Por essa razão, o homem costuma ser mais objetivo na cama. Até mesmo a biologia colabora para alimentar essa característica. Ele tem 30 vezes mais testosterona, hormônio responsável pela libido, do que ela. De qualquer modo, atualmente a mulher está mais disposta a pensar em sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, um terço das pessoas que recorrem ao Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo (Prosex) é do sexo feminino – há oito anos, havia seis vezes mais homens em tratamento do que mulheres. É claro que nem sempre a perda de qualidade da atividade sexual está na falta de comunicação. Ela pode estar relacionada à formação da família, atrelada à perda de privacidade do casal. Como forma de economizar, muitos recém-casados vão morar na casa de parentes, principalmente dos pais. “O problema passa a ser a convivência com os familiares, que não deixam o casal a sós, dificultando o desenvolvimento da sexualidade”, avalia Aparecida. Com isso, as relações vão rareando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma forma de controlar a situação é estabelecer momentos exclusivos para o casal, mesmo que não envolvam a transa. Sair juntos aumenta a intimidade do par. Isso é importante para manter um clima bom entre ambos. A perda de privacidade pode ocorrer ainda com a chegada dos filhos. “O casal se desapaixona provisoriamente para se apaixonar pela criança, e esquece de manter o hábito sexual”, diz a sexóloga Márcia Nehemy, da Universidade de Campinas. Ela lembra que também há influência biológica: a mulher ganha mais prolactina, hormônio que libera a produção de leite, durante a gestação e após o parto. A substância diminui o desejo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcia destaca mais um ponto para a manutenção de uma boa vida sexual: o respeito à individualidade. É importante que ele e ela construam um universo particular de valores do qual o outro não precisa fazer parte. “Para alguns homens, por exemplo, o futebol ou o bar com os amigos é sagrado. A mulher também tem o direito de construir suas ‘mesquitas’”, diz a especialista. Nesse caso, ela também pode estabelecer uma rotina com as amigas. Por exemplo, a criação de um time de futebol feminino. Prazeres ocasionais como esse ajudam a mulher a elaborar um mundo particular saudável. E às claras. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Muitas pessoas desenvolvem a individualidade por debaixo do pano. A infidelidade é um dos frutos desse problema. Dessa forma, a pessoa vive num universo paralelo. “Para tornar harmônica a necessidade de privacidade sem traição, o ideal seria o casal ter uma vida intensa em comum, mas também preservar a individualidade de cada um”, conclui a sexóloga Márcia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4601038977999973677-2169975698345032769?l=virgilionascimento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/feeds/2169975698345032769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4601038977999973677&amp;postID=2169975698345032769' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2169975698345032769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4601038977999973677/posts/default/2169975698345032769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://virgilionascimento.blogspot.com/2007/03/sexo-alm-do-comum.html' title='Sexo além do comum'/><author><name>Virgilio Nascimento</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01197421600033524035</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/S7lBgKxYICI/AAAAAAAAATM/zshtQ0-6LX8/S220/virgilio.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_huQSCSUIlOA/Rg8lSWE6VRI/AAAAAAAAAAc/6krYpjeXxAI/s72-c/casal+apaixonado1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
